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“Elon Musk poderá ter de lutar mais contra interesses privados do que contra burocratas”
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2 anos atrásem
PQualquer que seja a opinião que todos possam ter sobre Donald Trump e a sua equipa, há pelo menos um ponto que desperta o interesse da opinião pública e dos decisores da maioria dos países ocidentais: a acção de Elon Musk contra a burocracia e a sua nomeação à frente de um “Departamento de Eficácia do Governo”.
O desafio do Estado tornou-se significativo nas democracias. Alimenta numerosos movimentos sociais, como o dos agricultores em Françae levanta uma onda na qual os partidos populistas estão surfando em muitos países.
Mesmo que o personagem do chefe de Tesla esteja nessa luta. A simplificação e “desengordurante” Se as estruturas e as despesas públicas não derem os resultados esperados, talvez pudéssemos colher novas ideias e receitas operacionais da abordagem de Elon Musk.
Lutando contra o “sistema”
Como a recuperação bem-sucedida do lançador de foguetes SpaceXa energia e a determinação deste homem providencial deveriam permitir derrotar finalmente a hidra burocrática, opondo-se a ela com métodos corporativos. Certamente, todas as forças do “estado profundo” (conceito usado por Trump) será mobilizado para combater cortes de agências, reduções de pessoal e orçamento, e inflação normativa, mas Elon Musk, e todos os poderes que o apoiam na sua abordagem – desde o Presidente dos Estados Unidos ao Supremo Tribunal, passando pelo Congresso – saberão como faça isso.
Saberá combater o “sistema”, com a esperança secreta de que, noutros países, o exemplo da sua acção, ou mesmo a simples ameaça de agir como ele, permitirá estabelecer um equilíbrio de poder contra as burocracias. Obviamente, isso é o que Guillaume Kasbarian pensaex-ministro (do serviço público) do governo Barnier, responsável pela transformação da ação pública.
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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre
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8 horas atrásem
10 de setembro de 2026Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.
A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.
Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.
Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.
A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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