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Rio Branco

TJAC consulta aprovados em seleção para o cargo de conciliador quanto ao interesse em assumir função em Tarauacá e RB

Gecom TJAC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os selecionados serão oportunamente convocados para apresentação dos documentos necessários à contratação temporária.

O Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJAC) tornou públicos os editais n°38/2019 e nº39/2019 para consulta a candidatos aprovados no último processo seletivo simplificado realizado para contratação de juízes leigos e conciliadores (Processo Administrativo nº 0101791-80.2015.8.01.0000), acerca do interesse em assumir a vaga nas comarcas de Rio Branco e Tarauacá.

A escolha, vale observar, está disponível especificamente para os aprovados na seleção para o cargo de conciliador, de acordo com a ordem de classificação. O certame foi homologado por meio do Edital nº 9/2016, publicado no Diário da Justiça Eletrônico nº 5.661, de 14 de junho de 2016.

O prazo de manifestação é de cinco dias úteis. É necessário preencher o requerimento disponibilizado no sítio: https://www.tjac.jus.br/adm/processos-seletivos/ e enviá-lo para o e-mail: gedep@tjac.jus.br. Também é possível entregar pessoalmente na Gerência de Desenvolvimento de Pessoas, localizada na sede do TJAC, na capital acreana.

A consulta para preenchimento das vagas considera a política de gestão da administração do TJAC (Biênio 2019/2021), voltada à priorização do primeiro grau de jurisdição.

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ACRE

Justiça decreta prisão preventiva do homem que confessou matar o próprio filho

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A Justiça do Acre decretou a prisão preventiva de José Barbosa Bispo, após ele ser ouvido em audiência de custódia. A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) na manhã desta terça-feira (11).

José Bispo é suspeito de matar o filho Raimundo José Marque Bispo, de 19 anos, com uma facada na coxa, no último domingo (9), no bairro Abraão Alab, em Rio Branco.

O suspeito foi preso logo após o crime. Ele chegou a se esconder na casa da mãe, mas foi entregue por familiares e confessou o crime à polícia. Depois, ele foi ouvido na Delegacia de Flagrantes (Defla) e informou que os dois moravam só e que os desentendimentos entre os dois eram constantes.

O delegado Josemar Portes, que ouviu José Barbosa, durante o flagrante informou, ainda na segunda-feira (10), que José Bispo estava alcoolizado e não detalhou sobre o motivo do desentendimento dos dois.

“Foi um desentendimento de convivência e o pai alegou que o filho era usuário de droga. Ele falou em desentendimento, mas estava alcoolizado também e isso vai ser melhor apurado, porque ontem foi apenas o flagrante”, informou o delegado.

Portes disse que os dois moravam sozinhos e não houve testemunhas do caso e que durante as investigações deve ser apurada como era a relação dos dois e o que teria motivado o crime.

G1 entrou em contato com o delegado Cristiano Bastos, que está responsável pela Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) esta semana, para saber mais detalhes sobre o caso e se já tem mais informações sobre motivação do crime, mas ele informou que o caso ainda não chegou até ele.

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ACRE

Enfermeira é agredida na UPA do 2º Distrito e pede segurança nos hospitais

Folha do Acre, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Uma enfermeira identificada por “Flor de Macambira” denunciou em suas redes sociais na tarde desta terça-feira, 11, ter sido vítima de agressão física dentro da Upa do Segundo Distrito da cidade.

Para ela, uma unidade de saúde que não dispõe de profissional e material, não lhe assusta mais, porém o que lhe preocupa é a falta de segurança. “Agora não dá pra se acostumar com as agressões, que antes eram verbais e agora estão indo às vias de fato físicas”, denunciou. 

Relatos apontam que  uma paciente chegou na unidade querendo ser prioridade. “Fui agredida exercendo meu trabalho por uma paciente que não era prioridade, mas queria passar na frente de outros pacientes graves na sala de medicação
Ela disse que a vítima era paciente paciente do HOSMAC e exigia prioridade e por se dizer “doida”. “Se tem problema mental, porque a família não acompanha nesses atendimentos? Fui agredida com tapa e puxão de cabelo, não revidei, mas recorri a polícia e ambas fomos parar na delegacia”, relatou.

A moça indignada, espera que o boletim não seja só mais uma estatística, mas que o governo passe a colocar segurança nos hospitais e que a justiça exija que pessoas com transtorno mental como essa senhora seja cuidada pela família.
O caso foi registrado pela Delegacia de Polícia Civil da região.

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