ACRE
Estuprador de crianças admitido e padre aposentado Lawrence Hecker morre aos 93 anos | Abuso do clero de Nova Orleans
PUBLICADO
2 anos atrásem
Ramon Antonio Vargas and David Hammer of WWL Louisiana in New Orleans
Estuprador de crianças admitido e padre católico romano aposentado Lawrence Hecker morreu pouco mais de uma semana depois de começar a cumprir pena de prisão perpétua, segundo autoridades.
HeckerEle, de 93 anos, se confessou culpado em 3 de dezembro das acusações de ter sequestrado e estuprado uma adolescente em uma igreja de Nova Orleans em 1975. Ele recebeu uma sentença obrigatória de prisão perpétua em 18 de dezembro e dias depois foi transferido para uma prisão estadual da Louisiana. conhecido como Elayn Hunt, disse seu advogado, Robert Hjortsberg.
Hjortsberg disse que Hecker estava a caminho da penitenciária estadual de segurança máxima da Louisiana, apelidada de Angolamas no final das contas ele não conseguiu chegar lá.
Hjortsberg, seu co-advogado Eugene Redmann e o Nova Orleães o promotor distrital, Jason Williams, confirmou na sexta-feira que foram informados da morte de Hecker, embora não esteja claro em que dia sua morte ocorreu.
Embora os detalhes sobre a causa e a forma da morte não estivessem disponíveis imediatamente, Redmann disse que a saúde de Hecker estava piorando.
Hecker tornou-se um dos rostos do escândalo de abuso sexual clerical que durou décadas na Igreja Católica de Nova Orleães – e foi protegido da justiça pelos seus superiores religiosos durante a maior parte da sua vida.
O sobrevivente de violação infantil que apresentou com sucesso acusações criminais contra Hecker relatou ser estudante na escola secundária St John Vianney de Nova Orleães – em homenagem a um santo padroeiro dos padres paroquiais católicos – quando o clérigo fez amizade com ele.
O sobrevivente tinha o hábito de se exercitar em uma sala de musculação construída em um espaço na torre sineira de uma igreja adjacente conhecida pelos moradores como Florzinha, que desde então fechou ao lado da St John Vianney, uma escola que atendia principalmente meninos interessados em ingressar. o sacerdócio católico.
Um dia, Hecker apareceu na sala de musculação e conversou um pouco com o menino sobre seu sonho de ingressar em um time esportivo de St John. Hecker subitamente colocou o menino – então com 16 anos – em uma chave de braço estilo luta livre, deixou-o inconsciente e o estuprou, de acordo com documentos judiciais.
O sobrevivente mais tarde contou à sua mãe e ao diretor da escola sobre seu estupro nas mãos de Hecker. Mas, disse ele, o diretor, Paul Calamari, nunca alertou a polícia e, em vez disso, ameaçou expulsá-lo se não fosse submetido a tratamento psicológico pelo que o líder da escola caracterizou como “problemas de raiva e histórias de fantasia”.
Hecker inicialmente negou essas alegações específicas. Mas em 1999, ele admitiu por escrito aos burocratas da Igreja Católica em Nova Orleães que tinha molestado ou assediado sexualmente várias outras crianças que conheceu através do seu trabalho como padre.
Mesmo assim, a igreja permitiu que Hecker voltasse ao trabalho alguns anos antes de permitir que ele se aposentasse com pleno emprego. A igreja então esperou até 2018 para finalmente notificar o público de que Hecker, Calamari e dezenas de seus colegas clérigos haviam sido confrontados com alegações substanciais de abuso sexual infantil – o que levou coletivamente a arquidiocese católica de Nova Orleans a pedir proteção contra falência há menos de dois anos. mais tarde.
Depois que a igreja revelou que Hecker era um predador de crianças, o ex-aluno de St John Vianney se uniu a um advogado civil, Richard Trahant, para apresentar uma queixa formal às autoridades sobre o estupro da sobrevivente. O caso progrediu lentamente até o verão de 2023, quando o Guardião e depois afiliada da CBS de Nova Orleans Segunda Guerra Mundial Louisiana começou a publicar um série de relatórios na confissão de Hecker de 1999 – bem como nas ações que a igreja tomou para esconder essa divulgação durante mais de duas décadas.
Os meios de comunicação conseguiram publicar esses relatórios apesar do facto de a falência da Igreja ter ocultado a maioria dos assuntos arquidiocesanos atrás de um selo de confidencialidade exigido pelo tribunal.
Finalmente, em setembro de 2023, Luisiana a polícia estadual e o gabinete do promotor distrital de Nova Orleans, Williams, obtiveram uma acusação do grande júri acusando Hecker de estupro infantil, sequestro e outros crimes relacionados ao ataque de 1975 em St John Vianney.
O caso foi adiado por mais de um ano em meio a dúvidas sobre se Hecker, como um nonagenário que lutava contra a demência, tinha a competência necessária para ser legalmente julgado. No final, ele foi considerado competente, preparando o terreno para um julgamento que deveria começar em 3 de dezembro.
Hecker, porém, evitou o julgamento declarando-se culpado das acusações e recebendo uma sentença obrigatória de prisão perpétua 15 dias depois. Foi a primeira vez, pelo menos na memória recente, que um clérigo católico da cidade de Nova Orleães – cuja arquidiocese conta com centenas de milhares de fiéis – foi condenado por violação de crianças, um dos crimes mais duramente punidos no Louisiana.
A audiência de sentença deixou a juíza que presidiu o caso, Nandi Campbell, em lágrimas de simpatia pelas vítimas de Hecker.
Um deles, Aaron Hebert, que estava preparado para testemunhar em apoio ao ex-aluno de St John Vianney, teve o julgamento prosseguido chamado Hecker de “Satanás em roupas de padre”, alguém que lhe roubou a infância. Outro sobrevivente chamou Hecker de “animal” e agradeceu a Deus por seu dia de justiça finalmente ter chegado.
O ex-aluno de St John Vianney testemunhou que o fato de ter sido estuprado por Hecker o condenou a uma vida inteira de relacionamentos pessoais desconexos – inclusive com sua esposa e filhos. “Não tenho nenhum amigo”, disse ele enquanto Hecker chorava e enxugava os olhos. “Eu afastei todo mundo.”
Esse sobrevivente desde então expresso um desejo de que alguns dos facilitadores de Hecker sejam eventualmente processados. Restava saber se isso seria possível, embora uma investigação mais ampla estimulada pelo caso contra Hecker continue ativa e em andamento.
Declarações policiais prestadas sob juramento em abril, como parte de uma investigação mais ampla, afirmam explicitamente que as autoridades têm motivos prováveis para suspeitar que a arquidiocese dirigia uma rede de tráfico sexual de crianças responsável pelo “abuso generalizado de menores que remonta a décadas” que foi “coberto atualizado e não relatado” às autoridades. Mas ninguém além de Hecker havia sido acusado no momento de sua morte.
Depois que a notícia da morte de Hecker circulou na sexta-feira, Williams disse: “Não tínhamos tempo a perder”.
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR

Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
ACRE
Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
7 horas atrásem
20 de outubro de 2026Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).
Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.
A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.
Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.
As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.
Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.
Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.
Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.
O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.
Relacionado
ACRE
Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
1 dia atrásem
19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
Relacionado
ACRE
Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
3 dias atrásem
17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
Relacionado
PESQUISE AQUI
MAIS LIDAS
ACRE6 dias agoUfac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
ACRE5 dias agoUfac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
Warning: Undefined array key 0 in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/single.php on line 591
Warning: Attempt to read property "cat_name" on null in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/single.php on line 591
3 dias agoEstudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
ACRE3 dias agoUfac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login