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Esqueça o risco, jogue Fantasy Football para fascistas: partidas de rancor, jogo sujo e conduta violenta garantidas | Simon Tisdal

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Simon Tisdall

EUTem sido um ano sombrio, muitas vezes refletido neste espaço – então talvez seja hora de injetar um pouco de alegria festiva com um novo e emocionante jogo de salão Swiftian: Fantasy Football for Fascists (FFF). Ideal para ditadores, autocratas, homens fortes, neo-stalinistas, nacionalistas-populistas de extrema direita ou apenas estudantes de geopolítica, é uma diversão fanática para toda a família!

De acordo com as regras convencionais do futebol fantástico, os times imaginários são compostos por jogadores da vida real da Premier League. Na FFF, os principais intervenientes são tipicamente políticos e figuras públicas que apresentam tendências totalitárias extremas. As principais equipes da FFF incluem o Mad Angry Geezers Athletic (Maga) de Donald Trump e o Greater Russia United (GRU) de Vladimir Putin. A China tem o Xi XI.

Como uma introdução útil ao jogo, o Observador imagina o que poderia acontecer se eles competissem entre si em uma Copa do Mundo da FFF. Os locais anfitriões incluem a Praça Tiananmen, Riade e Charlottesville.

Copa do Mundo de Fantasy Football para Fascistas de 2025: Nocaute etapas

Cidade de Taiwan x Xi XI: Este confronto semelhante a uma guerra ocorreu não na grama, mas nas praias e acessos marítimos de Taiwan. O derby do bairro em que o vencedor leva tudo, dramatizado pela campanha publicitária agressiva de Xi, cantos ultranacionalistas, bandeiras e hinos, viu a última linha defensiva dos oprimidos em menor número desintegrar-se sob uma invasiva alta imprensa chinesa. Os cabeceamentos dos veteranos esquerdos Mao Z e Deng X deram ao XI de Xi uma vitória por 2 a 1 nos acréscimos.

Ucrânia Freedom Fighters x Grande Rússia Unida: O GRU liderado pelo fantasma, jogando fora de casa contra os melhores de Kiev pelo terceiro ano consecutivo, mais uma vez não conseguiu garantir a vitória em campo. Os heróicos defensores de V Zelenskyy foram reduzidos a 10 homens no início de 2025, depois que o dínamo do meio-campo J Biden foi eliminado devido a um ferimento na cabeça e não houve substituto adequado para substituí-lo. O hacker GRU louco por poder, V Putin, recebeu cartão vermelho por jogo sujo persistente do principal árbitro da ONU, António Guterres. Prorrogação sendo disputada.

Terra de Israel x Errantes Persas: Adversários amargos com um longo histórico de inimizade, ambos os times concederam pênaltis por jogo violento e foram avisados ​​sobre socos na linha lateral. A disputa acabou sendo cancelada depois que os palestinos na arquibancada do Monte do Templo reclamaram que Israel havia movido as traves (de novo). Após uma revisão do VAR, autoridades em Haia disseram que o técnico linha-dura de Israel, B Netanyahu, e o vice-homem forte, Y Gallant, eram procurados para interrogatório. Os detentores de ingressos de temporada da FFF identificados como B Smotrich, I Ben-Gvir, B Assad, M Salman, A Khamenei, T Erdoğan e A Sisi foram banidos perpétuos por vandalismo.

Pequena Inglaterra x Europa Federal: Jogando no Farage Memorial Stadium, no topo das falésias brancas de Dover, a Inglaterra lutou para seguir um plano de jogo elaborado pelo inconstante lateral-direito B Johnson. Numa abordagem táctica excêntrica, todos os 11 jogadores recuaram para a sua própria linha de baliza, fecharam os olhos, cantaram Terra de Esperança e Glória e fez V para sinais de vitória. Os gols de M Barnier, Ursula von der Leyen (2), A Merkel e E Cantona fizeram com que a Europa vencesse facilmente por 0-5. Johnson foi posteriormente substituído pelo maestro do meio-campo K “on me ‘ed” Starmer, que prometeu reconstruir o time (e o país).

Índia Pós-imperiais v Acadêmicos do Paquistão: A partida de maior rancor das finais da FFF de 2025 também foi a mais incomum, com ambos os lados preferindo jogar críquete de fantasia. Lideradas pelo arbitrário fiandeiro da Índia, N Modi, e pelo nacionalista-populista polivalente do Paquistão, I Khan, as equipas jogaram bowling em vez de pontapear a bola e entregaram-se a trenós racistas e religiosos ao longo da linha de controlo de Caxemira – durante cinco dias. Partida adiada.

Coreia ruim v Boa Coreia: Neste confronto carregado de energia nuclear, a formação belicosa do ditador da Coreia do Sul, Kim Jong-un, foi enfraquecida pela ausência de intervenientes importantes, que se dizia estarem a gozar férias na Rússia. Depois de sobreviver a uma série de quase-acidentes explosivos, a estrela do Good Korea Spurs, Son Heung-min, acertou a bola na rede como um foguete. Kim ficou louco quando a derrota se seguiu. Todo o time Bad Korea foi executado após o jogo. Pontuação final: Coreia Ruim 0, Coreia Boa 9.

Final da Copa do Mundo de Fantasy Football para Fascistas de 2025. Local: Mar-a-Lago Laager, Flórida

Mad Angry Geezers Athletic x Resto do Mundo XI

Depois de um início emocionante para a final, Maga assumiu a liderança quando o lateral-direito Steve Bannon escapou de seu marcador policial e disparou contra o goleiro do Resto do Mundo, Justin Trudeau (com um rifle de assalto automático).

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Em uma explosão sensacional, Maga marcou mais três gols enquanto a seleção do Resto do Mundo estava nos vestiários em intervalo para o chá. Seus protestos de que era o intervalo foram rejeitados pelo jogador-técnico do Maga, D Trump. Ele disse: “Eu faço as regras agora. Engulam isso, perdedores!

O segundo tempo foi uma história diferente. T Carlson, R Giuliani e J Bolton foram autuados por alegarem que o VAR é uma conspiração de estado profundo. M Pompeo acertou um pênalti, chutando descontroladamente para a direita. Os corações de Maga afundaram ainda mais quando o czar da saúde, Robert F. Kennedy Jr, foi reprovado em um teste de drogas.

As táticas tiki-taka do resto do mundo finalmente valeram a pena com cinco gols rápidos. Trump completou a miséria de Maga, marcando um autogolo no último minuto sob pressão devido às suas desastrosas tarifas comerciais globais, expulsões ilegais de migrantes, rendição abjecta à Rússia e intromissão no Médio Oriente.

Queixando-se de dor de ouvido, Trump foi substituído tardiamente por JD Vance – mas isso só piorou as coisas (para todos). Pontuação final: Maga: 4 (Bannon, Melania, Ivanka, Hulk Hogan), Resto do Mundo XI: 6 (Messi, Ronaldo, D Tusk, T Swift, D Abbott, D Trump og)

Prêmio Memorial Chuteira de Ouro: Alexei Navalny

Simon Tisdall é o comentarista de relações exteriores do Observer



Leia Mais: The Guardian

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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