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Em Rio Branco, seca revela acúmulo de lixo e entulho dentro do Rio Acre; veja fotos

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Garrafas, pneus, sapatos, plásticos, roupas, latas, máquina de lavar roupas e diversos outros entulhos são encontrados dentro do Rio Acre, em Rio Branco, no período de estiagem. Com a seca do manancial, o lixo descartado indevidamente nos igarapés acaba parando no rio e fica exposto às margens.

Com o nível do manancial abaixo de um 1,60 metro, muito lixo fica acumulado próximo das pilastras da Ponte Juscelino Kubitschek, conhecida como Ponte Metálica.

O cenário serviu de inspiração para uma série fotográfica do Juan Diaz. O ensaio “Salve o Rio Acre” foi feito nesta segunda-feira (19) e mostra o lixo, entulhos e toda sujeira despejada na principal fonte de abastecimento da capital acreana.

Ao G1, Diaz explicou que decidiu fazer as fotos após perceber que as pessoas comentavam muito sobre a seca do Rio Acre nas redes sociais. Porém, ele sentiu que ninguém, de fato, tinha a verdadeira dimensão das condições do manancial.

Com baixo nível, Rio Acre acumula lixo e entulhos que são descartados nos igarapés — Foto: Juan Diaz/Arquivo pessoal

“A princípio, fui fotografar para captar a situação real, mostrar o que está acontecendo mesmo. Mostrar para geral, principalmente a galera ligada nas redes e que está vendo a situação do Brasil. Fiquei bem satisfeito com o resultado, se espalhou bastante, muita gente compartilhou e se espantou também”, destacou.

O fotógrafo disse que foi um choque até mesmo para ele quando chegou às margens do manancial e se deparou com o cenário. Entre os objetos, Diaz encontrou uma garrafa de vidro diferente das demais garrafas.

“Desci e tinha pneu de carro, roda de moto, muita garrafa pet, plástico e não parava, onde encostava tinha lixo às margens do rio que vinha flutuando, máquina de lavar, sapato velho. Encontrei até uma garrafa, que acredito ser da fundação da cidade. Como ali na rua da Gameleira era a rua principal, deve ter milhares de coisas antigas no fundo do rio”, contou.

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