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‘Eles estiveram tantas vezes no chão’: Arne Slot acusa o Arsenal de perda de tempo | Liverpool
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2 anos atrásem
Ed Aarons at the Emirates Stadium
Arne Slot acusou o Arsenal de perda de tempo e admitiu que ficou desapontado ao receber um cartão amarelo, já que o Liverpool recuperou duas vezes de desvantagem reivindicar um empate.
Um remate brilhante de Bukayo Saka colocou a equipa de Mikel Arteta em vantagem, que foi anulada pelo cabeceamento de Virgil van Dijk, antes de Mikel Merino marcar de cabeça o seu primeiro golo pelo clube na cobrança de falta.
No entanto, depois de sofrerem uma dupla lesão, com Gabriel Magalhães e Jurriën Timber a coxearem na segunda parte, os anfitriões foram empatados pelo 11º golo de Mohamed Salah em 15 jogos na Premier League frente a Arsenal.
Slot disse na preparação para o jogo que “nem me vem à cabeça sobre faltas táticas ou artes das trevas”, mas admitiu que ficou surpreso ao receber um cartão amarelo do árbitro, Anthony Taylor, após protestar sobre o número de paralisações durante o jogo.
“Foram tantas vezes que eles estiveram no chão, o que pode acontecer tantas vezes no futebol”, disse ele. “Não os culpo por isso, mas sempre acontecia depois de terem posse de bola. Isso tirou a energia do jogo, na minha opinião. Então eu disse para (Ibrahima Konaté): ‘Isso é uma maldita piada’, e o quarto oficial pensou que eu disse a ele: ‘Você é uma maldita piada.’ Mas definitivamente não foi isso que eu disse. Mas ganhei um amarelo por isso e agora estou com dois e preciso ter cuidado.”
O empate deixa a equipe de Slot um ponto atrás do líder Manchester City, com o Arsenal, vice-campeão nas últimas duas temporadas, mais quatro pontos atrás, em terceiro. Mas embora ele se recusasse a dizer se Liverpool são candidatos ao título esta temporada, o holandês admitiu que ficou encantado com a forma como reagiram ao facto de terem ficado para trás.
“Hoje tivemos que lutar muito para voltar ao jogo e isso mostra uma grande mentalidade”, disse ele. “Acho que a maioria dos torcedores do Arsenal no intervalo sentiriam que isso provavelmente nos levaria a uma vitória, mas podemos levar a forma como jogamos no segundo tempo para os próximos jogos.”
Arteta se recusou a criticar Taylor depois que ele não conseguiu expulsar Van Dijk por parecer ter chutado Kai Havertz no primeiro tempo ou por anular um potencial gol da vitória tardia do substituto Ethan Nwaneri. Mas admitiu que a sua equipa tem agora de tentar recuperar o atraso em relação aos rivais.
após a promoção do boletim informativo
“Você não quer estar nessa posição. Você quer estar à frente. Mas é aqui que estamos”, disse ele. “A equipe está viva, a equipe quer. Eu sinto isso todos os dias. Os jogadores que não podem jogar estão chateados, os que se lesionam, os jogadores que estão estão num bom momento. As coisas vão mudar e estaremos em um lugar melhor. Mas certamente estamos lá.”
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Licenciatura Indígena realiza defesa de TCCs em aldeias no Juruá — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
23 de outubro de 2026O curso de Licenciatura Indígena, do campus Floresta da Ufac, realizou o 1º Seminário Acadêmico de Apresentação de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). O evento possibilitou a defesa de 16 trabalhos nas aldeias Barão, da terra indígena Puyanawa, em Mâncio Lima (AC), e Morada Nova, na terra indígena Katukina/Kaxinawá, em Feijó (AC). As atividades ocorreram entre 25 de setembro e 2 de outubro, envolvendo estudantes, professores, egressos do curso, pós-graduandos e as comunidades locais.
Os TCCs defendidos nas aldeias são de autoria de discentes que ingressaram na Ufac em 2023 e deverão colar grau no início de 2027. Os temas das pesquisas contemplaram variados aspectos da vida indígena, abrangendo história, biografia, mitologia, organização política, território, medicina tradicional, grafismos, gênero, terminologias linguísticas, educação especial, atividade cinegética e rituais tradicionais.
A viabilização das defesas nas aldeias ocorreu pela primeira vez em 18 anos de existência da graduação e está de acordo com a pedagogia da alternância, pela qual parte da carga horária do curso é realizada nas comunidades indígenas dos alunos, por meio de pesquisa e extensão. Os recursos para realização do evento foram provenientes de projeto de extensão com o mesmo nome do seminário.
As bancas de avaliação foram compostas por docentes do curso, egressos de outras turmas da Licenciatura Indígena e egressos indígenas de outros cursos da Ufac, inclusive da pós-graduação. Também compuseram algumas bancas pessoas reconhecidas por suas comunidades com “notório saber”, expediente previsto no regulamento de TCC do curso. Além de familiares dos estudantes e moradores das aldeias, indígenas de outras etnias estiverem presentes no seminário.

Organização
A atividade no município de Mâncio Lima, que é vizinho ao campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), ocorreu num só dia, em 25 de setembro, com a defesa de dois TCCs. Já para o evento em Feijó foi necessário um deslocamento de ônibus, com duração de quase seis horas, em 30 de setembro, até o porto da cidade. E, à noite, uma embarcação levou cerca de 20 pessoas até a aldeia Morada Nova, onde houve uma recepção musical para o grupo. Na manhã do dia seguinte começaram as defesas, que prosseguiram até 2 de outubro.

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Herbário da Ufac participa do 76º Congresso Nacional de Botânica — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
22 de outubro de 2026A servidora Júlia Gomes da Silva, curadora do Herbário da Ufac, vinculado ao Parque Zoobotânico (PZ), representou a instituição no 76º Congresso Nacional de Botânica e 15º Encontro de Botânicos do Centro-Oeste, eventos ocorridos de 11 a 16 de outubro, em Campo Grande. Ela participou de mesa-redonda com apresentação das coleções dos herbários da região Norte.
Na ocasião, os curadores discutiram avanços, desafios estruturais e o futuro das coleções científicas do país. Durante sua exposição, Júlia conduziu o público por uma linha do tempo que remonta a 22 de outubro de 1979, data da primeira coleta registrada no campus-sede da Ufac: uma ‘Vismia’ (gênero científico de planta) coletada por L. Coêlho. Em razão desse registro, o herbário da Ufac comemora 47 anos nesta quinta-feira, 22.
Júlia destacou perspectivas importantes para o cenário científico acreano. Entre os projetos de destaque estão investimentos viabilizados via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), incluindo a projeção de um novo prédio de cerca de 600 metros quadrados e a aquisição de armários compactadores modernos para garantir a preservação do acervo em longo prazo.
Também representaram a Ufac estudantes do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), e a professora Simone Reis. A universidade enviou 11 resumos, dos quais oito foram apresentados. O evento possibilitou a troca de experiência com botânicos do país e conversas sobre parcerias de trabalho, incluindo a realização de expedições para grupos de plantas pouco estudados no Acre.
Herbário
O Herbário da Ufac tem uma equipe técnica composta por Júlia Gomes da Silva, Izailene Saar e colaboradores, como a ex-curadora e atual vice-reitora Almecina Balbino, o técnico Davi Borges e estagiários. O acervo abriga preciosidades da flora amazônica e sul-americana, registrando a superação de gargalos históricos de digitalização e integrando atualmente plataformas globais de dados de biodiversidade, como o SpeciesLink e o Global Biodiversity Information Facility.
Entre os marcos recentes destacados está o avanço na informatização de milhares de registros e a aposta em inovações, como a participação na Rede de Herbários Espectrais da Amazônia, que utiliza a espectroscopia no infravermelho próximo (tecnologia NIR portátil) para otimizar a identificação de espécies diante da escassez de taxonomistas na região.
A informatização completa do acervo ainda está em processo e figura como um dos principais objetivos da equipe, que agradeceu à direção do PZ e à Ufac pelo apoio contínuo aos servidores e à coleção, além de exaltar o esforço coletivo dos bolsistas, voluntários e parceiros que documentam, protegem e estudam a flora e funga brasileira.
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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
21 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza até esta sexta-feira, 23, a 3ª Semana Acadêmica de Física, no prédio do curso, no campus-sede, em Rio Branco. Iniciado nessa segunda-feira, 19, o evento retoma as atividades presenciais da semana acadêmica após seis anos de interrupção, causada pela pandemia de covid-19 e pela reorganização do calendário universitário.
A programação tem atrações abertas ao público, como oficinas de astronomia, observação do Sol com telescópio e um planetário móvel, instalado no segundo andar do prédio de Física. Há ainda palestras, apresentações de pesquisas de estudantes e minicursos práticos de elaboração de material didático, física experimental, criação de mapas, processamento de dados e sismologia.
Organizada em três eixos temáticos, a semana é voltada aos estudantes da licenciatura e do bacharelado em Física e do curso de Física Aplicada às Ciências da Terra. Os primeiros dias tiveram debates e palestras sobre o ensino de física e a formação docente. Em seguida, a programação trata de física pura, como mecânica quântica, relatividade e física de partículas, e termina com geofísica, astronomia e fenômenos naturais.
Segundo o coordenador do evento e professor do curso de Física, Victor Carreira, a retomada presencial reaproxima o curso da comunidade externa e das escolas de educação básica. Turmas do Instituto Federal do Acre visitaram a semana, e escolas da rede pública foram convidadas.

“A semana acadêmica é muito importante tanto para os nossos alunos quanto para a comunidade em geral de Rio Branco”, disse Carreira. “É uma oportunidade para jovens do ensino médio conhecerem a universidade e vivenciarem a ciência na prática.”
A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, 23, à tarde.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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