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Edital TRF 6 SAIU! Concurso paga inicial R$ 13,9 mil. Confira
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2 anos atrásem
Acaba de ser publicado o edital TRF 6 para ingresso no Tribunal Regional Federal da 6ª Região.
A seleção oferta vagas, de nível superior, para técnico e analista judiciário com remunerações atrativas que podem chegar até R$ 13,9 mil mais benefícios diversos.
Os interessados deverão realizar as inscrições no prazo indicado ee no site do organizador Cebraspe.
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Veja abaixo o índice com informações sobre o edital TRF 6:

Análise do edital TRF 6
A equipe do GRAN realizará um evento explicando todos os detalhes! Vídeo em breve.
Edital TRF 6: remuneração e benefícios
Saiba quanto ganha um Técnico e Analista Judiciário do TRF 6.
Técnico Judiciário
- Remuneração Inicial: R$ 8.529,65
- Remuneração final: Total: R$ 12.807,24
Analista Judiciário
- Remuneração Inicial: R$ 13.994,78
- Remuneração final: R$ 21.013,03
Benefícios
Além disso, os servidores receberão:
- Adicional de qualificação,
- Gratificação de atividade judiciária,
- Gratificação de atividade de segurança,
- Gratificação de atividade externa,
- Auxílio Alimentação e
- Assistência pré-escolar.
Edital TRF 6: inscrições
Os interessados deverão se inscrever no site do Cebraspe no período entre 18/10/2024 a 08/11/2024.
As taxas de candidatura custam R$80,00 e R$120,00. A data limite para pagamento da taxa é 03/12/2024.
Isenção da taxa de inscrição
Serão aceitos os pedidos para a taxa de isenção da taxa de inscrição, para as seguintes situações:
- inscrito(a) no CadÚnico e membro de família de baixa renda;
- doador de medula óssea.
Edital TRF 6: cargos e vagas
O edital TRF 6 contempla a formação de cadastro de reserva.
Vagas para técnico Judiciário
- Área Administrativa – Sem especialidade: CR
- Área Administrativa – Agente de Polícia Judicial: CR
- Área Apoio Especializado – Contabilidade: CR
- Área Apoio Especializado – Desenvolvimento de Sistemas de Informação: CR
- Área Apoio Especializado – Suporte Técnico: CR
Vagas para analista judiciário
- Área Judiciária – Sem especialidade: CR
- Área Administrativa – Sem especialidade: CR
- Área Apoio Especializado – Engenharias Civil, Elétrica, Mecânica e Eletrônica: CR
- Área Apoio Especializado – Tecnologia da Informação: CR
- Área Apoio Especializado – Governança e Gestão de Tecnologia da Informação: CR
- Área Apoio Especializado – Contabilidade: CR
- Área Apoio Especializado – Análise de Dados: CR
- Área Apoio Especializado – Análise de Sistemas de Informação: CR
- Área Apoio Especializado – Estatística: CR
- Área Apoio Especializado – Arquitetura: CR
- Área Apoio Especializado – Arquivologia: CR
- Área Apoio Especializado – Medicina (Clínica Geral): CR
- Área Apoio Especializado – Medicina (Cardiologia): CR
- Área Apoio Especializado – Medicina (Medicina do Trabalho): CR
- Área Apoio Especializado – Medicina (Ortopedia): CR
- Área Apoio Especializado – Medicina (Psiquiatria): CR
- Área Apoio Especializado – Odontologia: CR
- Área Apoio Especializado – Enfermagem: CR
- Área Apoio Especializado – Psicologia: CR
- Área Apoio Especializado – Serviço Social: CR
Os aprovados serão lotados na sede do TRF6 e nas Seções Judiciárias, situadas no Estado de Minas Gerais.
Edital TRF 6: carreira
Tanto para o cargo de Analista Judiciário quanto para Técnico Judiciário é cobrado o diploma de nível superior.
Além disso, deve cumprir os requisitos abaixo:
- ter idade mínima de 18 anos completos até a data da posse;
- não registrar antecedentes criminais, achando-se no pleno exercício de seus direitos civis e políticos;
- estar quite com as obrigações eleitorais e, se do sexo masculino, também com as militares;
- estar apto física e mentalmente para o exercício do cargo, não sendo, inclusive, pessoa com deficiência incompatível com as atribuições do cargo, fato a ser apurado pelo TRF e outros.
Edital TRF 6: conheça as etapas do concurso
Conheça as etapas do Concurso público, abaixo:
- Prova Objetiva;
- Prova Discursiva.
As provas objetiva e discursiva acontecerão na data prevista de 19/01/2025.
Último concurso TRF 6
Esse é o primeiro concurso público realizado pelo TRF.
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Resumo do Edital TRF 6
| Concurso TRF 6 | Tribunal Regional Federal da 6ª Região |
|---|---|
| Situação atual | edital publicado |
| Banca organizadora | Cebraspe |
| Cargos | Analista e Técnico Judiciário |
| Escolaridade | Nível superior |
| Carreiras | Tribunais |
| Lotação | Minas Gerais |
| Número de vagas | Formação de cadastro de reserva |
| Remuneração | Técnico Judiciário: de R$ 8.529,65 a R$ 12.807,24 + benefícios (Auxílio-alimentação, Auxílio pré-escolar, AQ Treinamento e AQ Títulos) + GAS paga apenas para os cargos na área de segurança. Analista Judiciário: de R$ 13.994,78 a R$ 21.013,03 + benefícios (Auxílio-Alimentação, Auxílio pré-escolar, AQ Treinamento e AQ Títulos) + GAS apenas para os cargos na área de segurança + GAE apenas para analista judiciário – área judiciária – Oficial de justiça. |
| Inscrição | de 18/10/2024 a 08/11/2024 |
| Taxas de inscrição | R$ 80,00 (técnico judiciário) e R$ 120,00 (analista judiciário) |
| Data da prova | 19/01/2025 |
| Clique aqui para ver o edital TRF 6 2024 | |
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ACRE
Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
5 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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