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Fundador do mercado de drogas, Ross Ulbricht, fala após perdão de Trump | Notícias de tecnologia
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O fundador do Silk Road agradece ao presidente dos EUA pela ‘bênção incrível’ em mensagem de vídeo após sua libertação da prisão.
Ross Ulbricht, o fundador do mercado dark web perdoado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trumpfalou sobre sua libertação da prisão pela primeira vez.
Ulbricht, 40 anos, foi condenado a duas penas de prisão perpétua, mais 40 anos, em 2015, por administrar o Silk Road, um mercado on-line ilícito que, segundo promotores dos EUA, facilitou US$ 183 milhões em vendas de drogas usando Bitcoin.
Na terça-feira, Trump concedeu a Ulbricht um perdão total e incondicional, cumprindo uma promessa de campanha aos libertários e entusiastas das criptomoedas que fizeram lobby por sua libertação.
Numa mensagem de vídeo publicada no X na sexta-feira, Ulbricht expressou a sua gratidão a Trump por lhe conceder clemência.
“Eu estava cumprindo prisão perpétua sem liberdade condicional e fiquei preso por mais de 11 anos, mas ele me deixou sair. Sou um homem livre agora. Portanto, que fique claro que Donald Trump é um homem de palavra”, disse ele.
“Muito obrigado, Presidente Trump, por me dar esta bênção incrível. Estou muito, muito grato por ter minha vida de volta, por ter meu futuro de volta, por ter uma segunda chance.”
Ulbricht disse que planeja passar mais tempo com sua família, mas que terá mais a dizer no futuro.
“Esta é uma vitória e é a sua vitória também. E este é um momento importante para todos, em todos os lugares, que amam a liberdade e que se preocupam com segundas oportunidades”, disse ele.
“É incrível ser livre, para dizer o mínimo. É impressionante.”
-Ross Ulbricht (@RealRossU) 24 de janeiro de 2025
O caso de Ulbricht foi apresentado como um exemplo de exagero do governo por parte de libertários e apoiadores da criptografia, que argumentaram que ele havia sido processado injustamente por transações feitas por outras pessoas e que sua punição não se adequava ao crime.
Os advogados de Ulbricht também argumentaram que, embora ele tenha criado o site, ele transferiu o controle para outras pessoas depois de apenas alguns meses e foi atraído de volta como um bode expiatório no momento em que as autoridades se aproximavam.
Ao anunciar o seu perdão, Trump classificou a punição de Ulbricht como “ridícula” e disse que os responsáveis pela sua acusação eram alguns dos “mesmos lunáticos que estiveram envolvidos na moderna utilização do governo como arma contra mim”.
Os promotores dos EUA classificaram Ulbricht como um gênio do crime movido pelo desejo de dinheiro e poder, e alegaram que as drogas vendidas em seu site causaram a morte de seis pessoas.
Os promotores também alegaram que Ulbricht havia solicitado o assassinato de pessoas que considerava ameaças à sua operação, embora não tenha sido condenado por tal crime e nenhuma prova tenha sido apresentada de que alguém tivesse realmente sido morto.
Embora alguns republicanos conhecidos por defenderem opiniões libertárias tenham saudado o perdão de Trump, a medida atraiu a condenação de vários legisladores democratas.
“Perdoar os chefões do tráfico de drogas é um tapa na cara das famílias que perderam entes queridos devido aos seus crimes”, disse a senadora democrata Catherine Cortez Masto em um post no X.
“Donald Trump deveria explicar-lhes como isso torna a América mais segura. É um ultraje.”
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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21 horas atrásem
26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
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22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
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