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Eu sou o infame não respondedor em nosso bate-papo em grupo. Isso faz de mim um mau amigo? | Louis Hanson

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Louis Hanson

Sempre há um amigo inexistente no chat em grupo. Aquele infame não-respondedor, vagando em segundo plano, cuja contribuição para o discurso do chat permanece mínima… se não extinta.

Esse amigo sou eu. Considere esta minha intervenção autodesignada.

Desde que me lembro de ter um telefone na mão, sou um péssimo respondedor. As frases “Desculpe por ter perdido isso” e “Como isso caiu no esquecimento?” rapidamente se tornaram componentes básicos do meu vocabulário celular. Quando um novo chat em grupo é criado, os membros inevitavelmente rirão da minha incapacidade de responder a uma simples pergunta em questão de horas.

No entanto, não sou um respondedor horrível em todas as facetas da minha vida. Na verdade, orgulho-me do meu tempo de resposta rápido quando se trata de e-mails de trabalho, do meu gerente e da minha mãe, que esta última obviamente adora: “Sinto-me muito privilegiada por estar na sua lista de respostas rápidas”, ela me diz, ao lado de um emoji de rosto sorridente com coração.

“Em vez disso, ligue para mim”, digo aos meus amigos. “Eu sou um chamador muito melhor.” Eles sabem que se for urgente e precisarem de mim, eu atendo e estarei sempre presente.

Mas se eu leio uma mensagem e a categorizo ​​como não urgente, a história é diferente.

Digamos que um amigo me envie uma mensagem perguntando o que penso sobre a próxima Charli xcx Brat álbum de remixes. Vou ler, responder automaticamente na minha cabeça – “Eu amo isso” – mas arquive-o mentalmente no arquivo não urgente, dizendo a mim mesmo que cuidarei daquele arquivo não urgente o mais rápido possível. E então estou digitando outro e-mail, comendo uma banana, ligando para meu dentista, olhando pela janela, tirando uma soneca – e me esquecendo completamente de revisitar aquele arquivo não urgente. Minha declaração de amor pelo novo álbum remix do Brat chega muito, muito tarde.

Quando se trata de bate-papos em grupo, as conversas acontecem tão rapidamente que, se eu não estiver presente nos primeiros cinco minutos da discussão, de repente perdi 67 mensagens sobre uma farra, um rompimento, uma dissecação do lançamento do filme Wicked. e duas datas do Hinge – é fácil ficar para trás, e eu fico.

Cheguei a um ponto em que reservo 15 minutos na minha agenda do Google algumas tardes apenas para responder às mensagens de amigos. Mas mesmo assim, no momento em que respondi às suas mensagens, muitos já responderam, e então eu arquivo mentalmente suas mensagens não urgentes no gabinete não urgente. de novoe assim o ciclo vicioso continua – a inevitável areia movediça do iMessage.

Eu quero me estressar fazer amo meus amigos e eu sou grato por ser incluído em todos os bate-papos em grupo. Simplesmente acho opressor acompanhar o fluxo interminável de iMessage, Gmail, WhatsAppNotificações do Messenger, Instagram, TikTok, Facebook, LinkedIn, Slack, iCal e realestate.com.au com as quais somos inundados ao longo do dia. Nestes momentos, as notificações do iMessage muitas vezes ficam no esquecimento, as mensagens dos meus amigos ficam sem resposta e às vezes tenho vontade de jogar meu telefone em um lago, deitar no chão e olhar para uma parede. Não quero ser dramático.

Infelizmente, recentemente perguntei à minha amiga Tully como ela se sentia em relação aos meus hábitos abaixo da média de mensagens de texto. Ela é aquela amiga em quem você sempre pode confiar para lhe contar a verdade sem açúcar.

“Se tivermos sorte, você leva de três a cinco dias úteis para responder”, ela me diz. “Mas você geralmente nos deixa lendo até você precisa de algo ou tem uma pergunta a fazer.” Ai, mas provavelmente não está errado.

“Para ser justa”, ela acrescenta, “quando eventualmente obtivermos uma resposta sua – você estará sempre para baixo (para os planos), você sempre aparece quando precisamos de você, você nunca desiste ou cancela e geralmente é você quem dirige 40 minutos pela cidade para nos ver no lado sul, então… podemos lidar com o silêncio do chat em grupo no rádio em troca de esse tipo de amizade.”

Courtney, uma das minhas melhores amigas, também admite que meus maus tempos de resposta podem ser desafiadores. “A verdade é que acho que sabia que havíamos alcançado um novo nível de amor e companheirismo quando aceitei o quão péssimo você é em responder e decidi abraçar isso.”

Neste momento, penso no papel de cada amigo no grupo – o mensageiro prolífico, o que liga, o que não responde, o chorão bêbado – e como todos nós comunicamos e contribuímos para o grupo de diferentes maneiras. Todos expressando amor de maneiras diferentes também.

Enquanto me sento para escrever este artigo, sou pego em meio a uma infinidade de perguntas. Eu me pergunto se minhas mensagens de texto horríveis podem ser um sintoma do meu TOC recém-diagnosticado. Ou talvez eu seja apenas um mau respondedor? Posso ser um mau respondedor e um bom amigo? Ou sou apenas um mau amigo?

Há muito o que refletir, e posso garantir que essa reflexão me distrairá das 219 notificações que ainda preciso atender.

Louis Hanson é escritor, comediante e apresentador



Leia Mais: The Guardian

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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