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Elon Musk diz que todos os dados humanos para treinamento de IA estão ‘esgotados’ | Inteligência artificial (IA)

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Dan Milmo Global technology editor

As empresas de inteligência artificial ficaram sem dados para treinar seus modelos e “esgotaram” a soma do conhecimento humano, Elon Musk disse.

A pessoa mais rica do mundo sugeriu que as empresas tecnológicas teriam de recorrer a dados “sintéticos” – ou materiais criados por modelos de IA – para construir e afinar novos sistemas, um processo que já ocorre com a tecnologia em rápido desenvolvimento.

“A soma cumulativa do conhecimento humano foi esgotada no treinamento em IA. Isso aconteceu basicamente no ano passado”, disse Musk, que lançou seu próprio negócio de IAxAI, em 2023.

Modelos de IA, como o modelo GPT-4o que alimenta o Bate-papoGPTbot são “treinados” numa vasta gama de dados retirados da Internet, onde aprendem a identificar padrões nessas informações – permitindo-lhes prever, por exemplo, a próxima palavra numa frase.

Falando numa entrevista transmitida ao vivo na sua plataforma de redes sociais, X, Musk disse que a “única forma” de contrariar a falta de material de origem para treinar novos modelos era passar para dados sintéticos criados por IA.

Referindo-se ao esgotamento dos dados, ele disse: “A única maneira de complementar isso é com dados sintéticos onde… ele irá escrever um ensaio ou apresentar uma tese e então se avaliará e… passará por esse processo de auto-aprendizagem.”

A Meta, proprietária do Facebook e do Instagram, usou dados sintéticos para ajustar seu maior modelo de IA Llama, enquanto a Microsoft também usou conteúdo feito de IA para seu modelo Phi-4. Google e OpenAIa empresa por trás do ChatGPT, também usou dados sintéticos em seu trabalho de IA.

No entanto, Musk também alertou que o hábito dos modelos de IA de gerar “alucinações” – um termo para resultados imprecisos ou sem sentido – era um perigo para o processo de dados sintéticos.

Ele disse no entrevista transmitida ao vivo com Mark Penn, presidente do grupo de publicidade Stagwell, que as alucinações tornaram o processo de utilização de material artificial “desafiador” porque “como saber se… a resposta foi uma alucinação ou se é uma resposta real”.

Andrew Duncan, diretor de IA fundamental do Alan Turing Institute do Reino Unido, disse que o comentário de Musk corresponde a um artigo acadêmico recente que estima que os dados publicamente disponíveis para modelos de IA podem acabar já em 2026. Ele acrescentou que a dependência excessiva de dados sintéticos corre o risco de “colapso do modelo”, um termo que se refere aos resultados dos modelos com deterioração de qualidade.

“Quando você começa a alimentar um modelo com material sintético, você começa a obter retornos decrescentes”, disse ele, com o risco de que a produção seja tendenciosa e carente de criatividade.

Duncan acrescentou que o crescimento do conteúdo online gerado por IA também pode resultar na absorção desse material em conjuntos de treinamento de dados de IA.

Dados de alta qualidade e controle sobre eles são um dos campos de batalha jurídicos no boom da IA. OpenAI admitiu no ano passado que seria impossível criar ferramentas como ChatGPT sem acesso a material protegido por direitos autoraisenquanto o indústrias criativas e editores estão exigindo compensação pelo uso de seus resultados no processo de treinamento do modelo.



Leia Mais: The Guardian

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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