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Este é (finalmente) o fim para X? Delicada relação Musk-Trump e rivais crescentes significam problemas para a plataforma | X
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2 anos atrásem
Siân Boyle
Foi essa a semana que marcou a morte de X? A plataforma anteriormente considerada uma praça de mercado utópica para a troca de informações sofreu o seu maior êxodo até à data.
Bluesky, emergindo como o mais novo rival do X, acumulou 16 milhões de usuários, incluindo 1 milhão em 24 horas semana passada. Centenas de milhares de pessoas abandonaram o antigo Twitter desde a vitória eleitoral de Donald Trump, em 6 de novembro.
O catalisador é o dono de X, Elon Musko homem mais rico do mundo, que transformou o site de mídia social e o usou como megafone para levar Trump à Casa Branca.
O presidente eleito dos EUA disse que Musk lideraria o novo Departamento de Eficiência Governamentalcuja sigla Doge é um trocadilho com meme de cachorro na internet e a criptomoeda Dogecoin, iniciada como uma brincadeira de seus criadores, que disparou em valor depois que Musk a apelidou de “o cypto do povo” em 2021.
Musk está agora no centro do governo dos EUA, mas não necessita de aprovação do Senado para as suas ações e pode continuar a trabalhar no setor privado. Ele tem permissão para manter X e seus 204 milhões de seguidores, bem como dirigir sua empresa de carros elétricos Tesla e a empresa de foguetes SpaceX. Pela primeira vez na história, um grande bilionário da tecnologia está agora a moldar a democracia não apenas indirectamente, através dos seus meios de comunicação, mas directamente.
“Não tenho conhecimento de nenhum precedente para esta abordagem”, disse Rob Enderle, presidente da empresa de análise de tecnologia Enderle, que trabalhou com empresas como Microsoft, Sony e Dell.
Ainda em 2022, Musk twittou que “para que o Twitter mereça a confiança do público, deve ser politicamente neutro, o que significa efetivamente perturbar igualmente a extrema direita e a extrema esquerda”. Ele twittou que “Trump teria 82 anos no final do seu mandato, o que é demasiado velho para ser presidente-executivo de qualquer coisa, muito menos dos Estados Unidos da América.”
Meses depois, quando Musk comprou o Twitter por US$ 44 bilhões, ele demitiu moderadores de conteúdo e cobrou pela verificação da conta, o que significava que as pessoas poderiam comprar influência. O Twitter foi renomeado para X, perder milhões de usuários e restabeleceu a conta de Trumps, suspensa após a insurreição na Casa Branca em janeiro de 2021.
A proliferação no X de diatribe da direita alternativa, discurso de ódio e bots, bem como do próprio Musk confronto com o governo do Reino Unido durante os tumultos de agosto, geraram uma inquietação crescente entre os usuários do X. O Guardião e Observador anunciado na semana passada que a presença deles no site era agora insustentável e eles não postariam mais. Stephen King, o autor, saiudizendo que se tornou “muito tóxico”. As vencedoras do Oscar Barbra Streisand e Jamie Lee Curtis deixaram a plataforma.
“X tornou-se efetivamente o prêmio Truth Social”, disse Mark Carrigan, autor de Mídia social para acadêmicosreferindo-se à plataforma de mídia social de extrema direita de Trump. E o que se fala nos círculos tecnológicos é que o Truth Social de Trump poderia ser dobrado em X.
Se isso acontecer, quais interesses terão prioridade? Musk suprimiria as críticas aos governos autoritários com os quais faz negócios ou as promoveria? No programa de mídia de Donald e Elon, quem é o fantoche ou o tesoureiro?
“Se isso acontecer, será a máquina de amplificação definitiva das ideias de Trump – um superaplicativo político disfarçado de mídia social”, disse James Kirkham da Iconic, que assessora marcas como Uber e EA Sports em estratégias digitais. “Esqueça o Facebook ou a Fox News; o verdadeiro coração da estratégia digital do Partido Republicano poderia ser X.”
“Espero a fusão do X e do Truth Social”, disse Enderle. “Mas este pode ser um dos esforços que surgirão entre Musk e Trump, dada a forma como verdade social supervalorizada agora é.”
O relacionamento entre os dois maiores egos do mundo só é mutuamente benéfico enquanto os dois homens transacionais, sedentos de poder e impulsivos, agirem bem. Trump é agressivo em relação à China, um dos mercados mais lucrativos da Tesla. Trump essencialmente fez campanha contra a fabricação de carros elétricos. Trump é protecionista; Musk se opõe às tarifas. Quanto às alterações climáticas, opõem-se.
Jonathan Monten, professor de ciências políticas na UCL, está cético quanto à durabilidade de seu relacionamento. “O uso que Musk fez de Trump foi tanto dinheiro privado quanto o fornecimento de uma plataforma, ou o uso de uma plataforma, para uma linha pró-Trump mais favorável”, disse ele. .
“Não está claro qual propósito ou uso contínuo Musk realmente tem para ele. Sim, é uma espécie de história de celebridade, mas essa é a marca de Trump. Ele tem uma história de celebridade hoje e amanhã teremos outra.” O início da década de 2010 foi a época tranquila do Twitter, quando ativistas, artistas, advogados, acadêmicos, legisladores, jornalistas e especialistas de todos os tipos podiam se conectar, compartilhar informações, trocar ideias e acompanhe os acontecimentos em tempo real.
após a promoção do boletim informativo
Seria fácil retratar Musk como o bicho-papão, mas alguns argumentam que foi o TikTok e o advento da linha do tempo algorítmica que destruiu fundamentalmente o Twitter. À medida que a mídia social começou a otimizar para escala e lucro no custo da experiência do usuárioos algoritmos priorizaram o “melhor” conteúdo – o conteúdo que gritou mais alto ou foi mais especificamente adaptado aos usuários. Contas selecionadas a serem seguidas e o conteúdo “mais recente” foram deixados de lado.
“Por mais que eu ache que Musk agiu de forma prejudicial, acho que parte disso tem a ver com a lógica das plataformas de mídia social à medida que evoluem”, disse Carrigan. “As consequências de um modelo baseado em publicidade incentivam certas formas de organização da plataforma que criam efeitos negativos.”
Bluesky, que se tornou o aplicativo mais popular na app store na sexta-feira, é a escolha dos refugiados X, embora seus 16 milhões de usuários sejam insignificantes em comparação com Threads da Meta, que relatado alcançando 275 milhões de usuários ativos mensais, e X com cerca de 317 milhões..
Para alguns nerds da tecnologia, o X-odus não é algo para lamentar, mas pode anunciar a era das redes sociais descentralizadas com as quais eles sempre sonharam, conhecidas como “Fediverso”.
Os defensores do “Fediverse” argumentam que deveria haver uma conta para qualquer rede de mídia social, da mesma forma que as contas do Gmail podem enviar e-mails para qualquer endereço de e-mail ou números de celular ligar para usuários em qualquer outra rede.
Ao isolar as redes sociais para que os usuários não possam sair, a plataforma tem o poder. Em vez disso, as redes sociais mais recentes, incluindo Céu Azul estão sendo construídas sobre “ecossistemas” que lhes permitem interconectar-se.
Ninguém sabe o que acontecerá com X, com previsões que vão desde o colapso até a mudança para uma plataforma anti-Trump se Musk e o presidente se enfrentarem, até se tornar um campo de treinamento para O empreendimento xAI de Musk. A IA poderia engolir as redes sociais e a xAI está avaliada em 40 mil milhões de dólares – quase o preço que Musk pagou pelo Twitter.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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