POLÍTICA
Estrutura do show da Lady Gaga em Copacabana terá…

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Lucas Mathias
Marcado para este sábado, 3, o show da cantora Lady Gaga na Praia de Copacabana promete receber mais de um milhão de pessoas, entre cariocas e turistas. A ideia é repetir a receita do ano passado, quando a também norte-americana Madonna se apresentou para uma multidão gratuitamente, no bairro da Zona Sul do Rio. Em uma visita ao local para vistoriar a montagem do evento, contudo, o vereador Fernando Armelau (PL) constatou que o público geral ficará cerca de 150 metros de distância do palco, diferentemente de uma área VIP, reservada para convidados, que terão acesso e visão privilegiados.
O espaço, localizado logo abaixo do palco, conta com uma área dedicada a um dos patrocinadores do evento, bares e pontos de alimentação, além de um piso que protege o espaço da areia da praia. A área é delimitada por barreiras, que a separam do restante da praia, onde ficarão a maioria dos espectadores.
O parlamentar destaca que o evento é em parte custeado por verbas públicas: segundo Armelau, dos 92 milhões de reais estimados, 15 milhões de reais estão sendo pagos diretamente pela Prefeitura à Bonus Track Entretenimento Ltda, a mesma responsável pelo show de Madonna, em Copacabana, no ano passado. No total, a empresa acumula 25,3 milhões de reais em contratos pagos com dinheiro público.
“O impacto econômico é inegável, mas, conforme apontado pela própria Prefeitura, o retorno efetivo para os cofres do Município não cobre os valores investidos no evento. Não somos contra eventos culturais, muito pelo contrário. Eles geram empregos, movimentam o comércio e trazem visibilidade à cidade”, pondera o vereador, que completa.
“O problema é usar dinheiro do contribuinte sem critério claro e sem transparência”, diz Armelau, autor de um projeto de lei que prevê a criação de uma plataforma digital pública que para divulgar as estimativas e os dados reais de arrecadação, permitindo à população e aos órgãos fiscalizadores acompanharem o impacto econômico desses eventos.
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Matheus Leitão
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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social)
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Felipe Barbosa
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POLÍTICA
A articulação para mudar quem define o teto de jur…

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5 de maio de 2025
Nicholas Shores
O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN).
A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica.
Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.
A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira.
Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.
Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios.
Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.
A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.
Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.
Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.
Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.
Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.
Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.
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