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‘Eles se recusaram a me deixar ir’: trabalhadores japoneses recorrem a agências de demissão para pedir demissão | Japão

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Justin McCurry in Tokyo

MAri tinha apenas dois meses em seu novo emprego quando decidiu que já estava farto. A posição num banco online em Tóquio, encontrada através de uma agência de recrutamento, parecia perfeita para o jovem de 25 anos, membro das legiões de trabalhadores temporários do Japão.

Mas ela rapidamente ficou desanimada. “No meu primeiro dia, eles me deram um manual grosso para ler e, quando fui até meu chefe com perguntas, ele disse: ‘Por que diabos você está me perguntando isso?’”

Mari, que pediu que seu nome verdadeiro não fosse divulgado, era regularmente forçado a trabalhar até tardee o comportamento de seu chefe tornou-se mais ameaçador. “Ele me perguntava por que eu estava demorando tanto para terminar uma tarefa e fingia me dar um soco quando achava que eu tinha cometido um erro. E ele fazia coisas como derrubar deliberadamente meu estojo no chão. Foi assédio de poder, puro e simples.”

Incapaz de reunir coragem para dizer ao seu chefe que queria pedir demissão, ela procurou a ajuda de uma empresa que oferecia demissões por procuração, um serviço em rápido crescimento para trabalhadores japoneses que não conseguem entregar seu aviso pessoalmente.

A agência Momuri, com sede em Tóquio, relata um aumento na demanda desde que começou a oferecer serviços de demissão por procuração, há dois anos e meio. “Apresentamos demissões em nome de pessoas que, por qualquer motivo, não conseguem fazer isso sozinhas”, diz Shinji Tanimoto, diretor da Albatross, a empresa que administra a Momuri – japonesa “já chega”.

Ele acrescenta: “Às vezes é apenas uma relutância natural, mas alguns podem ter sofrido assédio ou mesmo violência por parte dos seus empregadores. Eles estão perdendo o juízo quando vêm até nós.”

A empresa, uma das cerca de 100 empresas em todo o Japão que oferecem serviços semelhantes, recebeu até agora 350 mil consultas online e concluiu 20 mil demissões.

Os especialistas atribuíram a tendência a uma mudança geracional nas atitudes em relação ao trabalho, acelerada pela perturbação nos empregos e nos estilos de vida causada pela pandemia da Covid-19, quando o trabalho a partir de casa levou muitas pessoas a reconsiderar o seu equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

Trabalhadores de escritório no distrito comercial de Tóquio. Fotografia: Bloomberg/Getty Images

do Japão escassez crônica de mão de obra – um sintoma de sua baixa taxa de natalidade – também tornou os empregadores mais determinados a reter o pessoal, mesmo que isso signifique intimidá-los para que permaneçam. Alguns forçam os trabalhadores a encontrar os seus próprios substitutos antes de aceitarem as suas demissões ou rasgam as suas cartas de demissão à sua frente.

Depois de entrar em contato com Momuri por meio de um aplicativo de mensagens popular, os clientes são solicitados a preencher um questionário, assinar um contrato e pagar uma taxa: ¥ 22.000 (£ 110) para trabalhadores em período integral e ¥ 12.300 para funcionários de meio período ou em regime fixo. contrato a prazo.

Um dos 50 funcionários de Momuri liga então para o empregador em nome do cliente. O processo, desde a consulta inicial até a demissão, pode levar de 20 a 30 minutos, segundo Tanimoto, cujo escritório contrata advogados para lidar com disputas legais.

Pessoas na faixa dos 20 anos representam 60% dos usuários do Momuri, incluindo um grande número de recém-formados. De acordo com o Ministério do Trabalho, mais de 30% dos recém-licenciados abandonam os seus empregos no prazo de três anos – um número que teria sido inimaginável durante o milagre económico do pós-guerra no Japão.

Existem inúmeras razões para querer demitir-se, diz Tanimoto, cuja empresa apresenta uma taxa de sucesso de 100%: desde horas extraordinárias não pagas, baixos salários e quebras de contrato por parte dos empregadores, até abuso verbal, violência e assédio sexual.

“No Japão, as empresas são tradicionalmente fortes – vale o que o seu empregador diz”, diz ele. “E os japoneses geralmente relutam em balançar o barco. Renunciar é visto como escapar e fugir de suas responsabilidades. Mas isso está mudando.”

O aumento na procura de demissões por procuração foi atribuído a um desfasamento entre geração Z trabalhadores e empresas cuja cultura empresarial está enraizada na era do pós-guerra, quando se esperava que o emprego vitalício, as promoções e os aumentos salariais fossem recompensados ​​com lealdade absoluta por parte dos funcionários. Muitos chefes consideram um pedido de demissão um insulto pessoal.

Embora a base de clientes da Momuri seja maioritariamente jovem, também recebe pedidos de ajuda de trabalhadores mais velhos. “Lidamos com todos os tipos de empresas, desde nomes conhecidos até pequenas empresas”, diz Tanimoto, cuja empresa já apresentou 45 demissões em massa à mesma empresa.

A reação dos empregadores varia. Um pequeno número demonstra arrependimento e pede desculpas indiretas ao funcionário, e a maioria simplesmente aceita a decisão e preenche a documentação necessária. “Mas um pequeno número enlouquece e ameaça aparecer no nosso escritório, esse tipo de coisa”, acrescenta. “Se eles se comportam assim, você se pergunta o quão terrível deve ter sido para o cliente.”

Mais de 40% daqueles que recorreram a uma agência de demissão disseram que o seu empregador tentou impedi-los de sair ou era provável que o fizesse. Fotografia: Bloomberg/Getty Images

As empresas de demissão por procuração dizem que as consultas aumentam após feriados prolongados, fins de semana e até mesmo depois de um dia chuvoso – momentos em que as pessoas tendem a ser mais reflexivas. Um em cada seis trabalhadores no Japão utilizou agências de demissão para mudar de emprego nos 12 meses até junho deste ano, de acordo com Mynavi, um fornecedor de informações de emprego.

O maior grupo, 40,7% dos entrevistados, disse que procurou ajuda porque o seu empregador os impediu de sair ou era provável que o fizesse. Quase um terço disse que o seu ambiente de trabalho tornava impossível comunicar a sua intenção de sair, enquanto quase 25% disseram temer que a sua empresa reagisse mal.

Toui Iida enviou uma mensagem de texto a uma agência de demissão em setembro, um mês depois de ter sido contratado por um contrato de curto prazo por uma empresa de TI.

“O trabalho era muito mais exigente fisicamente do que me disseram, então decidi pedir demissão”, diz Iida, que agora está entre empregos. “Mas quando contei ao meu empresário, ele ressaltou que eu havia assinado um contrato de um ano e não estava lá há muito tempo, então se recusou a me deixar ir.”

Demorou apenas algumas horas para o jovem de 25 anos cortar relações com seu empregador. “Fiquei tão feliz por não ter que trabalhar no dia seguinte. Foi como ter uma segunda chance.”

Mari, que voltou ao trabalho, sentiu uma onda de alívio semelhante. “A experiência afetou minha saúde física e mental”, diz ela.

“No Japão, espera-se que você se dedique à empresa… desistir está fora de questão. Mas as pessoas da minha geração são diferentes. Somos mais calculados em relação às nossas escolhas de vida e, para mim, isso significa colocar a minha felicidade pessoal antes do meu trabalho.”



Leia Mais: The Guardian

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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

Estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac) realizaram oficinas de audiovisual na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A iniciativa ensinou técnicas de produção de vídeos a moradores da reserva, com atividades de roteiro, gravação e edição, para incentivar o registro da história, da cultura e do cotidiano das comunidades.

As oficinas começaram em 6 de outubro e ocorreram em duas escolas: José Siqueira dos Santos, na comunidade Cazumbá, e Francisco Siqueira Moura, no Seguro. As atividades tiveram duração de um dia e meio em cada local e reuniram 20 participantes por comunidade, entre crianças, adolescentes e adultos.

Estudantes do ensino médio, professoras, funcionárias e bolsistas participaram da capacitação na escola José Siqueira dos Santos, localizada no núcleo da reserva. 

Foto: Beatriz Guedes


A formação foi ministrada por sete estudantes do 4º período de Jornalismo da Ufac, que desenvolveram atividades teóricas e práticas de produção audiovisual. Durante as aulas, os participantes aprenderam técnicas de elaboração de roteiros, captação de áudio e imagem, gravação e edição de vídeos. Na etapa prática, dividiram-se em grupos para produzir conteúdos sobre temas relacionados à comunidade.

A equipe foi formada pela professora Aleta Dreves e pelos estudantes Beatriz Oliveira, Islana Wiciuk, Railan Costa, Gabriela Guedes, Lauana Brito, Beatriz Guedes e Joás Linhares. 

A atividade integra uma ação de extensão do curso de Jornalismo, desenvolvida em parceria com o projeto Tecendo Teias de Aprendizagem e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Demanda da comunidade

A oficina surgiu a partir de uma solicitação dos próprios moradores da reserva. Segundo a professora Aleta Dreves, responsável pela ação de extensão, a proposta inicial era oferecer uma atividade voltada à fotografia, mas a comunidade manifestou interesse em aprender também técnicas de produção audiovisual.

A intenção é ampliar o acesso ao conhecimento na área e incentivar os moradores a produzir registros sobre a própria realidade. A formação também busca contribuir para a criação de agentes comunicadores na reserva, capazes de compartilhar histórias, tradições e experiências sem precisar sair do território para adquirir esse conhecimento.

“Os objetivos são qualificar a população da Resex para despertar conhecimento nessa área, para que, somada a outras qualificações, possamos formar agentes comunicadores, visando à possibilidade de esses jovens e adultos não precisarem sair de dentro da reserva para obter o conhecimento”, explicou Aleta.

Para adaptar as aulas à realidade dos participantes, a equipe priorizou conteúdos básicos e ferramentas acessíveis, como celulares e tablets. 

Foto: Beatriz Guedes


A proposta também considerou a possibilidade de os moradores utilizarem a internet para aprimorar o aprendizado e divulgar as próprias produções.

Durante as oficinas, os estudantes da Ufac utilizaram exemplos próximos da rotina dos participantes para facilitar a compreensão das técnicas. A produção dos vídeos também permitiu que os moradores escolhessem temas ligados à cultura, ao trabalho e às experiências vividas na reserva.

Beatriz Guedes, uma das universitárias que ministraram as aulas, explicou que o foco foi ensinar a produção de vídeos curtos, desde a gravação até a edição. A proposta é que os participantes utilizem o conhecimento para registrar acontecimentos do cotidiano e desenvolver novas produções por conta própria.

“Estamos trabalhando com produção de audiovisual e tendo uma troca de conhecimento com os alunos. Ensinamos outros modelos, mas o nosso foco é vídeos curtos, para que eles registrem o seu cotidiano e publiquem nas redes sociais”, explicou Beatriz.

Entre os temas escolhidos pelos grupos estão a castanha e as lendas da comunidade. A estudante afirmou que a escolha de assuntos conhecidos pelos moradores ajuda a aproximar o conteúdo das oficinas das experiências de cada participante.

Um dos participantes da oficina é Kairo Siqueira, de 17 anos, que integra um grupo responsável pela produção de um vídeo sobre a seringueira, o látex e o artesanato. Para ele, a oficina permitiu conhecer novas técnicas de gravação e pensar em outras possibilidades de produção de conteúdo.

“Está sendo engraçado e bem produtivo. Nós estamos aprendendo mais sobre as filmagens, sobre as nossas formas de filmagem e sobre várias outras coisas”, relatou o estudante.

Kairo Siqueira, de 17 anos, participou da oficina de audiovisual e pretende utilizar o aprendizado para produzir vídeos próprios.

Foto: Beatriz Guedes

Kairo pretende aproveitar o aprendizado para criar vídeos sobre jogos, experiências pessoais e atividades realizadas na floresta. Segundo ele, a vontade de gravar já existia, mas a oficina apresentou conhecimentos que podem ajudar a desenvolver essas produções.

A experiência também pode ampliar o uso do audiovisual por quem já tinha contato com a fotografia e a gravação de vídeos. Keven dos Santos, de 19 anos, conta que acompanha registros da reserva desde a infância, quando o pai participava de projetos com fotógrafos de Brasília. Com o tempo, ele próprio passou a gravar momentos do cotidiano e publicar vídeos em uma conta privada.

Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações. 

Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações.
Foto: Beatriz Guedes

Troca de experiências

Além dos moradores, os estudantes da Ufac também aproveitam a experiência para colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação. Para Railan Costa, as oficinas aproximam os conteúdos teóricos das situações que os futuros jornalistas encontram fora da universidade.

“A gente espera que fiquem boas sementes, pessoas interessadas em ser comunicadoras na questão de reproduzir tudo aquilo que a comunidade tem a oferecer. E que, assim como nós viemos ensiná-los a fazer, eles também possam ensinar as outras crianças, os outros jovens, que também possam somar junto com eles aqui na comunidade”, declarou.

A ação também prevê novas etapas de formação. Segundo Aleta Dreves, estão planejados um curso mais aprofundado de audiovisual em Rio Branco, oficinas de podcast e fotografia, além de uma atividade de fotografia na comunidade, voltada ao registro do artesanato local e à produção de fotografia artística.

Tecendo Teias de Aprendizagem

A oficina de audiovisual faz parte de uma iniciativa mais ampla de extensão universitária desenvolvida na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema. O projeto Tecendo Teias de Aprendizagem surgiu a partir de demandas da própria comunidade por ações nas áreas de educação, saúde e oportunidades para jovens e trabalhadores extrativistas.

Segundo a pedagoga Socorro Siqueira, que atua na coordenação local, o projeto foi elaborado em 2025 e assumido pela Ufac no fim do mesmo ano, como um programa de extensão. As ações começaram a ser executadas no início de 2026 e incluem atividades de apoio à educação, preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e produção de materiais pedagógicos para as escolas da reserva.

Para Socorro, a oficina de audiovisual contribui para aproximar os jovens da comunidade dos universitários e incentivar a expressão de suas próprias ideias. A convivência entre os grupos também permite a troca de conhecimentos entre pessoas com experiências diferentes.

“Um dos objetivos é fazer com que os jovens da comunidade se sintam em pé de igualdade, apesar de terem saberes diferentes. Perder a timidez, conseguir expressar-se como eles querem. Então, a comunicação é de fundamental importância para eles poderem conquistar os objetivos que têm”, afirmou a pedagoga.

A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.

A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.
Foto: Beatriz Guedes

Participantes da primeira etapa do projeto na escola Francisco Siqueira Moura. 

Foto: Aleta Dreves



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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