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Empresas buscam cortar auxílio-doença na Alemanha – DW – 11/01/2025
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Quando o Serviço Federal de Estatística informou, em Janeiro, que o número médio de faltas por doença dos trabalhadores na Alemanha era de 15,1 em 2023, muitas empresas sugeriram que isto se devia ao facto de as pessoas faltarem ao trabalho.
A Alemanha é hoje a “campeã mundial no que diz respeito a faltas por doença”, disse Oliver Bäte, CEO do grupo segurador Allianz.
Os médicos, no entanto, tiveram uma opinião diferente. “O que tenho observado na minha prática hoje em dia é exatamente o que relatórios recentes das companhias de seguros de saúde mostraram: mais pessoas estão entrando na minha clínica com infecções agudas”, disse Markus Beier, presidente federal da associação alemã de clínicos geraisdisse à DW. “Até certo ponto, este ainda é o efeito tardio da pandemia”.
Klaus Reinhardt, presidente da Associação Médica Alemã, também vê o aumento de infecções como a principal razão para o número recorde de pessoas doentes. “Fingir que está doente não acontece em grande escala”, disse ele. Desde a pandemia do coronavírus, mais pessoas em geral estive de licença médica por causa de doenças infecciosas. Durante os dois ou três anos de confinamento e prevenção de infeções, prevenir a infeção assumiu um significado diferente.
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“O que é ainda mais preocupante é que cada vez mais pacientes sofrem de doenças mentais e dor crônica”, disse Beier. “Essas muitas vezes também são doenças de longo prazo.”
Envelhecimento da força de trabalho
Desde dezembro de 2023, os pacientes na Alemanha podem ligar para o seu médico de clínica geral para solicitar licença médica por um período máximo de cinco dias.
“Não há absolutamente nenhuma base para concluir que a alta taxa de doenças esteja ligada à capacidade de avisar que está doente por telefone”, disse Beier. “Afinal, isso só é possível para pessoas que são pacientes cadastradas no consultório para o qual estão ligando, onde seu histórico médico é conhecido. Não estamos vendo nenhum nível significativo de uso indevido”.
Reinhardt disse que a introdução de atestados de doença que podem ser enviados eletronicamente aos empregadores e às companhias de seguros de saúde contribuiu para o aumento percebido dos dias de doença na Alemanha. Anteriormente, nem todos os pacientes submetiam os seus atestados às companhias de seguros de saúde, pelo que nem todos os atestados médicos eram registados.
“O que estamos a ver é que a idade média da população e da força de trabalho está a aumentar”, disse Reinhardt. “E com isso vem um aumento no número de doenças crônicas e faltas por doença”.
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‘A coisa certa’
Bäte, o CEO da seguradora, propôs recentemente a abolição do subsídio de doença no primeiro dia de sintomas. Isto poderia poupar 40 mil milhões de euros (41 mil milhões de dólares) por ano, afirmou.
A proposta foi recebida com uma enxurrada de críticas. A Confederação Sindical Alemã alertou para os custos associados e o risco de infecção e acidentes devido ao número crescente de pessoas que se reportam ao trabalho por doença. O Sindicato dos Metalúrgicos Alemães descreveu a proposta como ultrajante e desastrosa para acusar os funcionários de se fazerem de doentes.
Beier disse que ser forçado a trabalhar por doença ou ficar sem remuneração afetaria principalmente as pessoas que não podem se dar ao luxo de perder um dia de salário.
Claus Michelsen, economista-chefe da Associação Alemã de Empresas Farmacêuticas Baseadas em Pesquisa, disse que o auxílio-doença no primeiro dia de sintomas foi introduzido para evitar que as pessoas venham trabalhar doentes. “A razão pela qual as licenças médicas não remuneradas foram abolidas na década de 1970 foi para evitar que as pessoas infectassem os seus colegas. Essa é essencialmente a coisa certa a fazer”, explicou Michelsen.
Outros países também procuram soluções à medida que as infecções no local de trabalho se tornam mais generalizadas. É por isso que Michelsen recomenda olhar para a Escandinávia: “Na Suécia, por exemplo, foi implementado com sucesso o modelo de licença parcial por doença, que permite trabalhar a partir de casa em caso de doenças leves, entre outras opções”.
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Espanha e Grécia não permitem que os trabalhadores recebam subsídio de doença no primeiro dia de sintomas. Países como EUA, Canadá, Japão e Coreia do Sul não têm subsídio universal de doença. No entanto, é altamente improvável que a Alemanha, que foi um dos primeiros países do mundo a introduzir o subsídio de doença universal em 1884, tente abordar um tema tão controverso. A lei garante 100% da renda por até seis semanas a partir do primeiro dia de doença.
“Devemos reforçar a prevenção como um alicerce do sistema de saúde”, disse Michelsen. “Medidas de detecção precoce ou mesmo apenas frequentar aulas para dores nas costas podem detectar doenças mais rapidamente ou aliviar as consequências”.
Este artigo foi escrito originalmente em alemão.
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Ufac lança projeto voltado à educação na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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6 de fevereiro de 2026A Ufac lançou o projeto de extensão “Tecendo Teias de Aprendizagem: Cazumbá-Iracema”, em solenidade realizada nesta sexta-feira, 6, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas. A ação é desenvolvida em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Associação dos Seringueiros da Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema.
Viabilizado por meio de emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), o projeto tem como foco promover uma educação contextualizada e inclusiva, com ações voltadas para docentes e estudantes da reserva, como formação em metodologias inovadoras, implantação de hortas escolares, práticas agroecológicas sustentáveis e produção de um documentário com registros da memória cultural da comunidade.
A reitora Guida Aquino destacou a importância da iniciativa. “É um momento ímpar da universidade, que cumpre de fato seu papel social. O projeto nasce a partir da escuta da comunidade, com apoio fundamental do senador Petecão, que tem investido fortemente na educação.” Ela também agradeceu o apoio financeiro para funcionamento da instituição. “Se não fossem as emendas, não teríamos fechado o ano passado com energia, segurança e limpeza garantidas.”
Petecão frisou que o investimento em educação é o melhor caminho para transformar a realidade da juventude e manter as comunidades nas reservas. “Não tem sentido incentivar as pessoas a deixarem a floresta. O mundo todo quer conhecer a Amazônia e o nosso povo quer sair de lá. Está errado. A reserva Cazumbá-Iracema é um exemplo de paz e organização, e esse projeto pode virar referência nacional.”

Ele reafirmou seu apoio à universidade. “A Ufac é um patrimônio do Acre. Já destinamos mais de R$ 40 milhões em emendas para a instituição. Vamos continuar apoiando. Educação não tem partido.”
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, explicou que a proposta foi construída a partir de escutas com lideranças da reserva. “O projeto mostra que a universidade pública é espaço de formulação de políticas. Educação é direito, não mercadoria.” Ele também defendeu a atualização da legislação que rege as fundações de apoio, para permitir a inclusão de moradores de comunidades extrativistas como bolsistas em projetos de extensão.
Durante o evento, foram entregues placas de agradecimento à reitora Guida Aquino, ao senador Sérgio Petecão e ao pró-reitor Carlos Paula de Moraes, além de cestas com produtos da comunidade.
A reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema possui cerca de 750 mil hectares nos municípios acreanos de Sena Madureira e Manoel Urbano, com 18 escolas, 400 estudantes e aproximadamente 350 famílias.
Também participaram da mesa de honra o coordenador do projeto, Rodrigo Perea; o diretor do Parque Zoobotânico, Harley Araújo; o chefe do ICMBio em Sena Madureira, Aécio dos Santos; a subcoordenadora do projeto, Maria Socorro Moura; e o estudante Keven Maia, representante dos alunos da Resex.
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Grupo de pesquisa da Ufac realiza minicurso sobre escrita científica — Universidade Federal do Acre
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6 de fevereiro de 2026O grupo de pesquisa Elos: Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional, da Ufac, realiza o minicurso Escrita Científica em 12 de fevereiro, em local ainda a ser definido. A ação visa proporcionar uma introdução aos fundamentos da produção acadêmica. A carga horária do minicurso é de duas horas e os participantes receberão certificado. As inscrições estão disponíveis online.
Serão ofertadas duas turmas no mesmo dia: turma A, às 13h30, e turma B, às 17h20. A atividade é coordenada pela professora Graziela Gomes, do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas.
A metodologia inclui exposição teórica e atividades práticas orientadas. A atividade abordará técnicas de citação, paráfrase, organização textual e ética na escrita científica, contribuindo para a redução de dificuldades recorrentes na elaboração de trabalhos acadêmicos e para a prevenção do plágio não intencional.
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Ufac realiza formatura de alunos do CAp pela 1ª vez no campus-sede — Universidade Federal do Acre
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30 de janeiro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de certificação dos estudantes concluintes do ensino médio do Colégio de Aplicação (CAp), referente ao ano letivo de 2025. Pela primeira vez, a solenidade ocorreu no campus-sede, na noite dessa quinta-feira, 29, no Teatro Universitário, e marcou o encerramento de uma etapa da formação educacional de jovens que agora seguem rumo a novos desafios acadêmicos e profissionais.
A entrada da turma Nexus, formada pelos concluintes do 3º ano, foi acompanhada pela reitora Guida Aquino; pelo diretor do CAp, Cleilton França dos Santos; pela vice-diretora e patronesse da turma, Alessandra Lima Peres de Oliveira; pelo paraninfo, Gilberto Francisco Alves de Melo; pelos homenageados: professores Floripes Silva Rebouças e Dionatas Ulises de Oliveira Meneguetti; além da inspetora homenageada Suzana dos Santos Cabral.

Guida destacou a importância do momento para os estudantes, suas famílias e toda a comunidade escolar. Ela parabenizou os formandos pela conquista e reconheceu o papel essencial dos professores, da equipe pedagógica e dos familiares ao longo da caminhada. “Tenho certeza de que esses jovens seguem preparados para os próximos desafios, levando consigo os valores da educação pública, do conhecimento e da cidadania. Que este seja apenas o início de uma trajetória repleta de conquistas. A Ufac continua de portas abertas e aguarda vocês.”

Durante o ato simbólico da colocação do capelo, os concluintes reafirmaram os valores que orientaram sua trajetória escolar. Em nome da turma, a estudante Isabelly Bevilaqua Rodrigues fez o discurso de oradora.
A cerimônia seguiu com a entrega dos diplomas e as homenagens aos professores e profissionais da escola indicados pelos concluintes, encerrando a noite com o registro da foto oficial da turma.
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