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Empresário ajuda professor que ficou no prejuízo depois de banco estornar Pix por engano
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2 anos atrásem
Um gesto de generosidade chamou atenção nas redes sociais: ao ouvir a história de um professor que ficou no prejuízo após estornar um Pix de R$ 700, um empresário decidiu agir. Comovido, Lerry Granville doou o valor perdido e ainda enviou uma mensagem de apoio.
O professor Luiz Cezar Lustosa Garbini, do Paraná, recebeu um Pix por engano e, mesmo após devolvê-lo, viu a quantia ser retirada novamente pelo banco, deixando-o em uma situação difícil. Sem alternativa, recorreu à polícia, e sua história viralizou nas redes sociais.
Além da ajuda financeira, Lerry fez questão de levar uma palavra de conforto ao professor. “Não perca a fé”, escreveu o empresário, mostrando que pequenos atos podem fazer grande diferença.
Empresário de bom coração
Lerry, do Rio Grande do Sul, ficou sabendo da história pelo G1 e se comoveu bastante com a situação..
O empresário mandou, junto com um Pix no valor de R$ 700, uma mensagem ao professor. “Prof Luiz, não perca a fé, existem pessoas corretas. Este é um presente caso não receba de volta. Abraço”, dizia o recado.
De início, quando recebeu o valor, Luiz achou se tratar da devolução do banco. Mas depois que ele leu a mensagem, ficou emocionado.
“Fiquei emocionado e muito feliz em saber que a pessoa, mesmo não me conhecendo, sentiu empatia pela situação e me ajudou dessa forma”, disse o professor.
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Estorno duas vezes
Toda a confusão começou quando um homem mandou uma mensagem no WhatsApp de Luiz, dizendo que tinha feito uma transferência errada para ele.
O professor notou que realmente tinha R$ 700 a mais na conta e combinou com o homem de devolver o valor.
Ele até tentou fazer o estorno pelo aplicativo que recebeu o dinheiro, mas não conseguiu e mandou de volta a quantia pelo Pix, formalizando a devolução.
Minutos depois, viu que o banco também havia retirado mais R$ 700 da conta. Ou seja, o estorno foi feito duas vezes!
Bloqueado no WhatsApp
Imediatamente, Luiz entrou em contato com o homem desconhecido, explicou a situação e pediu que dessa vez, ele fizesse o estorno.
Mas, diferente do professor, o homem não foi honesto, debochou da situação e bloqueou Luiz no WhatsApp.
“Me senti desacreditado que o cara teve essa atitude logo após eu ter sido honesto com ele”, lamentou ao G1.
A Polícia Civil está investigando o caso.
Luiz teve o valor tirado duas vezes da conta. Foto: Arquivo pessoal.
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Eventos da Ufac em CZS discutem ciências ambientais e agrárias — Universidade Federal do Acre
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11 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Ciências Ambientais e o programa de educação tutorial (PET) de Agronomia, do campus Floresta da Ufac, promovem, de 16 a 19 de novembro, o 5º Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o 2º Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá. As inscrições estão abertas online para submissão de trabalhos até 20 de setembro; e para estudantes, profissionais da área e público em geral até 20 de novembro.
Os eventos reúnem alunos, pesquisadores e profissionais do setor para debater soluções socioambientais e inovações para o desenvolvimento sustentável na região. E segundo os organizadores, consolidam-se como um fórum estratégico de integração interdisciplinar na Amazônia Ocidental, promovendo a difusão de pesquisas científicas, o intercâmbio de experiências práticas e o fortalecimento de redes de conhecimento voltadas à conservação ambiental e ao avanço das ciências ambientais e agrárias.
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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre
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10 de setembro de 2026Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.
A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.
Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.
Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.
A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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