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EUA impõem sanções ao setor petrolífero do Irã devido ao ataque com mísseis a Israel | Notícias de política

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Washington, DC – Os Estados Unidos impuseram sanções a empresas e navios que supostamente estão envolvidos no comércio e transporte de petróleo iraniano, a fim de punir Teerão pela sua recente ataque com mísseis em instalações militares em Israel.

O Tesouro e o Departamento de Estado dos EUA anunciaram as sanções na sexta-feira, enquanto as autoridades israelenses continuam a prometer responder com força ao ataque iraniano.

Teerã disparou um barragem de mísseis em Israel, em 1º de outubro, em retaliação pelo assassinato do chefe do Hamas, Ismail Haniyeh, em Teerã, e pelos assassinatos do líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, e de um general iraniano, em Beirute.

“Na sequência do ataque sem precedentes do Irão, em 1 de Outubro, contra Israel, os Estados Unidos deixaram claro que imporiam consequências ao Irão pelas suas acções”, disse o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, num comunicado.

“Para esse fim, estamos hoje a tomar medidas para interromper o fluxo de receitas que o regime iraniano utiliza para financiar o seu programa nuclear e o desenvolvimento de mísseis, apoiar representantes e parceiros terroristas e perpetuar o conflito em todo o Médio Oriente.”

As medidas de sexta-feira acrescentam as indústrias petrolíferas e petroquímicas do Irão a uma lista de sectores que Washington diz que Teerão utiliza para financiar os seus mísseis balísticos e programas nucleares, permitindo novas sanções contra eles.

Mas o petróleo e a petroquímica iranianos já estão sob forte Sanções dos EUA.

As sanções mais recentes parecem ter como objectivo reforçar a aplicação das restrições às exportações iranianas, ao mesmo tempo que enviam uma mensagem de apoio a Israel após o ataque com mísseis.

O Departamento de Estado disse que a administração do presidente dos EUA, Joe Biden, está “emitindo uma determinação que levará à imposição de sanções contra qualquer pessoa determinada a operar nos setores petrolífero ou petroquímico da economia iraniana”.

O Departamento de Estado sancionou seis entidades e seis navios na sexta-feira, enquanto o Tesouro visou 17 navios.

As embarcações estão registradas nos Emirados Árabes Unidos, China e Panamá, entre outros locais.

As sanções congelarão os activos das entidades nos EUA e tornarão geralmente ilegal que os americanos se envolvam em transacções financeiras com elas.

A região continua a antecipar a resposta israelita ao ataque, entre receios de uma escalada em espiral que poderá arrastar todo o Médio Oriente para uma guerra total.

Na semana passada, Biden sugeriu que Israel deveria abster-se de atacar as instalações nucleares ou campos petrolíferos do Irão, mas o governo israelita desafiou repetidamente a decisão de Biden. avisos públicos no passado.

“Os israelenses não concluíram o que vão fazer. Isso está em discussão”, disse Biden aos repórteres na semana passada.

“Se eu estivesse no lugar deles, estaria pensando em outras alternativas além de atacar os campos petrolíferos iranianos.”

Na quinta-feira, um porta-voz do Kataib Hezbollah, um grupo iraquiano aliado do Irão, alertou que se uma “guerra energética” começasse, “o mundo perderia” cerca de 12 milhões de barris de petróleo por dia – cerca de 10% da produção global. O porta-voz não forneceu mais detalhes.

Um ataque militar ao sector petrolífero do Irão poderia fazer disparar os preços globais e revelar-se dispendioso para os consumidores americanos, o que prejudicaria as hipóteses eleitorais da candidata democrata, a vice-presidente Kamala Harris.

No início desta semana, Harris declarou O Irão como o “maior adversário” dos EUA, ao reafirmar o seu apoio “inabalável” a Israel.

Biden conversou com o primeiro-ministro israelense Benjamim Netanyahu na quarta-feira e reafirmou também o seu apoio “firme” ao aliado dos EUA.

As autoridades norte-americanas descreveram o ataque com mísseis iranianos a Israel como não provocado, embora Haniyeh tenha sido assassinado em solo iraniano num ataque amplamente atribuído a Israel no final de Julho.

Perguntado depois do assassinato de Haniyeh Se o Irão “como nação soberana” tem o direito de se defender, o porta-voz do Departamento de Estado, Vedant Patel, rejeitou a questão, acusando Teerão de ações “desestabilizadoras” em toda a região.

O enviado do Irão às Nações Unidas, Amir Saeid Iravani, disse esta semana que o seu país “está totalmente preparado para defender a sua soberania e integridade territorial contra qualquer agressão que vise os seus interesses vitais e a sua segurança”.



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Podcast da Ufac entrevista novo reitor Josimar Ferreira — Universidade Federal do Acre

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O canal UfacTV no YouTube transmitiu ao vivo, na quinta-feira, 13, a estreia da terceira temporada do CapiCast, podcast oficial produzido pela Assessoria de Comunicação da universidade. O episódio inaugural trouxe como convidado o professor Josimar Ferreira, que assumiu a Reitoria da instituição para o quadriênio 2026-2030, em uma entrevista conduzida pela apresentadora e assessora de Comunicação Nattércia Damasceno. A solenidade oficial de transmissão de cargo será na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.

Com a temática geral “Ufac em Perspectiva: Floresta, Conhecimento, Futuro”, a nova temporada busca debater o papel da universidade na transformação social e no desenvolvimento regional, integrando a produção acadêmica à preservação ambiental e às demandas da comunidade acreana.

Durante a conversa, o novo reitor relembrou sua trajetória acadêmica iniciada em 1997, quando ingressou no curso de Agronomia como filho de produtores rurais e enfrentou os desafios do ensino superior na época, como a escassez de transporte e de bolsas de estudo. “Estar no cargo de reitor me faz refletir isso, porque eu sei de onde vim, como se diz, o chão de fábrica, um filho de um produtor rural que, graças ao processo educacional, chega ao maior posto da sua casa.”

Ao tratar das prioridades para os primeiros cem dias de gestão, Josimar antecipou medidas voltadas à reestruturação de serviços e ao diálogo com a comunidade. O primeiro ato administrativo a ser submetido ao Conselho Universitário (Consu) será a revogação das reuniões virtuais, garantindo o retorno das sessões presenciais dos colegiados.

O plano de ação inicial também inclui a retomada dos serviços de xerox para alunos e docentes, o estudo para implantação de reconhecimento facial nas catracas do Restaurante Universitário e o foco na conclusão de obras pendentes, como a passarela da Medicina Veterinária e as instalações do Colégio de Aplicação.

Outro tema abordado foi o compromisso com a inclusão e a equidade. O gestor anunciou que proporá ao Consu a criação da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade, estrutura planejada para centralizar e fortalecer as políticas voltadas aos estudantes indígenas, ao Núcleo de Apoio à Inclusão e aos observatórios sociais da instituição.

Por fim, o fortalecimento da comunicação pública foi apontado como peça-chave para romper os muros da academia e levar o conhecimento científico diretamente à sociedade.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Josimar Ferreira inicia gestão de 4 anos como reitor da Ufac — Universidade Federal do Acre

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Josimar Ferreira inicia gestão de 4 anos como reitor da Ufac-reitor-e-vice.jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com os novos pró-reitores da administração superior para marcar o início da gestão do quadriênio 2026-2030 e tratar das primeiras ações e prioridades a serem tomadas na universidade. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 12, na Reitoria, campus-sede. A sessão solene pública de transmissão de cargo da Reitoria será realizada na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.

Josimar afirmou que a eficiência na aplicação dos recursos e a austeridade estarão entre os princípios da gestão. Hoje ele também se reúne com as equipes das áreas de planejamento e administração para avaliar o orçamento disponível para execução das atividades até o fim do ano. “Esse é um princípio que adotamos desde o primeiro dia”, afirmou.

Entre as primeiras medidas anunciadas está a retomada das reuniões presenciais dos conselhos universitários. Segundo o reitor, a mudança será implementada já nesta primeira semana de gestão.

Outra ação prevista é a criação de uma nova pró-reitoria, voltada a ações afirmativas, equidade, gênero e inclusão. De acordo com Josimar, a proposta é colocar essas políticas no centro da estrutura administrativa da universidade e ampliar sua atuação nas políticas acadêmicas.

A nova gestão também dará continuidade ao processo de realização do vestibular do curso de Medicina. O reitor informou que a Ufac já garantiu recursos e iniciará a fase de contratação da empresa responsável pelo certame. A previsão é que as provas sejam aplicadas nas cinco regionais do Acre, com manutenção do bônus regional.

A interiorização também está entre as prioridades apresentadas. A gestão pretende iniciar discussões sobre a ampliação da presença permanente da universidade no interior, incluindo a regional do Purus, em Sena Madureira, e a região de Tarauacá e Envira.

Josimar destacou ainda a intenção de ampliar a aproximação da Ufac com diferentes setores da sociedade. “Queremos aproximar a relação com a sociedade, com o serviço, com o comércio, com a indústria, e com isso fortalecer o nosso tripé, o ensino, a pesquisa e a extensão.”

Integram a nova administração superior a vice-reitora Almecina Balbino; a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro; a pró-reitora de Assuntos Estudantis, Aline Nicolli; o pró-reitor de Planejamento, Edcarlos Souza; o pró-reitor de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Thiago Lima; e o pró-reitor de Administração, Tone Roca.

 



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Proaes lança plataforma para cadastro da assistência estudantil — Universidade Federal do Acre

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A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes), da Ufac, oficializou o lançamento do Cadastro da Assistência Estudantil (Caes) nessa terça-feira, 11. A nova plataforma digital foi desenvolvida para reformular o processo de seleção de bolsas e auxílios financeiros da instituição, com o objetivo de reduzir a burocracia, otimizar o fluxo socioeconômico e ampliar o acesso dos acadêmicos aos programas de permanência universitária.

A plataforma já está disponível para acesso e o preenchimento do cadastro poderá ser realizado ao longo do ano de 2026. A transição completa do fluxo de seleção para o novo ambiente digital será concluída para ter validade nos editais previstos para o ano letivo de 2027.

O sistema apresenta interface que se adapta, permitindo o preenchimento e acompanhamento das etapas diretamente por dispositivos móveis, como celulares e tablets. Outra mudança estrutural do Caes é a otimização do formulário socioeconômico, que teve sua extensão reduzida de 14 para 9 páginas. O documento passa a ser pré-preenchido de forma automática com dados cadastrais já existentes nas bases de dados integradas da Ufac, evitando a inserção repetitiva de informações pessoais pelos discentes.

O modelo operacional introduz a aprovação prévia do cadastro socioeconômico, que terá validade mínima de dois anos. Com a homologação efetuada pela equipe de assistentes sociais da Proaes, o estudante integrará um banco de dados unificado, ficando apto a diferentes modalidades de auxílios e bolsas por meio de uma manifestação de interesse digital, sem a necessidade de reapresentar a documentação completa a cada novo edital lançado. Apenas modalidades específicas que demandem comprovações complementares, como o auxílio-creche, exigirão anexos pontuais.

O desenvolvimento da ferramenta durou aproximadamente dez meses e foi viabilizado por uma cooperação técnica entre a Proaes, o projeto WebAcademy, sob coordenação do professor Daricélio Moreira, o Núcleo de Tecnologia da Informação e o corpo de assistentes sociais da universidade, que atuaram na especificação das regras de negócio do software. Três acadêmicos selecionados via edital atuaram diretamente na programação e construção do sistema.

“O Cadastro da Assistência Estudantil vai trazer uma redução na burocracia e a possibilidade de melhorar o acesso dos estudantes aos benefícios da Proaes”, disse o pró-reitor de Assuntos Estudantis, Isaac Dayan. “Temos vários aspectos que ajudam o estudante a ter uma melhor experiência na hora de concorrer, como uma interface intuitiva e a redução da quantidade de páginas do formulário. Acreditamos que será um grande avanço na política de assistência estudantil.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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