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Estrelas se reúnem em concerto beneficente para LA – 31/01/2025 – Ilustrada

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Matt Stevens e Ben Sisario

Billie Eilish e Green Day deram início ao show com um dueto. Joni Mitchell fez uma rara aparição pública. Katy Perry desfilou pelo palco agitando uma bandeira do estado enquanto cantava o sucesso de 2010, “California Gurls”.

Durante quase seis horas, em dois palcos de arena no sul de Los Angeles, mais de duas dúzias dos maiores nomes da música pop se reuniram para o FireAid, um evento beneficente repleto de estrelas para arrecadar dinheiro para esforços de socorro após os devastadores incêndios florestais na região.

“Na minha opinião,” Anderson .Paak disse à multidão, “Esta é uma das maiores noites da história de Los Angeles.”

Foi uma noite cheia de momentos sérios e solenes. Billy Crystal, que perdeu sua casa em Pacific Palisades no incêndio, subiu ao palco com o mesmo moletom e gorro que usava quando fugiu de casa. Miles Teller, que apresentou Olivia Rodrigo, disse que sua casa também havia sido destruída. E Teller foi acompanhado no palco por um jovem que contou ter carregado sua mãe por cinco lances de escada enquanto fugia.

“Diga-me algo bom,” Lady Gaga cantou enquanto a noite chegava ao fim.

E houve isso também. Em uma das arenas, o Intuit Dome, as luzes ficaram roxas e a multidão explodiu quando Rodrigo começou seu hino alt-pop, “Deja Vu,” com sua linha de abertura sobre “passeios de carro para Malibu.” O público lá deu uma ovação de pé a um professor —apresentado pela estrela de “Abbott Elementary” Quinta Brunson— que se emocionou ao falar sobre economizar dinheiro para comprar uma casa, apenas para perdê-la. Flea, o baixista dos Red Hot Chili Peppers, vestido apenas de cueca, ecoou outros quando gritou: “Los Angeles é nossa casa,” e, usando um palavrão, acrescentou: “Nós amamos vocês.”

De fato, muitos dos artistas chamam, ou já chamaram, Los Angeles de lar. Suas performances foram entrelaçadas com os testemunhos de vizinhos, que, até a noite de quinta-feira, carregavam consigo histórias pesadas que eram menos conhecidas.

As músicas que os artistas tocaram, algumas no Kia Forum, na estrada do Intuit Dome, eram muitas vezes tributos à cidade: Dr. Dre no palco chamando “a cidade(eeee) de L.A.” em uma interpretação de “California Love” de Tupac Shakur enquanto Sheila E. tocava bateria; Jelly Roll ao lado do baterista local do Blink-182, Travis Barker, para cobrir “Hollywood Nights”; os Chili Peppers tocando “Dani California,” “Californication” e a homenagem da banda a Los Angeles “Under the Bridge.”

Até Mitchell, uma residente de Los Angeles, saiu para cantar sua clássica balada de 1969 “Both Sides, Now” enquanto estava sentada em um trono dourado e segurando uma bengala, uma imagem de dignidade régia.

“Algo se perde, mas algo se ganha,” ela cantou, em uma rara aparição pública desde que sofreu um aneurisma em 2015.

Claro, havia californianos proeminentes na plateia também. A ex-vice-presidente Kamala Harris e seu marido, Doug Emhoff, foram vistos no concerto, acenando.

Do lado de fora, enquanto os portões do Intuit Dome se abriam na noite de quinta-feira, frequentadores do concerto de toda a Califórnia descreveram o show como uma situação ganha-ganha. Ao comprar um ingresso, disseram, poderiam tanto apoiar as vítimas dos incêndios quanto desfrutar de um elenco estelar.

Enquanto circulavam pelo saguão comprando mercadorias do concerto, tirando fotos e pegando macarons grátis e adesivos “Eu amo LA”, muitos disseram que conheciam pessoas que foram diretamente afetadas pelos incêndios florestais.

“Você não se importa em gastar muito dinheiro se tiver um bom show, e isso vai para uma boa causa,” disse Cliff Wallace, 47, de Irvine, Califórnia.

Nos dias que antecederam o show, os organizadores disseram que já haviam arrecadado mais de $60 milhões com a venda de ingressos e patrocínios corporativos. Eles dizem que planejam distribuir doações com o conselho da Fundação Annenberg e que a ajuda será tanto para esforços de socorro a curto prazo quanto para iniciativas de longo prazo para prevenir futuros desastres de incêndio.

Na noite de quinta-feira, Crystal anunciou que a banda U2 havia doado US$1 milhão (cerca de R$ 5,8, na cotação atual) para os esforços de socorro e que Steve e Connie Ballmer igualariam essa doação e todas as outras feitas durante a transmissão. (Steve Ballmer, o ex-CEO da Microsoft e proprietário de uma franquia da NBA, foi a força motriz por trás da construção da arena Intuit Dome, onde jogam os Los Angeles Clippers.)

O planejamento para o concerto, que estava disponível para assistir em uma variedade de plataformas de streaming, foi realizado de forma extraordinariamente rápida, liderado por Irving Azoff, um gerente de longa data e influente no mundo da música, e sua família. Dentro de três dias após o início dos incêndios, o Intuit Dome havia sido garantido e o evento anunciado com a cooperação da Live Nation e da AEG Presents, que geralmente são rivais amargos como os dois maiores promotores de concertos do mundo.

Em uma recente entrevista por telefone, Azoff disse que a urgência da crise impulsionou o timing do concerto. Com o Grammy no domingo e o Super Bowl no próximo fim de semana, os organizadores sentiram que o show tinha que acontecer o mais rápido possível, disse ele. “Isso é sobre arrecadar fundos, e você precisa colocar o dinheiro no banco o mais rápido que puder,” disse Azoff.

Os organizadores disseram que os artistas foram rápidos em se juntar ao esforço, com Rod Stewart sendo o primeiro a assinar, seguido por Stevie Nicks. Eles foram seguidos por mais de duas dúzias de artistas —jovens estrelas e lendas mais velhas— com foco em atos baseados na Califórnia.

“Tivemos muita sorte em que nosso evento foi quase inteiramente reservado por pessoas voluntárias,” disse Azoff.

Para encerrar a noite, Lady Gaga disse que queria apresentar uma música esperançosa. Então ela escreveu uma nova, disse ela, “apenas para esta noite, apenas para vocês.”

O refrão era assim: “Tudo que eu preciso é de tempo, para deixar tudo para trás —e continuar seguindo em frente.”



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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).

Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.

A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.

Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.

As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.

Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.

Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.

Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.

O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.



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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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