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EUA permitem que Ucrânia use mísseis de longo alcance na Rússia
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Washington deu autorização à Ucrânia para atacar o território russo com mísseis de longo alcance fornecidos pelos Estados Unidos, disse uma autoridade americana à Agence France-Presse (AFP) no domingo, 17 de novembro, uma grande mudança estratégica algumas semanas antes de Donald Trump chegar ao poder. poder. Informações também reveladas à agência Imprensa Associadaau New York Times e em Washington Post.
O Presidente Joe Biden acede assim a um pedido de longa data de Kiev, pouco antes da sua saída da Casa Branca e do regresso de Donald Trump, muito crítico da ajuda americana à Ucrânia.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, vem pedindo há meses permissão para usar mísseis britânicos Storm Shadow e mísseis americanos ATACMS para atingir alvos mais dentro do território russo. Estas armas com um alcance máximo de várias centenas de quilómetros permitiriam à Ucrânia chegar aos locais logísticos do exército russo e aos campos de aviação de onde os seus bombardeiros decolam.
Mas o chefe de Estado ucraniano acolheu esta informação com cautela. “Greves não são feitas com palavrasele declarou em seu ponto diário. Coisas assim não acontecem. Os mísseis falarão por si. »
Reação ao envio de soldados norte-coreanos
Vários países, incluindo os Estados Unidos, recusaram-se até agora a dar tal luz verde, por receio de uma escalada com Moscovo. O presidente russo, Vladimir Putin, alertou que tal decisão significaria “Os países da OTAN estão em guerra com a Rússia”.
“Com a entrada na guerra das tropas norte-coreanas e o ataque massivo de mísseis russos, o presidente (Joe Americano) Biden respondeu com uma linguagem que Putin entende”estimou Radoslaw Sikorski, chefe da diplomacia polonesa, em X. Segundo o ministro, “a vítima de um ataque tem o direito de se defender”.
A decisão dos Estados Unidos poderá levar outros aliados a seguirem o exemplo, nomeadamente o Reino Unido. O chanceler alemão, Olaf Scholz, cujo país é o segundo maior fornecedor de ajuda militar à Ucrânia desde o início da invasão russa em Fevereiro de 2022, recusa-se incansavelmente a fornecer os mísseis Taurus de longo alcance solicitados por Kiev.
O anúncio norte-americano ocorre no mesmo dia de um dos maiores ataques russos dos últimos meses contra a Ucrânia, ataques que deixaram vários mortos e cerca de vinte feridos em todo o país, segundo as autoridades.
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Espera-se inicialmente que mísseis ATACMS fornecidos pelos EUA sejam usados na região fronteiriça russa de Kurskonde soldados norte-coreanos foram destacados em apoio às tropas russas, de acordo com o New York Times, que cita autoridades dos EUA falando sob condição de anonimato. A decisão de Washington de permitir que a Ucrânia usasse estes mísseis veio em resposta a esta mobilização de soldados norte-coreanos, de acordo com esses funcionários.
Acelerar a entrega de ajuda militar
Na sua campanha para regressar à Casa Branca, Donald Trump não hesitou em criticar as dezenas de milhares de milhões de dólares libertados para a Ucrânia desde o início da invasão russa. O presidente eleito, que tomará posse em 20 de janeiro, prometeu resolver este conflito “em vinte e quatro horas”sem nunca explicar como.
A Ucrânia teme um enfraquecimento do apoio americano, num momento em que as suas tropas estão em dificuldades na frente, ou que lhe seja imposto um acordo envolvendo concessões territoriais à Rússia.
O presidente cessante, Joe Biden, procura acelerar a entrega de ajuda militar a Kiev e continua a criar mecanismos para que os aliados europeus assumam o controlo. A OTAN já foi encarregada de coordenar a ajuda militar à Ucrâniarealizado até então apenas pelos americanos. Do envelope votado na Primavera pelo Congresso Americano, restam aproximadamente 9,2 mil milhões de dólares a serem atribuídos, nomeadamente 7,1 mil milhões a serem retirados dos stocks de armas americanos e 2,1 mil milhões para financiar contratos de aquisição de armas, de acordo com o Pentágono.
O mundo com AFP
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Curso de Medicina Veterinária da Ufac promove 4ª edição do Universo VET — Universidade Federal do Acre
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29 de novembro de 2025As escolas da rede municipal realizam visitas guiadas aos espaços temáticos montados especialmente para o evento. A programação inclui dois planetários, salas ambientadas, mostras de esqueletos de animais, estudos de células, exposição de animais de fazenda, jogos educativos e outras atividades voltadas à popularização da ciência.
A pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino, acompanhou o evento. “O Universo VET evidencia três pilares fundamentais: pesquisa, que é a base do que fazemos; extensão, que leva o conhecimento para além dos muros da Ufac; e inovação, essencial para o avanço das áreas científicas”, afirmou. “Tecnologias como robótica e inteligência artificial mostram como a inovação transforma nossa capacidade de pesquisa e ensino.”
A coordenadora do Universo VET, professora Tamyres Izarelly, destacou o caráter formativo e extensionista da iniciativa. “Estamos na quarta edição e conseguimos atender à comunidade interna e externa, que está bastante engajada no projeto”, afirmou. “Todo o curso de Medicina Veterinária participa, além de colaboradores da Química, Engenharia Elétrica e outras áreas que abraçaram o projeto para complementá-lo.”
Ela também reforçou o compromisso da universidade com a democratização do conhecimento. “Nosso objetivo é proporcionar um dia diferente, com aprendizado, diversão, jogos e experiências que muitos estudantes não têm a oportunidade de vivenciar em sala de aula”, disse. “A extensão é um dos pilares da universidade, e é ela que move nossas ações aqui.”
A programação do Universo VET segue ao longo do dia, com atividades interativas para estudantes e visitantes.
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Doutorandos da Ufac elaboram plano de prevenção a incêndios no PZ — Universidade Federal do Acre
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27 de novembro de 2025Doutorandos do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade e Biotecnologia da Amazônia Legal (Rede Bionorte) apresentaram, na última quarta-feira, 19, propostas para o primeiro Plano de Prevenção e Ações de Combate a Incêndios voltado ao campus sede e ao Parque Zoobotânico da Universidade Federal do Acre (Ufac). A atividade foi realizada na sala ambiente do PZ, como resultado da disciplina “Fundamentos de Geoinformação e Representação Gráfica para a Análise Ambiental”, ministrada pelo professor Rodrigo Serrano.
Entre os produtos apresentados estão o Mapa de Risco de Fogo, com análise de vegetação, áreas urbanas e tráfego humano, e o Mapa de Rotas e Pontos de Água, com trilhas de evacuação e açudes úteis no combate ao fogo.
O Parque Zoobotânico abriga 345 espécies florestais e 402 de fauna silvestre. As medidas visam garantir a segurança da área, que integra o patrimônio ambiental da universidade.
“É importante registrar essa iniciativa acadêmica voltada à proteção do Campus Sede e do PZ”, disse Harley Araújo da Silva, coordenador do Parque Zoobotânico. Ele destacou “a sensibilidade do professor Rodrigo Serrano ao propor o desenvolvimento do trabalho em uma área da própria universidade, permitindo que os doutorandos apliquem conhecimentos técnicos de forma concreta e contribuam diretamente para a gestão e segurança” do espaço.
Participaram da atividade os doutorandos Alessandro, Francisco Bezerra, Moisés, Norma, Daniela Silva Tamwing Aguilar, David Pedroza Guimarães, Luana Alencar de Lima, Richarlly da Costa Silva e Rodrigo da Gama de Santana. A equipe contou com apoio dos servidores Nilson Alves Brilhante, Plínio Carlos Mitoso e Francisco Félix Amaral.
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Ufac sedia 10ª edição do Seminário de Integração do PGEDA — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
27 de novembro de 2025Coordenadora geral da Rede Educanorte, a professora Fátima Matos, da Universidade Federal do Pará (UFPA), destacou que o seminário tem como objetivo avaliar as atividades realizadas no semestre e planejar os próximos passos. “A cada semestre, realizamos o seminário em um dos polos do programa. Aqui em Rio Branco, estamos conhecendo de perto a dinâmica do polo da Ufac, aproximando a gestão da Rede da reitoria local e permitindo que professores, coordenadores e alunos compartilhem experiências”, explicou. Para ela, cada edição contribui para consolidar o programa. “É uma forma de dizer à sociedade que temos um doutorado potente em Educação. Cada visita fortalece os polos e amplia o impacto do programa em nossas cidades e na região Norte.”
Durante a cerimônia, o professor Mark Clark Assen de Carvalho, coordenador do polo Rio Branco, reforçou o papel da Ufac na Rede. “Em 2022, nos credenciamos com sete docentes e passamos a ser um polo. Hoje somos dez professores, sendo dois do Campus Floresta, e temos 27 doutorandos em andamento e mais 13 aprovados no edital de 2025. Isso representa um avanço importante na qualificação de pesquisadores da região”, afirmou.
Mark Clark explicou ainda que o seminário é um espaço estratégico. “Esse encontro é uma prática da Rede, realizado semestralmente, para avaliação das atividades e planejamento do que será desenvolvido no próximo quadriênio. A nossa expectativa é ampliar o conceito na Avaliação Quadrienal da Capes, pois esse modelo de doutorado em rede é único no país e tem impacto relevante na formação docente da região norte”, pontuou.
Representando a reitora Guida Aquino, o diretor de pós-graduação da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg), Lisandro Juno Soares, destacou o compromisso institucional com os programas em rede. “A Ufac tem se esforçado para estruturar tanto seus programas próprios quanto os consorciados. O Educanorte mostra que é possível, mesmo com limitações orçamentárias, fortalecer a pós-graduação, utilizando estratégias como captação de recursos por emendas parlamentares e parcerias com agências de fomento”, disse.
Lisandro também ressaltou os impactos sociais do programa. “Esses doutores e doutoras retornam às suas comunidades, fortalecem redes de ensino e inspiram novas gerações a seguir na pesquisa. É uma formação que também gera impacto social e econômico.”
A coordenadora regional da Rede Educanorte, professora Ney Cristina Monteiro, da Universidade Federal do Pará (UFPA), lembrou o esforço coletivo na criação do programa e reforçou o protagonismo da região norte. “O PGEDA é hoje o maior programa de pós-graduação da UFPA em número de docentes e discentes. Desde 2020, já formamos mais de 100 doutores. É um orgulho fazer parte dessa rede, que nasceu de uma mobilização conjunta das universidades amazônicas e que precisa ser fortalecida com melhores condições de funcionamento”, afirmou.
Participou também da mesa de abertura o vice-reitor da Ufac, Josimar Batista Ferreira.
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