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Estado, instituições privadas e ONGs promovem debates sobre políticas públicas no empreendedorismo feminino

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Jairo Carioca

O papel das mulheres como agentes fundamentais de mudança em diversas áreas da sociedade, especialmente no campo do empreendedorismo, centralizou o debate promovido pelo movimento Mulheres que Transformam durante toda a quarta-feira, 19, na praça de alimentação do Via Verde Shopping, em Rio Branco.

Evento debateu a importância de políticas públicas voltadas para o empoderamento feminino. Foto: Sabrina Salomon/Seict

O evento tem apoio do governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict) e da Secretaria de Empreendedorismo e Turismo (Sete), em parceria com a Associação Comercial, Industrial e de Serviço Agrícola (Acisa), a Federação das Indústrias do Acre (Fieac) e o Conselho de Mulheres Empreendedoras (Cemec).

O painel sobre empreendedorismo feminino contou com a mediação da empresária especialista em inovação e formação de equipes, Caroline Alves, e a participação da secretária da Mulher, Márdhia El-Shawwa, a diretora de Empreendedorismo da Sete, Patrícia Parente, a presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, Geovana do Nascimento, e a advogada e professora Lúcia Ribeiro.

“Falar de empreendedorismo feminino é sinônimo de liberdade. Significa tirar a mulher do ciclo da violência por meio de sua independência financeira. O Estado, somente por meio da Secretaria da Mulher, investiu no ano passado mais de R$ 800 mil em cursos profissionalizantes em parceria com o Senac”, informou Márdhia El-Shawwa.

Instituições parceiras como Fieac participaram dos debates apresentando casos de sucesso. Foto: Sabrina Salomon/Seict

A diretora de empreendedorismo da Sete, Patrícia Parente, destacou que mais da metade das empreendedoras cadastradas pela pasta são mulheres. “Fomentamos o ambiente de negócios promovendo a criação de renda por meio dos eventos que realizamos. Esse fórum de debates de hoje visa ampliar esse incentivo. O Estado demonstrou que, além da Sete, outras secretarias trabalham com o mesmo objetivo, por meio da educação, da qualificação, um conjunto de ações voltadas para a independência financeira da mulher”.

A presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, Geovana do Nascimento, falou de uma experiência de empreendedorismo feminino de camponesas que é uma vitrine de políticas públicas. “Há mais de dez anos essas mulheres da zona rural do Bujari saíram de relações violentas e se tornaram microempreendedoras. São inspiradoras”.

A presidente do Sindicato da Indústria de Confecções do Estado do Acre, Raimunda Holanda, lembrou o incentivo dado pelo governo, por meio do Programa de Compras Governamentais (Comprac). “É difícil achar uma costureira que não trabalhe pelo Comprac, produzindo confecções como uniformes escolares e outras demandas. É um projeto que deu certo, emprega centenas de trabalhadoras”.

O papel das mulheres como agentes fundamentais de mudança em diversas áreas da sociedade foi tema central debate. Foto: Sabrina Salomon/Seict

Para a assessora técnica, Suyane Paiva, representante da Seict, com suas habilidades únicas de conectar, inovar e impactar, as mulheres estão reescrevendo as regras dos negócios e criando um futuro mais inclusivo e equitativo para todos. “O tema do evento reflete essa força transformadora que está moldando o presente e o futuro de forma profunda e duradoura”, acrescentou Suyane.

A presidente do Procon, Alana Albuquerque, a presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviço Agrícola (Acisa), Patricia Dossa; e a analista, gestora do projeto do Sebrae Delas, Julci Ferreira, participaram da abertura da programação.

Nos dias 28, 29 e 30 de março, será realizada a Feira de Empreendedorismo e Cultura – Produtos incríveis, conexões e muito aprendizado, no Lago do Amor, das 16h às 22h.

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critérios e avaliação em 2025

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critérios e avaliação em 2025

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As melhores seguradoras do Brasil se destacam pela capacidade de cumprir obrigações, atender aos clientes e oferecer soluções adequadas aos riscos das empresas. No entanto, não existe uma única resposta universal. A escolha depende de critérios técnicos, regulatórios e operacionais que variam conforme a necessidade do contratante.

Como identificar as melhores seguradoras do Brasil

As melhores seguradoras devem atender a requisitos objetivos. Primeiro, precisam estar autorizadas pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Em seguida, devem demonstrar capacidade financeira para cumprir as indenizações.

Além disso, indicadores como o volume de prêmios, o índice de sinistralidade e o nível de reclamações ajudam a avaliar o desempenho.

Critérios técnicos de avaliação

Para selecionar uma seguradora, a empresa deve considerar critérios específicos:

  • Solidez financeira: capacidade de pagamento de sinistros;
  • Especialização: atuação em ramos como garantia ou engenharia;
  • Estrutura operacional: atendimento e gestão de sinistros;
  • Conformidade regulatória: adequação às normas da SUSEP.

Além disso, a aderência ao tipo de risco é determinante. Por exemplo, empresas que contratam seguro empresarial precisam avaliar se a seguradora compreende o setor em que atuam.

Segmentos relevantes no mercado brasileiro

O mercado de seguros no Brasil se divide em diferentes segmentos. Cada um atende necessidades específicas:

  • Seguros patrimoniais e operacionais;
  • Seguros de responsabilidade civil;
  • Seguros de garantia;
  • Seguros de engenharia.

Nesse contexto, o seguro-garantia se destaca em contratos públicos e privados. Ele assegura o cumprimento de obrigações contratuais.

Por outro lado, o seguro de risco de engenharia cobre danos ocorridos durante a execução das obras. Assim, ele atende empresas que atuam em construção e infraestrutura.

Ranking e indicadores do setor

Os rankings variam conforme o critério utilizado. Alguns consideram o volume de prêmios, enquanto outros analisam a satisfação do cliente ou a solvência.

Por isso, a empresa deve evitar decisões baseadas apenas no posicionamento no ranking. Em vez disso, deve analisar dados consistentes e compatíveis com sua necessidade.

Além disso, relatórios da SUSEP e de entidades do setor oferecem informações confiáveis sobre desempenho e participação de mercado.

Como escolher a seguradora adequada

Para escolher entre as melhores seguradoras do Brasil, a empresa deve seguir um processo estruturado.

Primeiro, identificar os riscos que se deseja cobrir. Em seguida, comparar coberturas disponíveis. Depois, avaliar as condições contratuais, os limites e as exclusões.

Além disso, a análise deve incluir suporte técnico e capacidade de atendimento. Isso garante que a seguradora responda adequadamente em caso de sinistro.

Portanto, a escolha não depende apenas do custo, mas da capacidade de resposta e da aderência ao risco.

Papel das seguradoras na gestão de riscos empresariais

As melhores seguradoras do Brasil atuam como parte da estratégia de gestão de riscos das empresas. Elas oferecem cobertura e transferem os impactos financeiros decorrentes de eventos inesperados.

Além disso, ao contratar seguros adequados, a empresa reduz a exposição a perdas que podem afetar sua operação. Por isso, a escolha da seguradora influencia diretamente a continuidade do negócio.

Consequentemente, avaliar a capacidade técnica e financeira da seguradora torna-se um passo necessário para garantir proteção efetiva e previsibilidade operacional.

Como escolher entre as melhores seguradoras com foco em risco e cobertura

As melhores seguradoras do Brasil se definem pela capacidade de atender às necessidades específicas de cada empresa. Ao considerar critérios técnicos e regulatórios, é possível estruturar uma proteção alinhada aos riscos e garantir maior estabilidade operacional.




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