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Escalação Galatasaray x Roma e onde assistir ao vivo pela Liga dos Campeões Feminina

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O confronto entre Galatasaray Feminino e Roma Feminino promete ser um dos mais aguardados desta quinta-feira, 17 de outubro de 2024, pela Liga dos Campeões Feminina. As duas equipes se enfrentam na segunda rodada da fase de grupos, em um embate que acontecerá no Estádio Olímpico Atatürk, em Istambul, às 13h45, horário de Brasília. A expectativa em torno do jogo é grande, especialmente devido à fase de crescimento do futebol feminino europeu e à força das duas equipes em seus respectivos países.

Um duelo de ambições na Liga dos Campeões Feminina

Este encontro faz parte da fase de grupos da competição, na qual ambas as equipes buscam garantir uma vaga para as fases eliminatórias. Na primeira rodada, o Galatasaray Feminino enfrentou dificuldades, mas quer aproveitar o fator casa para buscar sua primeira vitória na competição. Já a Roma Feminino, que vem de uma excelente campanha no campeonato italiano, busca consolidar sua presença no cenário europeu com mais uma vitória importante.

As duas equipes, com estilos de jogo distintos, prometem um confronto equilibrado. Enquanto o Galatasaray aposta em um jogo mais físico, a Roma se destaca pela velocidade e organização tática, características que têm levado o time a bons resultados recentes.

Transmissão ao vivo: onde assistir

Para os fãs de futebol feminino, o jogo será transmitido ao vivo por diferentes plataformas. As principais opções para assistir ao vivo incluem canais de esportes que detêm os direitos da Liga dos Campeões Feminina, além de serviços de streaming que também estão cobrindo o torneio. Com o crescente interesse pelo futebol feminino, várias plataformas têm investido na transmissão ao vivo desses eventos, tornando o acesso mais fácil para os torcedores.

Prováveis escalações

A expectativa é que as equipes entrem em campo com suas formações titulares, já que ambas precisam da vitória para avançar com tranquilidade na competição. Pelo lado do Galatasaray Feminino, espera-se uma formação que priorize o meio de campo para tentar neutralizar o ataque veloz da Roma.

Já a Roma Feminino deve vir com força total, mantendo seu esquema ofensivo, liderado por suas principais jogadoras. A equipe italiana conta com atletas experientes e talentosas, que têm feito a diferença em momentos decisivos. Abaixo, as prováveis escalações:

Galatasaray Feminino (4-3-3):

  • Goleira: Özlem Yalçın
  • Defensoras: Yasemin Demirel, Ayşe Yıldırım, Buse Tosun, Zeynep Uçar
  • Meio-campo: Didem Karagenç, Selin Sivrikaya, Merve Aladağ
  • Atacantes: Gamze Başak, Gizem Gönültaş, İlayda Civelek

Roma Feminino (4-2-3-1):

  • Goleira: Camelia Ceasar
  • Defensoras: Moeka Minami, Elena Linari, Lucia Di Guglielmo, Elisa Bartoli
  • Meio-campo: Manuela Giugliano, Andressa Alves, Giada Greggi, Emilie Haavi, Benedetta Glionna
  • Atacante: Valentina Giacinti

Essas são formações especuladas com base nos jogos anteriores, e podem sofrer alterações de acordo com a estratégia adotada por cada técnico no dia do confronto.

Análise do confronto

O Galatasaray Feminino, jogando em casa, deve adotar uma postura mais ofensiva no início da partida, aproveitando o apoio da torcida e o clima favorável. No entanto, a Roma Feminino, com sua maior experiência em competições internacionais, pode se beneficiar de um jogo mais equilibrado, buscando contra-ataques rápidos e tentando controlar a posse de bola.

A Roma tem uma leve vantagem no histórico recente de confrontos entre equipes italianas e turcas no futebol feminino europeu, mas o fator casa nunca pode ser subestimado, especialmente em competições de grande porte como a Liga dos Campeões.

Momento das equipes e chave do jogo

O Galatasaray ainda está em um processo de evolução no futebol feminino e tem usado a Liga dos Campeões como uma oportunidade para ganhar experiência internacional. Já a Roma Feminino está em um momento mais consolidado, tendo construído uma base sólida nos últimos anos.

Para o Galatasaray, a chave da partida estará em segurar o meio de campo da Roma e evitar que suas principais jogadoras tenham liberdade para criar chances de gol. Por outro lado, a Roma deve buscar um início de jogo equilibrado, usando sua experiência para explorar as fraquezas defensivas do Galatasaray e aproveitar as chances de bola parada.

Expectativas para a torcida

Com um número crescente de torcedores acompanhando o futebol feminino, tanto na Turquia quanto na Itália, este confronto promete atrair uma audiência considerável. Em Istambul, espera-se um estádio lotado, com a torcida local desempenhando um papel importante para empurrar o time da casa em busca de um resultado positivo.

A Roma, por sua vez, terá o desafio de lidar com a pressão de jogar fora de casa, mas suas atletas já demonstraram em várias ocasiões que são capazes de superar ambientes hostis e conquistar bons resultados.

Cronologia dos confrontos recentes

  • 17 de outubro de 2024: Galatasaray Feminino x Roma Feminino – Fase de grupos da Liga dos Campeões Feminina
  • Rodada anterior: O Galatasaray enfrentou o Lyon fora de casa, enquanto a Roma venceu seu primeiro jogo na fase de grupos.

Este jogo será uma excelente oportunidade para o público acompanhar o desenvolvimento do futebol feminino, que tem crescido de forma exponencial nos últimos anos. Ambas as equipes têm muito a provar, e o resultado pode ser decisivo para o futuro das duas na competição.

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NAI da Ufac realiza evento cultural sobre arte, corpo e inclusão — Universidade Federal do Acre

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1º Evento Cultural Entresentidos-2026 (2).jpg

O Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI), da Ufac, realizou a abertura do 1º Evento Cultural Entresentidos: Arte, Corpo e Inclusão, nessa quinta-feira, 24, na modalidade online. Nesta sexta-feira, 25, o evento teve sua etapa presencial no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede. A iniciativa faz alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro.

A Ufac conta com mais de 700 estudantes com deficiência matriculados nos campi sede e Floresta, em Cruzeiro do Sul. O evento marca a transição institucional do NAI, que, a partir da recente reestruturação administrativa da universidade, passou a integrar a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), criada há pouco mais de um mês, tendo como pró-reitora a professora Letícia Mamed.

“A intenção da Proafe é justamente considerar esse público como o centro da nossa política institucional, que estamos organizando, consolidando e ampliando na Ufac”, disse Letícia. “Queremos garantir que esses estudantes não apenas ingressem na universidade, mas tenham uma trajetória de qualidade no ensino, na pesquisa e na extensão até a sua diplomação.”

Professora da rede estadual e mestranda de Matemática da Ufac, Sthefhanie Vidal tem deficiência visual. “Quando você vai a um show sem acessibilidade, você só ouve a multidão e o cantor. Mas quando há audiodescrição e você compreende as expressões faciais, o figurino e a movimentação no palco, você se sente parte real do evento”, pontuou. “Ver o NAI e a Proafe incentivando a cultura acessível é extremamente satisfatório e nos motiva a colaborar para que essa inclusão seja efetiva.”

Assistente social da Ufac, Carla Peres enfatizou o caráter reflexivo da programação. “Este é um momento único e significativo para compreendermos a diversidade que atravessa a nossa universidade. O espaço acadêmico é um aprendizado diário entre diferentes sujeitos e culturas.” Ela agradeceu o trabalho dos intérpretes de língua brasileira de sinais e a parceria com o projeto “Mão em Cenas”, que contribuiu com exposições e apresentações teatrais sobre a expressividade e a identidade dos corpos.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

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Curso de Música divulga chamada para Jornada Acadêmica — Universidade Federal do Acre

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X JORNADA ACADÊMICA DE MÚSICA DA UFAC

A Música como Realidade no Currículo Escolar: Mudanças de Paradigma e Práticas Integrativas no Desenvolvimento Humano

Período do evento: 09 a 15 de outubro de 2026

Período para submissão: 01 a 30 de setembro de 2026

Chamada de trabalhos



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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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