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‘Eu não fiz nada de errado’: Porter da Irlanda volta sobre a lesão de DuPont | Seis Nações 2025
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PA Media
O proprietário da Irlanda, Andrew Porter, insistiu que “eu não fiz nada de errado” quando ele reagiu com o técnico da França, Fabien Galthié, em meio às consequências sobre a lesão no joelho do final da temporada de Antoine Dupont.
O bluesO capitão-amplamente considerado como o melhor jogador do mundo-enfrenta um longo período à margem depois de romper um ligamento cruzado anterior durante a vitória de 42-27 da Nação em seu país em Dublin. A França ficou furiosa com o incidente que causou a lesão, com Galthié marca “repreensível” Ao anunciar sua intenção de indicar Porter e seu companheiro de equipe da Irlanda, Tadhg Beirne, ao comissário citador para uma possível punição retrospectiva.
Porter, que-além de Beirne-é livre para aparecer no jogo final da rodada de sábado para a Itália, disse que “não tinha intenção maliciosa”. “Ele pode dizer o que quer, veja o quão longe ele o leva”, disse Porter sobre Galthié. “Não, eu não fiquei desapontado (por ser citado). Eu sabia o que fiz; Não saí para tentar ferir ninguém. Esse não é o tipo de jogador que eu sou. Se ele (Galthié) quer pensar isso, isso depende dele. Até enviei a Antoine uma mensagem no Instagram apenas para ver como ele era e, obviamente, você nunca quer ver alguém saindo do campo assim.
“Se você tem o treinador pedindo sua cabeça, é um pouco muito justo. Mas ele é um jogador tão crucial para eles que eles quase não querem que ele seja tocado. Olha, ele tem direito à sua opinião, mas eu sei que não fiz nada de errado lá. Eu durmo bem à noite. ”
Dupont ficou visivelmente chateado quando mancou do campo aos 29 minutos da partida de sábado, depois que Beirne, que parecia ser empurrado por Porter, caiu na perna direita, fazendo com que ela se dobrasse. A raiva da França alimentou uma tela de tirar o fôlego no segundo tempo, ao transformar uma vantagem esbelta de 8 a 6 em um trabalho enfático de demolição para se mudar para a pole position para a glória do campeonato e interromper a oferta do Grand Slam da Irlanda.
“Sua perna ficou presa entre um ruck quando ele estava tentando combatê -la e ele ficou preso e passou.“ Porter continuou. “Isso acontece muito neste esporte. Não havia intenção maliciosa em torno dela. É obviamente infeliz e azarado. ”
A Irlanda esperava viajar para Roma à beira de um terceiro histórico consecutivo Seis nações O título, mas o lado de Simon Easterby agora está em risco de terminar em terceiro lugar na parte de trás de uma primeira derrota em casa na competição em quatro anos. A Irlanda deve vencer no Stadio Olimpico e, em seguida, esperar o segundo colocado da Inglaterra e a França no topo da mesa contra o País de Gales e a Escócia, respectivamente. “Não é fácil seguir em frente de um jogo como esse”, disse Porter sobre a perda de fim de semana preocupante.
Após a promoção do boletim informativo
“Você não pode morar muito no passado. Mas você estaria mentindo para si mesmo se dissesse que ainda não estava pensando naquele jogo. Foram apenas alguns pequenos erros no dia. Não vamos deixar algo assim nos agitar.
“Sabemos exatamente quem somos como jogadores e em equipe. Sabemos exatamente o que podemos fazer, simplesmente não clicou para nós no sábado. Se alguma coisa, nos encorajou a sair e produzir o rugby que podemos tocar. Ainda não estamos completamente fora da competição. É tudo para jogar. Nós saímos e tocamos neste fim de semana e certo alguns erros. ”
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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural — Universidade Federal do Acre
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27 de julho de 2026Quatro estudantes de graduação da Ufac representaram a instituição no 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober, na sigla em inglês), ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de 19 a 23 de julho, com o tema “Políticas para Natureza, Alimentação e Nutrição em Tempos de Incerteza e Mudanças Climáticas”.
Os trabalhos, desenvolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional (Elos) e Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas (GPD), contaram com a coautoria e orientação dos professores e coordenadores dos grupos, Graziela Gomes Bezerra, Elyson Ferreira de Souza e Gisele Elaine de Araújo Batista Souza.
Cultivo do cacaueiro
O aluno de Sistemas de Informação, Guilherme Félix Cavalcante, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Cacauicultura na Região Norte: Análise do Desempenho Produtivo, Dinâmica Comercial e Sustentabilidade”. O estudo aborda a cacauicultura e oferece uma análise do desempenho produtivo, da dinâmica comercial e dos aspectos de sustentabilidade, fornecendo dados para o desenvolvimento rural, territorial e regional, além de subsidiar práticas mais sustentáveis para a cadeia produtiva do cacau.
“A participação no evento é um marco significativo em minha formação acadêmica”, disse Guilherme. “Dissemina os resultados da minha pesquisa e fomenta o desenvolvimento de habilidades de comunicação, pensamento crítico e construção de uma rede de contatos profissionais.”
Bananicultura no Acre
A aluna de Ciências Econômicas, Maria Eduarda Souza Diniz, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Desenvolvimento Produtivo e Dinâmica da Bananicultura no Acre: Uma Análise da Produção e dos Mercados (1994-2024)”, o qual analisa a evolução da bananicultura no Acre durante três décadas, contribuindo para o entendimento das transformações produtivas e comerciais desse setor, além de fornecer subsídios para o fomento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural, territorial e regional.
“O congresso proporciona um ambiente de aprendizado e troca de experiências com outros pesquisadores e profissionais da área”, contou Maria Eduarda. “Isso enriquece minha formação e contribui para consolidação da Ufac como um polo de produção científica de excelência.”
Mulheres na gestão
A aluna de Ciências Econômicas, Riely Nilce de Melo Avilar, apresentou, na terça-feira, 21, o trabalho “Mulheres na Gestão de Propriedades Rurais na Amazônia Legal”. A pesquisa trata da atuação feminina no desenvolvimento regional e contribui para o debate sobre agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural, oferecendo perspectivas para promoção da equidade e do desenvolvimento sustentável na região. Esse estudo teve, ainda, coautoria de Raiza Gabriele Lima dos Santos.
“Apresentar um trabalho num congresso de relevância nacional, como o da Sober, e para uma audiência especializada é fundamental para minha formação profissional e promoção de intercâmbios”, pontuou Riely.
Milho e inflação
O aluno de Ciências Econômicas, Rogério Gonçalves Bezerra Junior, apresentou, na segunda-feira, 20, o trabalho “Análise da Inflação na Cadeia Produtiva do Milho: Evidências a Partir de Dados de Produção”, com o qual investigou como fatores econômicos afetam a produção do milho e o custo de vida, servindo como base para formuladores de políticas públicas e agentes do mercado.
“Além de projetar a pesquisa desenvolvida na Ufac para um público qualificado, tive a oportunidade de uma experiência inestimável de intercâmbio científico”, comentou Rogério. “Também destaco a discussão de ideias, o recebimento de feedback e a mobilização de contatos.”
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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.
A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.
O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.
“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.
O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.
A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”
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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.
A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.
Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.
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