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VÍDEO: Em enquete, Vereador “Príncipe” é eleito o parlamentar mais querido e atuante de Tarauacá
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7 anos atrásem
Antônio da Silva Araújo, popular “Príncipe”, é o vereador mais popular, querido e atuante da Câmara Municipal de Tarauacá, município do interior do Acre.
O Portal www.acre.com.br (Acre Notícias), a empresa Comunic + Ação, Agência de Notícias especializada em consultoria e gestão empresarial, em parceria com o Blog do Evandro Cordeiro e o site Notícias da Hora, conferiram congratulações aos parlamentares do município de Tarauacá, com destaque para aqueles mais atuantes.
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Os idealizadores do evento promoveram uma enquete virtual, cuja votação foi realizada no período de 16/03/19 à 14/04/19, no Facebook.
Antônio da Silva Araújo, “Príncipe”, foi eleito o 1º Parlamentar Mais Atuante do município.
Antônio da Silva Araújo
Entretanto, a vida do Antônio – que verdadeiramente é um “Príncipe” por sua fineza e educação – nunca foi fácil, como a vida de reis e rainhas. Antônio é originário de família humilde, de poucos recursos, e teve uma infância e adolescência repleta de dificuldades e desafios.
Desde jovem, Antônio sempre incentivou o esporte no município. Na maioria das vezes, com dinheiro do próprio bolso, que já era pouco. Com o tempo, as ações e incentivos de Antônio ganharam repercussão no município, e ele passou a atuar como um verdadeiro assistente social.
Natural de Tarauacá, e originário da periferia (Bairro da Praia), o “Príncipe” se tornou Assistente Social, e uma espécie de advogado dos pobres, defendendo suas causas e buscando soluções.
Nesse tempo, sua vida foi bastante agitada e dinâmica. Ocupou cargos como Secretário Municipal de Promoção Social nos governos do médico Jasone Ferreira da Silva, e do médico Rodrigo Damasceno Catão, que perceberam em “Príncipe” um grande potencial profissional e político.
Além das atuações em âmbito municipal, “Príncipe” já foi Assesssor Parlamentar da Câmara Federal, e Assessor Parlamentar na ALEAC.
Mas isso não é tudo. “Príncipe” é um verdadeiro líder comunitário, sabe ouvir pessoas simples e com simplicidade e discrição resolver seus problemas. Por isso foi secretário municipal, onde ajudou o município de Tarauacá a ganhar o Selo Unicef.
No ano de 2015, foi escolhido entre os 50 melhores Secretários Municipais de Assistência Social do Brasil.
Atualmente sua produção parlamentar se não for a maior, é uma das maiores: apresentou durante os anos de 2017, 2018 e 2019, a média de 420 preposições, além de 19 anteprojetos de lei. Nesse período, já foram sancionados pelo Poder Executivo, três projetos de sua autoria.
Atualmente, “Príncipe” exerce o cargo de Vice- Presidente da Câmara de Vereadores de Tarauacá.
Emocionado, ele fala sobre a premiação recebida, e conta um pouquinho de sua história de luta. Veja o vídeo:
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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