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Emilie Dequenne, a atriz belga revelada por seu papel em “Rosetta”, morreu aos 43

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Emilie Dequenne, a atriz belga revelada por seu papel em "Rosetta", morreu aos 43

Emilie Dequenne, no Festival de Cannes, em 26 de maio de 2023.

A atriz belga Emilie Dequenne morreu aos 43 anos, domingo, 16 de março, no início da noite no Hospital Gustave-Roussy, em Villejuif (subúrbios parisienses), da Rare Cancer, anunciou sua família e sua agente Danielle Gain na Agência France-Presse.

Nascida em 29 de agosto de 1981, ela havia sido revelada pelo filme Rosetta Dardenne Brothers, cujo papel título ela desempenhou, o de uma jovem trabalhadora rebelde que perde seu trabalho e que lhe rendeu o prêmio de interpretação feminina em Cannes em 1999, aos 17 anos. O belga se tornou uma atriz prolífica com um jogo sutil.

Em outubro de 2023, ela anunciou que tinha um coricosurrenaloma (câncer do sistema endócrino), diagnosticado há dois meses. “Que luta difícil! E que não escolhemos … ”havia postado a atriz no Instagram em 4 de fevereiro, na ocasião do Dia Mundial do Câncer.

A atriz apareceu no tapete vermelho no Festival de Cannes em 2024, cabelos sorridentes, curtos e finos por causa de seu tratamento, pelos 25 anos de Rosetta E apresentar seu último filme no título simbólico, Sobreviver. “Além disso, luto contra caranguejos. E eu virei isso em outubro a novembro de 2022! »»um ano antes de adoecer, ela brincou com este filme de catástrofe.

Em dezembro, ela havia confiado TF1 para combater uma doença cada vez mais agressiva, o que a fará viver “Não tanto quanto o esperado”. Ela realmente experimentou uma recaída, após uma remissão. Seu câncer era um tumor maligno da glândula adrenal, para a qual o prognóstico é tudo mais escuro, pois esse tumor é grande.

Outro preço em Cannes para “perder o motivo”

A atriz, que cresceu em um ambiente modesto, sabia de onde ela veio e gostava de lembrar. “Recebi a educação dos trabalhadores, enquanto respeitava o trabalho bem feito”ela garantiu. Mas, depois do triunfo de Rosetta E, apesar de tenra idade, ela sabia como evitar a armadilha para se calar em papéis sociais. De seu segundo filme, O Pacto de Lobo (2001), uma suspense de grande porte, ela interpreta uma condessa ao lado de Vincent Cassel e Monica Bellucci.

“Fui criado em uma família onde todos foram colocados no mesmo nível, todos os reis!” »»ela explicou na saída de Não seu gênero (2014), onde acampou um cabeleireiro provincial apaixonado por um professor de filosofia parisiense. Uma história de amor encenada por seu compatriota Lucas Belvaux, que alugou seu “Empatia” e é “Proximidade do personagem”.

“Eu não quero ser catalogado em um gênero, eu mudo a cabeça toda vez”explicou a atriz que acampou um grande burguês infeliz apaixonado em As coisas que dizemos, as coisas que fazemosAssim, De Emmanuel Mouret, pelo qual recebeu um César pelo melhor papel de apoio em 2021.

A atriz deixa para trás uma carreira rica em quase 50 filmes, incluindo A filha do Rer, por André Téchiné (2009) e Para perder o motivo (2012), dois filmes inspirados em vários fatos. Neste último, dirigido por seu compatriota Joachim Lafosse, ela interpreta uma mãe infanticida, ao lado de Tahar Rahim e Niels Arestrup. Um papel que lhe rendeu outro preço de interpretação em Cannes na seção de uma determinada aparência.

Ouvir Emilie Dequenne: “Abnegação e amor absoluto são os sentimentos que eu mais amo no mundo”

O mundo com AFP

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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard - interna.jpg

Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre

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A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.

A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.

O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.

Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.

A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.

A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.

O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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