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EUA expulsam centenas de guatemaltecos e discutem voos para o México
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Duzentas e sessenta e cinco pessoas expulsas dos Estados Unidos desembarcaram na sexta-feira, 24 de janeiro, na Guatemala, segundo as autoridades locais, depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu um “operação de expulsão” acção em massa para reprimir a imigração ilegal. Segundo a Casa Branca, quatro aviões transportando imigrantes deportados também partiram para o México, o que a Cidade do México não confirmou.
Dois aviões militares e um avião particular pousaram na Guatemala, segundo diversas fontes. Chegou um primeiro voo transportando 80 guatemaltecos (31 mulheres, 48 homens e um adolescente), comunicou o Instituto de Migração da Guatemala Sexta-feira. Depois, um segundo voo transportando 17 homens e 63 mulheres, antes de um terceiro, privado, repatriou 11 mulheres, 89 homens e cinco menores.
“Podemos confirmar que, ontem à noite, dois aviões do Ministério da Defesa realizaram voos de repatriação dos Estados Unidos para a Guatemala”confirmou uma fonte do Pentágono à Agence France-Presse (AFP).
O governo da Guatemala não confirmou se o grupo incluía algum dos 538 “migrantes criminosos ilegais” presoou se os seus nacionais fizessem parte do “centenas” de imigrantes que a Casa Branca disse na noite de quinta-feira terem deportado. “Estes são voos de inauguração pós-Trump”declarou sobriamente à AFP um funcionário da vice-presidência da Guatemala.
Um “estado de emergência nacional” declarado na fronteira com o México
Donald Trump prometeu uma vasta ofensiva contra os migrantes ilegais durante a sua campanha; ele iniciou seu segundo mandato na segunda-feira, 20 de janeiro, com uma série de decretos destinados a conter seu influxo para os Estados Unidos. Ele assim declarou “um estado de emergência nacional” na fronteira sul com o México e anunciou o envio de tropas ao mesmo tempo que prometeu a expulsão de “alienígenas criminosos”.
“O México aceitou ontem (QUINTA-FEIRA) um número recorde de quatro voos de deportação em um dia! »exultou a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, em uma mensagem no ” aceitar(ait) sempre a chegada dos mexicanos (filho) território de braços abertos ».
O governo mexicano não confirmou nem a chegada de voos nem um acordo para receber um determinado número de aviões transportando deportados, enquanto a mídia dos EUA informou que foi negada a chegada de um voo para o México.
“Os voos de deportação já começaram”, saúda a Casa Branca
Durante a semana, a Presidente do México, Claudia Sheinbaum, ofereceu-se para fornecer um “assistência humanitária” então organize o “repatriação” estrangeiros alvo das primeiras medidas da administração Donald Trump.
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“Essas medidas se somam às deportações ilimitadas para a fronteira terrestre e à expulsão de não-mexicanos” e o restabelecimento de um programa americano que incentiva os migrantes a permanecer no México enquanto aguardam uma resposta ao seu pedido de asilo, disse a Sra.meu Leavitt.
Na sexta-feira, a Casa Branca postou uma foto no X de homens algemados entrando em um avião militar, com a seguinte legenda: “Os voos de deportação começaram. » Durante a viagem, Trump disse à imprensa que esses voos tinham como objetivo expulsar “os criminosos mais perversos e endurecidos”.
Sob a administração Biden, cerca de 270 mil pessoas foram deportadas em 2023, um número anual nunca alcançado durante o primeiro mandato de Trump (2017-2021).
O mundo com AFP
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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