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Enem 2021: Inep abre período de inscrições para isentos faltosos na edição de 2020

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou na tarde de ontem (13), através o Twitter, a reabertura do prazo de inscrições para os estudantes isentos que faltaram à edição do ano passado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e não justificaram a ausência. A medida será formalizada em edital complementar do Enem 2021 impresso, a ser publicado pelo Inep no Diário Oficial da União.

As inscrições serão iniciadas na Página do Participante a partir das 10h de hoje (14) e seguem até as 23h59 do próximo dia 26 de setembro. O prazo é específico para quem ganhou a isenção no Enem 2020 e não compareceu ao exame. Para esse público, as provas do Enem 2021 serão aplicadas em 9 e 16 de janeiro de 2022, juntamente com a realização do Enem para adultos privados de liberdade e jovens sob medida socioeducativa que inclua privação de liberdade (Enem PPL).

Os isentos ausentes no Enem 2020 também poderão solicitar, até 27 de setembro, atendimento especializado e tratamento pelo nome social. A aplicação das provas para os participantes que se inscreveram no período regular e já tiveram a inscrição confirmada no exame seguem mantidas nos dias 21 e 28 de novembro de 2021.

A decisão de reabrir o prazo de inscrições do Enem 2021 para esse grupo específico veio após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) determinar a reabertura do período de isenção para os isentos faltosos das provas de 2020 e que não puderam justificar a ausência, considerando o período atípico de pandemia que motivou faltas por medo da transmissão da Covid-19.

Essa é uma boa notícia para a estudante Vanessa da Silva, 20, que recebeu a isenção na edição passada, mas não compareceu por medo do crescente número de infectados pelo coronavírus na época.

“Quando as provas da edição de 2020 aconteceram, já se falava em vacina, mas não era para todos. Minha mãe tinha acabado de se recuperar do vírus e o meu maior medo era sair para fazer o exame e me infectar. Eu estudei muito durante meses, porém, priorizei a minha saúde e dos meus familiares. É ótimo saber que poderei me inscrever e solicitar a isenção para fazer o Enem nesta edição. É um sonho ingressar no ensino superior e sei que com a nota da prova isso pode acontecer”, relata a estudante que tem o sonho de fazer Engenharia de Produção.

Como será a prova do Enem 2021?

Independentemente da data de aplicação, a prova será composta da seguinte maneira:

1º dia: 45 questões de Linguagens e Códigos + Redação + 45 perguntas de Ciências Humanas

2º dia: 45 questões de Ciências da Natureza + 45 perguntas de Matemática

Os portões são abertos às 12h e fechados às 13h. Já as provas são distribuídas às 13h30 (horário de Brasília).  O gabarito costuma ser divulgado em três dias úteis após o último domingo de provas. A data de resultado do Enem 2021 ainda não foi informada.

Sobre o Enem 2021

O Enem é considerado o maior vestibular o país, pois a partir da sua realização é possível ingressar no ensino superior através dos programas de incentivo educacional como o Sistema Unificado de Seleção (Sisu), o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa Universidade para Todos (Prouni).

Na edição de 2021 do exame, 3.109.762 pessoas já tiveram as inscrições confirmadas. Esse número corresponde ao total de participantes das duas versões do exame (impressa e digital). O Inep registrou 3.040.871 inscritos para a versão em papel. Para a modalidade digital, que teve as 101.100 vagas ofertadas preenchidas durante o período de inscrições, foram confirmados 68.891 participantes. As provas nas versões tradicional e digital serão aplicadas nas mesmas datas: 21 e 28 de novembro. Nesta edição, ambas as versões terão itens de prova iguais e mesmo tema de redação.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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