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El Hierro: a pequena ilha das Canárias no centro da crise migratória – ensaio fotográfico | Espanha
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Alessandro Gandolfi
“CNão podemos continuar assim. Somos apenas 30 médicos ao todo e mais de 20.000 migrantes chegaram à ilha em 2024. É um desastre e vai piorar cada vez mais.” Ana Torres é médica no único hospital de El Hierro. Hoje ela está particularmente desconsolada, porque a menor e mais remota das Ilhas Canárias, reserva da biosfera da Unesco desde 2000 e famosa por ter alcançado a auto-suficiência energética, tem agora de lidar com uma nova emergência: a dos refugiados e migrantes.
El Hierro – politicamente europeu, mas geograficamente em África – tornou-se a Lampedusa do Atlântico, a nova porta de entrada para a UE para quem chega de África. “Adoro o meu trabalho”, continua Torres, que trabalha aqui desde 2010 e tem família na Gran Canaria, “mas é frustrante saber que não o conseguimos fazer bem. Este fluxo constante de migrantes ocupa boa parte do nosso tempo em detrimento das necessidades dos cidadãos da ilha, por isso precisamos rapidamente de outro hospital.”
San Andrés abriga o CATE, Centro Móvil de Atención Temporal de Extranjeros (Centro Móvel de Recepção Temporária de Estrangeiros), administrado pela Polícia Nacional e cofinanciado pela UE.
Migrantes e refugiados desembarcam às centenas quase todos os dias, após viagens perigosas que podem durar até 10 dias nas ondas e no vento do Atlântico. Chegam em pequenos barcos de madeira ou fibra de vidro, partindo de portos da Mauritânia, Senegal e Gâmbia.
No sentido horário, a partir do canto superior esquerdo: migrantes que chegaram de barco à ilha de El Hierro vindos da costa africana são levados pela polícia para um centro de refugiados no norte da ilha de Tenerife; a bordo do ferry para Tenerife; um grupo de migrantes do Mali, Senegal e Gâmbia caminha até às piscinas naturais de La Maceta; em Valverde quatro pessoas fora de um centro de refugiados
Inicialmente eram apenas homens. Agora também chegam mulheres e crianças, e como contou Sofía Hernández, chefe do Centro de Coordenação de Resgate de Las Palmas, “há também uma hierarquia no fenômeno da migração porque se os marroquinos chegam nos barcos maiores, é o sub- Saaras que abarrotam os barcos menores e mais perigosos”.
Acima: no porto de La Restinga, trabalhadores movimentam um barco que transportava pessoas da África e agora destinado à destruição. À esquerda: barcos empilhados nas dependências da empresa Condaca Canarias SL, prontos para serem destruídos e descartados
O ponto de desembarque mais frequente em El Hierro é o extremo sul de La Restinga, onde os barcos são empilhados todos os dias no porto e depois destruídos. Sebastian Florido trabalha aqui, no guindaste do estaleiro. “Hoje chegaram três barcos”, conta num dia de vento em dezembro de 2024, “e havia quase 100 pessoas a bordo ao todo, incluindo cinco corpos. Mas lembro-me bem que em março deste ano chegaram num só dia 1.100 pessoas, entre elas também sírios, bengalis e paquistaneses.”
Omar Kebbeh, de 18 anos, gambiano, desembarcou na ilha a 26 de agosto de 2023 a bordo de um barco com outras 125 pessoas, após uma viagem que partiu do Senegal e durou seis dias. Hoje Omar foi adotado por uma família da ilha e o adolescente, que quer ser eletricista, gostaria de ficar
“Os números aumentam ano após ano e, infelizmente, também o número de naufrágios fatais”, afirma Francis Mendoza, voluntário da defesa civil local, juntamente com outros 62 concidadãos de El Hierro. “A migração para estas latitudes aumentou enormemente após a epidemia de Covid-19, quando o aumento dos controlos fronteiriços no Mediterrâneo reactivou a rota das Canárias e alterou o equilíbrio migratório.” Só para se ter uma ideia, no ano passado houve cerca de 47 mil migrantes provenientes da costa oeste africana com destino às Canárias (um aumento de 18% em relação ao ano anterior) e quase metade deles desembarcou em El Hierro, onde os controlos são menos rigorosos.
Mustafa Ndiaye, à direita, e o seu amigo Karim, ambos de 16 anos e do Senegal, perto da cidade de Valverde. Estão alojados há cerca de três meses no centro de acolhimento juvenil de Valverde.
A viagem é muito arriscada, podendo haver falhas no motor ou falta de comida e água. “Quem chega vivo muitas vezes apresenta gripe grave, desidratação, hipotermia”, diz Inmaculada Mora Peces, médica de emergência do hospital de El Hierro. “Muitos bebem água do mar e enlouquecem, e por isso ficam amarrados ou, na pior das hipóteses, deixados para morrer no mar, enquanto outros têm o chamado pé de trincheira, um problema que ocorreu no passado nas guerras de trincheiras e que se deve em este caso à presença persistente dos pés no fundo do barco, durante dias a fio, em meio a água salgada, diesel e urina.”
Uma estrada atravessa o vale norte de El Golfo, uma grande depressão semicircular particularmente fértil que abriga as maiores plantações de banana e abacaxi da ilha
Há dez anos, El Hierro ganhou as manchetes de uma forma diferente: a ilha vulcânica – com 20 km (12 milhas) de largura, uma superfície total de 268 km2 e habitada por 11.000 pessoas (muitas delas são ex-emigrantes que regressaram da Venezuela). – decidiu começar a produzir energia limpa através de fontes renováveis como a água e o vento, alcançando a independência energética durante pelo menos metade do ano e evitando o equivalente a 18.000 toneladas de CO2 emissões a cada ano.
Foi um sucesso mundial e todos falaram sobre isso. “Na ilha você pode recarregar seu carro elétrico gratuitamente e em alguns anos finalmente começaremos a usar energia solar”, afirma Cristina Morales Clavijo, da usina de Gorona del Viento.
Em cima: nos arredores de Valverde encontram-se os cinco aerogeradores que fazem parte da central eólica El Hierro, um projecto que contribui para tornar a ilha auto-suficiente em energia durante pelo menos metade do ano
Na antiguidade, El Hierro era considerada a fronteira do mundo conhecido, a fronteira dos bravos navegadores que desafiaram o Atlântico. Hoje, a ilha tornou-se mais uma vez uma fronteira importante, uma fronteira cobiçada pelos migrantes e refugiados africanos. E assim a emergência dos desembarques tornou-se um fenómeno dramático nos últimos anos, afectando todo o arquipélago das Canárias e para o qual ninguém – Frontex, Polícia Nacional, Cruz Vermelha, Defesa Civil, ONG – tem uma solução.
Um, porém, é sugerido por Omar Kebbeh, de 18 anos, da Gâmbia, que desembarcou em El Hierro na manhã de 26 de agosto de 2023 e permaneceu na ilha. Sentado num bar em Frontera, vestindo uma camisa do Barcelona e depois de uma conversa com alguns amigos da sua idade, diz: “O Ocidente deve ao mesmo tempo oferecer formação e emprego a quem chega, mas também convencer outros africanos a não partirem. . África deve ser realmente ajudada, são necessários investimentos sérios e políticas de desenvolvimento reais, caso contrário a migração nunca terminará.”
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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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16 de outubro de 2026Estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac) realizaram oficinas de audiovisual na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A iniciativa ensinou técnicas de produção de vídeos a moradores da reserva, com atividades de roteiro, gravação e edição, para incentivar o registro da história, da cultura e do cotidiano das comunidades.
As oficinas começaram em 6 de outubro e ocorreram em duas escolas: José Siqueira dos Santos, na comunidade Cazumbá, e Francisco Siqueira Moura, no Seguro. As atividades tiveram duração de um dia e meio em cada local e reuniram 20 participantes por comunidade, entre crianças, adolescentes e adultos.
Estudantes do ensino médio, professoras, funcionárias e bolsistas participaram da capacitação na escola José Siqueira dos Santos, localizada no núcleo da reserva.
- Foto: Beatriz Guedes
A formação foi ministrada por sete estudantes do 4º período de Jornalismo da Ufac, que desenvolveram atividades teóricas e práticas de produção audiovisual. Durante as aulas, os participantes aprenderam técnicas de elaboração de roteiros, captação de áudio e imagem, gravação e edição de vídeos. Na etapa prática, dividiram-se em grupos para produzir conteúdos sobre temas relacionados à comunidade.
A equipe foi formada pela professora Aleta Dreves e pelos estudantes Beatriz Oliveira, Islana Wiciuk, Railan Costa, Gabriela Guedes, Lauana Brito, Beatriz Guedes e Joás Linhares.

A atividade integra uma ação de extensão do curso de Jornalismo, desenvolvida em parceria com o projeto Tecendo Teias de Aprendizagem e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Demanda da comunidade
A oficina surgiu a partir de uma solicitação dos próprios moradores da reserva. Segundo a professora Aleta Dreves, responsável pela ação de extensão, a proposta inicial era oferecer uma atividade voltada à fotografia, mas a comunidade manifestou interesse em aprender também técnicas de produção audiovisual.
A intenção é ampliar o acesso ao conhecimento na área e incentivar os moradores a produzir registros sobre a própria realidade. A formação também busca contribuir para a criação de agentes comunicadores na reserva, capazes de compartilhar histórias, tradições e experiências sem precisar sair do território para adquirir esse conhecimento.
“Os objetivos são qualificar a população da Resex para despertar conhecimento nessa área, para que, somada a outras qualificações, possamos formar agentes comunicadores, visando à possibilidade de esses jovens e adultos não precisarem sair de dentro da reserva para obter o conhecimento”, explicou Aleta.
Para adaptar as aulas à realidade dos participantes, a equipe priorizou conteúdos básicos e ferramentas acessíveis, como celulares e tablets.

- Foto: Beatriz Guedes
A proposta também considerou a possibilidade de os moradores utilizarem a internet para aprimorar o aprendizado e divulgar as próprias produções.
Durante as oficinas, os estudantes da Ufac utilizaram exemplos próximos da rotina dos participantes para facilitar a compreensão das técnicas. A produção dos vídeos também permitiu que os moradores escolhessem temas ligados à cultura, ao trabalho e às experiências vividas na reserva.
Beatriz Guedes, uma das universitárias que ministraram as aulas, explicou que o foco foi ensinar a produção de vídeos curtos, desde a gravação até a edição. A proposta é que os participantes utilizem o conhecimento para registrar acontecimentos do cotidiano e desenvolver novas produções por conta própria.
“Estamos trabalhando com produção de audiovisual e tendo uma troca de conhecimento com os alunos. Ensinamos outros modelos, mas o nosso foco é vídeos curtos, para que eles registrem o seu cotidiano e publiquem nas redes sociais”, explicou Beatriz.
Entre os temas escolhidos pelos grupos estão a castanha e as lendas da comunidade. A estudante afirmou que a escolha de assuntos conhecidos pelos moradores ajuda a aproximar o conteúdo das oficinas das experiências de cada participante.
Um dos participantes da oficina é Kairo Siqueira, de 17 anos, que integra um grupo responsável pela produção de um vídeo sobre a seringueira, o látex e o artesanato. Para ele, a oficina permitiu conhecer novas técnicas de gravação e pensar em outras possibilidades de produção de conteúdo.
“Está sendo engraçado e bem produtivo. Nós estamos aprendendo mais sobre as filmagens, sobre as nossas formas de filmagem e sobre várias outras coisas”, relatou o estudante.
Kairo Siqueira, de 17 anos, participou da oficina de audiovisual e pretende utilizar o aprendizado para produzir vídeos próprios.

Kairo pretende aproveitar o aprendizado para criar vídeos sobre jogos, experiências pessoais e atividades realizadas na floresta. Segundo ele, a vontade de gravar já existia, mas a oficina apresentou conhecimentos que podem ajudar a desenvolver essas produções.
A experiência também pode ampliar o uso do audiovisual por quem já tinha contato com a fotografia e a gravação de vídeos. Keven dos Santos, de 19 anos, conta que acompanha registros da reserva desde a infância, quando o pai participava de projetos com fotógrafos de Brasília. Com o tempo, ele próprio passou a gravar momentos do cotidiano e publicar vídeos em uma conta privada.
Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações.

- Foto: Beatriz Guedes
Troca de experiências
Além dos moradores, os estudantes da Ufac também aproveitam a experiência para colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação. Para Railan Costa, as oficinas aproximam os conteúdos teóricos das situações que os futuros jornalistas encontram fora da universidade.
“A gente espera que fiquem boas sementes, pessoas interessadas em ser comunicadoras na questão de reproduzir tudo aquilo que a comunidade tem a oferecer. E que, assim como nós viemos ensiná-los a fazer, eles também possam ensinar as outras crianças, os outros jovens, que também possam somar junto com eles aqui na comunidade”, declarou.
A ação também prevê novas etapas de formação. Segundo Aleta Dreves, estão planejados um curso mais aprofundado de audiovisual em Rio Branco, oficinas de podcast e fotografia, além de uma atividade de fotografia na comunidade, voltada ao registro do artesanato local e à produção de fotografia artística.
Tecendo Teias de Aprendizagem
A oficina de audiovisual faz parte de uma iniciativa mais ampla de extensão universitária desenvolvida na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema. O projeto Tecendo Teias de Aprendizagem surgiu a partir de demandas da própria comunidade por ações nas áreas de educação, saúde e oportunidades para jovens e trabalhadores extrativistas.
Segundo a pedagoga Socorro Siqueira, que atua na coordenação local, o projeto foi elaborado em 2025 e assumido pela Ufac no fim do mesmo ano, como um programa de extensão. As ações começaram a ser executadas no início de 2026 e incluem atividades de apoio à educação, preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e produção de materiais pedagógicos para as escolas da reserva.
Para Socorro, a oficina de audiovisual contribui para aproximar os jovens da comunidade dos universitários e incentivar a expressão de suas próprias ideias. A convivência entre os grupos também permite a troca de conhecimentos entre pessoas com experiências diferentes.
“Um dos objetivos é fazer com que os jovens da comunidade se sintam em pé de igualdade, apesar de terem saberes diferentes. Perder a timidez, conseguir expressar-se como eles querem. Então, a comunicação é de fundamental importância para eles poderem conquistar os objetivos que têm”, afirmou a pedagoga.
A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.

- Foto: Beatriz Guedes
Participantes da primeira etapa do projeto na escola Francisco Siqueira Moura.

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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16 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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