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Em Cruzeiro do Sul, oito pessoas desaparecem em menos de dois meses

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Somente no ano passado, foram 21 casos de desaparecimentos na região. Falta de informações e fotos dificultam o trabalho da polícia, diz delegado.

Somente no mês de janeiro e início de fevereiro de 2019, o número de pessoas desaparecidas na segunda maior cidade do Acre já chega a quase 40% da quantidade de casos apurados pela polícia no ano passado.

Este ano, já foram registradas oito ocorrências de famílias que procuram pessoas que sumiram. Em 2018, foram 21 casos apurados.

De acordo com a Polícia Civil, os desaparecimentos no ano passado só foram registrados de janeiro a novembro, quando 21 pessoas sumiram e a polícia passou a investigar para tentar localizá-las. Desses, nove casos foram desvendados, sendo que seis pessoas foram encontradas mortas e três com vida depois de uma longa busca da polícia e dos familiares.

“Um dos casos que chamou nossa atenção foi de um garoto de 12 anos, que vivia pela rua aqui de Cruzeiro do Sul vendendo bombons e doces nas portas dos comércios e a mãe prestou queixa dizendo que ele sumiu. Depois de procurarmos durante vários dias, conseguimos localizá-lo em Mâncio Lima. Ele tinha ido com um caminhoneiro e ficou por lá até que conseguimos encontrá-lo”, relatou o delegado.

Dos casos que continuam sob investigação está o de José Souza, de 18 anos. Ele saiu do seringal para a cidade e sumiu no dia 5 de novembro de 2019, depois que saiu de casa para fazer compras no Centro da cidade. Ainda não se sabe o que aconteceu com o jovem.

As últimas pessoas que não se tem informações do padeiro e os familiares registraram a ocorrência na delegacia este ano sumiram nos primeiros dias de fevereiro. Um deles foi Francisco Almeida da Silva Souza, de 24 anos, que saiu de casa no dia 2 e ainda não apareceu.

“Segundo a família, a esposa abandonou esse cidadão e ele informou aos familiares simplesmente dizendo que não voltaria também e a família procurou a delegacia e comunicou que, desde o dia 2 de fevereiro, ele está desaparecido. Estamos investigando para tentar saber o que aconteceu com ele”, afirmou Batista.

A família de Larissa Araújo Bezerra também registrou uma ocorrência, no dia 6 de fevereiro, informando o desaparecimento da jovem que a polícia ainda não sabe a idade. Segundo o delegado, Larissa não dá notícias há mais de uma semana.

“Inclusive, familiares afirmaram que tiveram informações que alguém teria visto a Larissa em Porto Walter e nossos policiais daquele município já foram comunicados e estão tentando localizar essa jovem”, disse o delegado.

Para desvendar os casos de desaparecimento em Cruzeiro do Sul, a Polícia Civil montou um grupo especial em agosto do ano passado.

“Esses policiais estão se dedicando a apurar esses casos e eles nos trazem algumas dificuldades para realizar as investigações, sendo que uma delas é a falta de informação. Infelizmente, a maioria dos familiares que procura a delegacia, relata o desaparecimento, mas não traz uma fotografia que é importante para que possamos fazer contato com outros órgãos de segurança para que no momento em que alguém veja essa pessoa possa informar para a polícia”, alerta o delegado.

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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