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Eleições no Botsuana: Partido no poder pretende prolongar 58 anos no poder | Notícias Eleitorais

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O Partido Democrático do Botswana continua a ser o favorito, apesar do lento crescimento económico causado pela diminuição da procura de diamantes.

Botsuana é votar em uma eleição geral em que o Presidente Mokgweetsi Masisi procura um segundo mandato e o seu partido no poder espera prolongar as suas quase seis décadas no poder.

Masisi, 63 anos, compete contra três adversários na quarta-feira por mais um mandato de cinco anos. O seu Partido Democrático do Botswana (BDP) – que governa o país de 2,3 milhões de habitantes há 58 anos, desde a independência do domínio britânico em 1966 – continua a ser o favorito, apesar da sua popularidade decrescente.

O BDP enfrenta uma oposição dividida, sendo o seu maior desafio o Guarda-chuva para a Mudança Democrática (UDC), uma coligação liderada pelo advogado Duma Boko.

Reatile está concorrendo à presidência.

O BDP – um dos partidos há mais tempo no poder em África – mantém a maioria no parlamento, tendo conquistado 38 dos 57 assentos disputados em 2019.

O Botswana é considerado um dos países mais estáveis ​​de África, mas enfrenta desafios económicos devido à recessão global na procura de diamantes, dos quais depende. É o segundo maior produtor de diamantes depois da Rússia.

O país tem lutado para diversificar a sua economia. O desemprego aumentou para 27 por cento este ano e é significativamente mais elevado para os jovens.

Gaborone, Botsuana (AP Photo) – Themba Hadebe (AP Photo)

O BDP afirma que ouviu as preocupações dos eleitores e que irá procurar novas fontes de receitas, como o processamento de recursos minerais e o desenvolvimento dos sectores da agricultura e do turismo.

Um dos lemas da sua campanha foi “Mudar Juntos, Construir Prosperidade”.

As urnas foram abertas às 6h30 (04h30 GMT) para mais de um milhão de pessoas registradas para votar. A eleição determinará a composição do parlamento e os legisladores elegerão posteriormente o presidente.

‘Novo Botsuana’

“Estamos preocupados com questões de emprego e estruturas salariais”, disse Karabo Manguba, executivo de vendas de uma estação de rádio, de 29 anos, à agência de notícias Associated Press. “Votar é um esforço patriótico… e as nossas vozes precisam de ser ouvidas.”

Outro eleitor, Lone Kobe, de 38 anos, disse à agência de notícias AFP: “É a minha hora de expressar a minha opinião. Mal posso esperar. …Gostaria de experimentar um novo Botswana. Estamos vendo uma porcentagem da população aproveitando os benefícios.”

Masisi chegou ao poder em 2018 através de uma transição planeada, depois de o seu antecessor, Ian Khama, ter cumprido no máximo 10 anos no cargo. Ele manteve o cargo após a eleição de 2019 vencida pelo BDP.

Ele conseguiu negociar um novo contrato com o gigante dos diamantes, o Grupo De Beers, para dar ao Botswana uma maior parte dos seus diamantes em bruto.

Os diamantes representam mais de 80 por cento das exportações do Botswana e um quarto do produto interno bruto (PIB), segundo o Banco Mundial.

Mas Masisi reconheceu a desaceleração do mercado.

“Os nossos diamantes não são vendidos desde Abril, por isso, sim, as nossas receitas caíram, mas os fundamentos económicos ainda permanecem intactos”, disse ele num debate presidencial na semana passada.

As vendas de diamantes brutos na Debswana, empresa de propriedade conjunta do governo com a De Beers, caíram quase 50 por cento no primeiro semestre de 2024, segundo as autoridades.

Masisi também levantou uma proibição da caça ao elefanteque elogiou por beneficiar as comunidades rurais, e instituiu uma proibição de importação de alguns produtos agrícolas para ajudar os agricultores.

Oponentes disputando mudanças

A oposição diz que o BDP está no poder há demasiado tempo e acusa-o de má gestão económica e corrupção, o que nega.

“Não é aceitável que um país como o nosso, que é o quinto mais rico per capita de África, ainda tenha tantas pessoas a viver na pobreza”, disse Boko da UDC no debate.

A UDC comprometeu-se a mais do que duplicar o salário mínimo, de 1.500 pula (112 dólares) por mês para 4.000 pula (300 dólares) se vencer.

Apoiadores da Guarda-chuva para a Mudança Democrática (UDC) deixam o comício final em Tlokweng, a leste de Gaborone, Botsuana
Apoiadores da Guarda-chuva para a Mudança Democrática em um comício em Tlokweng, leste de Gaborone (Arquivo: Thalefang Charles/Reuters)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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