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Starmer para atravessar cortes de bem -estar que podem afetar a mais gravemente deficientes do Reino Unido | Inabilidade
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2 anos atrásem
Jessica Elgot Deputy political editor
Keir Starmer é desafiar a raiva crescente, dirigindo por cortes de bem -estar para algumas das pessoas mais graves do Reino Unido, com uma revisão que pode ver mais de 600.000 que os requerentes de benefícios perderem em média 675 libras por mês.
Ministros são Definido para abandonar os planos para congelar pagamentos pessoais independentes (PIP) em meio a uma reação. Mas eles ainda apertarão os critérios de elegibilidade para o benefício, sob grandes mudanças, a serem estabelecidos pelo secretário de Trabalho e Pensões, Liz Kendall, na terça -feira.
O Resolution Foundation ThinkTank alertou que cortar o PIP em £ 5 bilhões em 2029-30, aumentando o limite de qualificação para apoio pode significar que cerca de 620.000 pessoas perdem £ 675 por mês, em média. Ele disse que 70% desses cortes se concentrariam nessas famílias na metade mais pobre da distribuição de renda.
A varredura dos cortes alarmou muito os ativistas dos direitos de incapacidade, bem como os parlamentares trabalhistas, que estão fazendo lobby no 10 nesta semana para mudar o curso. Mas planeja Os aumentos de congelamento nos pagamentos do PIP agora são improváveis – Uma medida que exigiria uma votação parlamentar.
Os ministros do gabinete estão entre os que levantaram dúvidas sobre a escala dos cortes e os medos particulares sobre como não o 10 lidou com as mensagens.
Há também uma preocupação generalizada entre os deputados sobre os planos relatados de cortar – ou potencialmente congelar – a taxa máxima de benefícios para pessoas com deficiência que não conseguem trabalhar, embora isso possa ser atenuado por um aumento no crédito universal para aqueles que procuram ou no trabalho.
Os ministros estão motivados a igualar a renda das pessoas que procuram trabalho com pessoas não incapazes de trabalho, com o objetivo de abordar o que ele considera um incentivo para serem doentes assinados permanentemente, o que pode resultar em uma renda duas vezes mais alta que os dos candidatos a emprego.
Mas os parlamentares que falaram com o Guardian disseram que parecia “perverso” atingir aqueles que não estavam no trabalho, provavelmente incluiriam os mais gravemente deficientes e vulneráveis na sociedade em seu escopo.
A maior parte dos £ 5 bilhões esperados a £ 6 bilhões em cortes virá de tornar mais difícil se qualificar para o PIP – um benefício importante de incapacidade não vinculado ao trabalho – que provavelmente negará pagamentos a muitos com condições como o autismo.
Apesar da reação generalizada, o escopo de mais mudanças é agora improvável. O artigo verde que descreve as medidas será divulgado na terça -feira e o Tesouro agora enviou suas “principais medidas” finais ao Escritório de Responsabilidade Orçamentária – incluindo as reformas de bem -estar – para permitir que o órgão de guarda orçamentário obtenha as medidas em seu relatório antes da declaração da primavera do governo no final de março.
A Fundação Resolução disse que previu que o chanceler, Rachel Reeves, estava agora em andamento por um déficit orçamentário de cerca de 4,4 bilhões de libras devido a um crescimento mais fraco, taxas de juros e receitas tributárias mais baixas, tendo estimado anteriormente £ 9,9 bilhões na posição em 2029-30.
O diretor de pesquisa do ThinkTank, James Smith, disse que o mercado de trabalho estava em “território de recessão”, o que impediria as esperanças do governo de levar as pessoas mais deficientes no trabalho ou enfrentar mais horas.
“Fundamentalmente, ela deve evitar transformar a declaração da primavera em um orçamento de ‘gesso’, com o pensamento de longo prazo sobre a reforma do bem-estar prejudicada pela busca por economias de curto prazo que podem causar danos reais”, disse Smith.
Kendall deve definir um plano com várias mitigações que ela espera que amenize os medos dos requerentes com deficiência e Trabalho MPS. O Secretário de Trabalho e Pensões prometerá uma garantia de “direito de tentar” para os que estão atualmente em benefícios para assumir o trabalho, mas retornarão aos benefícios anteriores se o trabalho não funcionar, sem ter que passar por um processo de reavaliação cansativo.
Ela também manterá £ 1 bilhão das economias planejadas para reinvestir em esquemas de volta ao trabalho, que Kendall prometeu que será adaptado localmente e incluirá uma revisão de ajuda e apoio do JobCentre.
Após a promoção do boletim informativo
Um deputado trabalhista disse que estava se aproximando dos próximos dias com “horror absoluto” e esperava que fosse “a pior semana do parlamento”. Outro disse que havia sido contatado por constituintes em desespero no que poderia estar por vir. “Todos nós temos o argumento para a reforma, mas também podemos ver que alguns desses cortes não parecem estar direcionados às áreas que mais precisam de reforma”.
Vários parlamentares enfatizaram a Downing Street nesta semana que não podem devolver as mudanças em uma votação parlamentar, com alguns círculos eleitorais trabalhistas tendo até um em cada cinco pessoas recebendo Pip.
Os números trabalhistas seniores que sofreram alarme nos planos apontaram o dedo para o chanceler, alegando que ela foi encaixada por regras fiscais, o que significa que não poderia aumentar os impostos para combater o agravamento do clima econômico.
Fontes do Tesouro negaram que Reeves foi quem empurrava o departamento de bem -estar a ir além e que a principal forma das mudanças foi esboçada no ano passado, desde antes do trabalho chegar ao poder.
Kendall descreverá os planos para as mudanças na terça -feira, mas serão Reeves que estabelecerão a extensão das economias e mitigações planejadas na declaração da primavera em 26 de março.
Falando no domingo, o secretário de Saúde, Wes Streeting, disse que as mudanças garantiriam que o estado de bem -estar social fosse “um trampolim de volta ao trabalho e muitas pessoas são descartadas se não puderem contribuir quando puderem e deveriam e querem”.
Mas ele se recusou a ser atraído sobre os detalhes das mudanças, dizendo que aqueles que estavam preocupados deveriam esperar para ver os detalhes. “Você viu o briefing, você viu a especulação. Eu acho que a moral da história é esperar pelos planos ”, afirmou.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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