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‘Esmagaram o mais rápido que puderam’: David Warner pede investigação de adulteração de bola na Índia | Grilo

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Australian Associated Press

David Warner acusou Críquete Austrália de varrer a acusação de adulteração de bola da Índia para debaixo do tapete, sugerindo que as autoridades rapidamente “esmagaram” a questão antes do verão de teste.

Warner declarou oficialmente o encerramento de seu próprio escândalo de adulteração de bola na quarta-feira, após ser anunciado como o novo capitão do Sydney Thunder no BBL. A nomeação do homem de 38 anos ocorre apenas quinze dias depois de sua a proibição vitalícia de liderança foi suspensaremovendo a última sanção restante da saga de adulteração de bola da Austrália em 2018.

Warner e Steve Smith também foram banidos de todo o críquete internacional e doméstico australiano por um ano após o incidente na Cidade do Cabo, enquanto Cameron Bancroft recebeu uma suspensão de nove meses. As penalidades foram as mais severas já impostas por adulteração de bola no críquete global, e como resultado a reputação do trio também foi prejudicada.

Mas as acusações em Mackay no domingo serviram como mais um lembrete da questão em curso.

O árbitro Shawn Craig acusou a Índia de ter causado um “arranhão” na bola durante o quarto turno da partida da turnê contra a Austrália A. Como resultado, a bola foi trocada antes da quarta manhã e ambas as equipes foram notificadas, mas em poucas horas os jogadores da Índia A foram efetivamente inocentados e escaparam de qualquer sanção.

“Eles obviamente esmagaram isso o mais rápido que puderam, visto que a Índia virá para cá neste verão”, disse Warner quando questionado sobre o assunto na quarta-feira. “Mas se os árbitros considerarem que algo aconteceu, tenho certeza de que haverá um acompanhamento.

“Acho que os árbitros ou o árbitro da partida deveriam estar aqui respondendo às perguntas.”

Questionado se deveria ser irrelevante que a Índia realizasse cinco testes neste verão, Warner disse: “É isso que estou dizendo”.

“Acho que o árbitro da partida deveria se manifestar e se dirigir à sua própria equipe, que são os árbitros. E se eles estão seguindo as decisões do árbitro, você tem que defender isso. Obviamente, essa é uma declaração que a CA deve divulgar. Não vi nada.”

Os árbitros também optaram por não denunciar o guarda-postigo da Índia Ishan Kishan por dissidência após o jogo, depois de dizer a Craig que era “estúpido” ter trocado para a bola que eles tinham. Grilo A Austrália (CA) permanece inflexível de que o processo correto foi seguido após a partida do Mackay e que nenhuma evidência foi encontrada sobre como a bola foi arranhada.

pular a promoção do boletim informativo

O incidente ameaçou desencadear outra disputa fora do campo entre a CA e o todo-poderoso Conselho de Controle do Críquete na Índia (BCCI).

A Índia ameaçou retirar-se da turnê de 2007-08 quando Harbhajan Singh foi acusado de chamar Andrew Symonds de macaco por jogadores australianos, e o spinner foi banido por três testes. A proibição foi posteriormente suspensa após um apelo da Índia, que alegou que Harbhajan não usou o insulto racial.

A Índia também ameaçou pular a decisão da série de testes no Gabba em sua turnê mais recente em 2020-21, insatisfeita com os protocolos COVID exigidos para entrar em Queensland.



Leia Mais: The Guardian

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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