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Egito descobre tumbas perto do templo da Rainha Hatshepsut em Luxor

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Arqueólogos do Ministério do Turismo e Antiguidades trabalhando perto do Templo do Vale da Rainha Hatshepsut em Deir El-Bahari, Egito, 8 de janeiro de 2025.

As descobertas foram feitas em uma antiga necrópole da famosa cidade de Luxor. O Egito revelou novas descobertas arqueológicas na quarta-feira, 8 de janeiro, incluindo tumbas de altos funcionários com 4.000 anos de idade e obras de arte da época da Rainha Hatshepsut.

Os artefatos, descobertos durante uma escavação de três anos, foram encontrados na área de Deir El-Bahari, na necrópole de Tebas, na margem oeste do Nilo, disse em comunicado o egiptólogo Zahi Hawass, que liderou a missão em cooperação com o Supremo. Conselho de Antiguidades do Egito.

As descobertas cobrem desde o XVe dinastia (1650-1550 aC) até o poderoso XVIIIe dinastia (1550-1292 aC), que incluía faraós como a rainha Hatshepsut e o rei Tutancâmon.

A equipe revelou uma parte intacta das fundações do Templo do Vale do Enterro da Rainha Hatshepsut, bem como obras de arte, incluindo baixos-relevos e inscrições em cores vivas e notavelmente preservados.

Os 1.500 blocos decorados retratam a rainha e seu sucessor, Tutmés III, realizando rituais sagrados. « (Estes são) as cenas mais lindas que vi na minha vida »declarou o Sr. Hawass, que revelou essas descobertas. “É a primeira vez que temos um conjunto final de decoração de um templo datado do século XVIIIe dinastia »disse ele aos repórteres.

Ferramentas cerimoniais

O interior da tumba de Jehuti-Mes, em Deir El-Bahari, Egito, 8 de janeiro de 2025. O interior da tumba de Jehuti-Mes, em Deir El-Bahari, Egito, 8 de janeiro de 2025.

Abaixo das fundações do templo, os arqueólogos descobriram um depósito intacto de ferramentas cerimoniais com a inscrição do nome da Rainha Hatshepsut. Outras descobertas incluem tumbas escavadas na rocha que datam do Império Médio de altos funcionários, bem como uma tumba do “superintendente do palácio” da Rainha Tétisheri do XVIIe dinastia, a avó do rei Ahmose, que expulsou os hicsos do Egito.

Os hicsos, invasores da Ásia ocidental que assumiram o controle do Delta do Nilo por volta de 1638 a.C., governaram partes do Egito até serem derrotados e expulsos pelo rei Ahmosis em 1530 a.C.

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Fossos funerários contendo caixões de madeira decorados com caneta do século XVIIe dinastia, bem como túmulos de crianças contendo brinquedos e seções da necrópole ptolomaica de Assasif, perto do templo da rainha Hatshepsut, também foram descobertos.

O anúncio de quarta-feira ocorre num momento em que o Egipto intensifica os esforços para reanimar o seu sector do turismo, uma fonte chave de divisas para a sua economia em dificuldades. Depois de passar por reveses desde a agitação política que se seguiu à revolta de 2011, o turismo começou a recuperar nos últimos anos. No ano passado, o Egito recebeu 15,7 milhões de turistas e espera atrair 18 milhões este ano.

Leia também a história (2023) | Artigo reservado para nossos assinantes Múmias, campeãs do soft power egípcio

O mundo com AFP

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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