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Em Rio Branco, 11 detentos quebram cadeados de celas e tentam fugir de presídio
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6 anos atrásem
Onze presos foram flagrados tentando fugir do Complexo Penitenciário de Rio Branco na noite dessa sexta-feira (12). O grupo tinha saído da cela e começava a deixar o Pavilhão K da Unidade de Regime Fechado, conhecida por Chapão, quando os policiais penais perceberam a ação.
Com os detentos, os policiais acharam terezas, cordas feitas com lençóis, para tentar pular o muro. Eles tinha quebrado os cadeados das celas e do pavilhão para sair da unidade.
Em uma postagem na rede social, o policial penal José Janes reclamou da falta de iluminação no presídio. Ele ainda cobrou mais estrutura para a direção do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC).
“Mesmo na escuridão, com as iluminárias da muralha todas queimadas e nenhuma poronga a nos clarear, conseguimos avistar os vultos e os detivemos. Não é fácil dar plantão sem nenhuma estrutura, só raça mesmo”.
O G1 entrou em contato com a direção do Iapen-AC, que informou que deve divulgar um posicionamento ainda neste sábado (13).
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José Janes reclamou da falta de iluminação da unidade e cobrou mais estrutura à direção do Iapen-AC — Foto: Reprodução
Em 2020, uma vistoria feita pela 4ª Promotoria Criminal de Execução Penal e Fiscalização de Presídio encontrou encontrou refletores que ajudam a iluminar o presídio quebrados. O problema foi identificado na parte de trás do presídio, o prédio administrativo, posto médico, a escola e outras áreas sem iluminação durante o período da noite. Faltava iluminação ainda na parte externa dos pavilhões A, B, C, D, E, O e P.
“Naquela fuga em massa os policiais que levaram a culpa, mas a muralhas da unidade estão apagadas, não conseguimos enxergar um palmo. Fica complicado para para fazer o trabalho. Quando foge a culpa é de quem está lá, mas a sociedade não sabe que as condições são péssimas”, criticou o servidor.
Tentativa de fuga
Sobre a tentativa de fuga, José Janes contou que o policial da guarita que percebeu a ação dos detentos. O servidor avisou os demais colegas pelo rádio e os presos foram levados para a cela novamente.
“Conseguiram abrir o cadeado da cela e do pavilhão, que fica tudo trancado. Encontramos terezas e outras coisas usadas para pular o muro. Conseguimos controlar toda situação era quatro horas da manhã porque tem que contar todos os presos”, complementou.
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Eventos da Ufac em CZS discutem ciências ambientais e agrárias — Universidade Federal do Acre
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15 horas atrásem
11 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Ciências Ambientais e o programa de educação tutorial (PET) de Agronomia, do campus Floresta da Ufac, promovem, de 16 a 19 de novembro, o 5º Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o 2º Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá. As inscrições estão abertas online para submissão de trabalhos até 20 de setembro; e para estudantes, profissionais da área e público em geral até 20 de novembro.
Os eventos reúnem alunos, pesquisadores e profissionais do setor para debater soluções socioambientais e inovações para o desenvolvimento sustentável na região. E segundo os organizadores, consolidam-se como um fórum estratégico de integração interdisciplinar na Amazônia Ocidental, promovendo a difusão de pesquisas científicas, o intercâmbio de experiências práticas e o fortalecimento de redes de conhecimento voltadas à conservação ambiental e ao avanço das ciências ambientais e agrárias.
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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre
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10 de setembro de 2026Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.
A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.
Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.
Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.
A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.