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EUA suspendem novos fundos para programas de ajuda, exceto Israel e Egito | Notícias de Donald Trump
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A administração Trump congela novos financiamentos para programas anti-HIV e outros serviços de saúde, exceto programas alimentares importantes.
A administração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou o congelamento de quase todos os novos financiamentos para programas de assistência externa, com exceções para os aliados Israel e Egito.
A ordem do Departamento de Estado dos EUA na sexta-feira também inclui exceções para programas alimentares de emergência, mas não programas de saúde que os apoiantes dizem fornecer serviços vitais que salvam vidas.
Num memorando anexo, recentemente confirmado Secretário de Estado Marco Rubio orientou os altos funcionários a “garantirem que, na medida máxima permitida por lei, nenhuma nova obrigação seja feita em relação à assistência externa”.
As organizações humanitárias manifestaram imediatamente alarme face à directiva, expressando receios de que esta pudesse contribuir para a instabilidade global e a perda de vidas.
“Ao suspender a ajuda externa ao desenvolvimento, a administração Trump está a ameaçar as vidas e o futuro das comunidades em crise e a abandonar a abordagem bipartidária de longa data dos Estados Unidos à ajuda externa, que apoia as pessoas com base nas necessidades, independentemente da política”, disse Abby Maxman. chefe da Oxfam América, disse em um comunicado.
O congelamento temporário está previsto para durar pelo menos três meses. Nos primeiros 85 dias, Rubio deverá tomar “decisões sobre continuar, modificar ou encerrar programas”, segundo o memorando.
Entre os programas de saúde que deverão sofrer um congelamento de financiamento está o Plano de Emergência do Presidente para o Alívio da SIDA, também conhecido como PEPFAR.
Estabelecido em 2003 sob a administração de George W Bush, o PEPFAR desfrutou de amplo apoio bipartidário durante duas décadas, até que o Congresso perdeu o prazo para renovar o seu financiamento em 2023. O seu financiamento foi prorrogado por um ano até março de 2025, mas está previsto para expirar. dentro da janela de três meses.
Os especialistas estimam que o PEPFAR ajudou a salvar cerca de 25 milhões de vidas desde que foi iniciado.
Intocada pelo congelamento está a ajuda a Israel e ao Egipto, dois dos maiores beneficiários da assistência militar dos EUA.
Ambos os países enfrentaram um escrutínio sobre os seus registos em matéria de direitos humanos e apelos para alavancar a ajuda dos EUA em troca de reformas substanciais.
O memorando de sexta-feira fazia menção especial às isenções para “financiamento militar estrangeiro para Israel e Egipto e despesas administrativas, incluindo salários, necessárias para administrar o financiamento militar estrangeiro”.
Não houve indicação de uma isenção semelhante para a Ucrânia, que depende em grande parte da assistência armamentista dos EUA na sua luta para repelir uma invasão russa em grande escala lançada em Fevereiro de 2022.
Os EUA gastaram mais de 60 mil milhões de dólares em ajuda externa em 2023, mais do que qualquer outro país em geral.
Mas essa soma representa cerca de 1% dos gastos do governo dos EUA. Após o memorando de sexta-feira, alguns projetos de ajuda em todo o mundo receberam ordens de suspensão dos trabalhos.
“Isto é uma loucura”, disse Jeremy Konyndyk, antigo funcionário da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID).
Ele compartilhou com a agência de notícias Reuters sua indignação. “Isso vai matar pessoas. Quero dizer, se for implementado conforme está escrito naquele telegrama… muitas pessoas morrerão.”
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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural — Universidade Federal do Acre
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19 horas atrásem
27 de julho de 2026Quatro estudantes de graduação da Ufac representaram a instituição no 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober, na sigla em inglês), ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de 19 a 23 de julho, com o tema “Políticas para Natureza, Alimentação e Nutrição em Tempos de Incerteza e Mudanças Climáticas”.
Os trabalhos, desenvolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional (Elos) e Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas (GPD), contaram com a coautoria e orientação dos professores e coordenadores dos grupos, Graziela Gomes Bezerra, Elyson Ferreira de Souza e Gisele Elaine de Araújo Batista Souza.
Cultivo do cacaueiro
O aluno de Sistemas de Informação, Guilherme Félix Cavalcante, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Cacauicultura na Região Norte: Análise do Desempenho Produtivo, Dinâmica Comercial e Sustentabilidade”. O estudo aborda a cacauicultura e oferece uma análise do desempenho produtivo, da dinâmica comercial e dos aspectos de sustentabilidade, fornecendo dados para o desenvolvimento rural, territorial e regional, além de subsidiar práticas mais sustentáveis para a cadeia produtiva do cacau.
“A participação no evento é um marco significativo em minha formação acadêmica”, disse Guilherme. “Dissemina os resultados da minha pesquisa e fomenta o desenvolvimento de habilidades de comunicação, pensamento crítico e construção de uma rede de contatos profissionais.”
Bananicultura no Acre
A aluna de Ciências Econômicas, Maria Eduarda Souza Diniz, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Desenvolvimento Produtivo e Dinâmica da Bananicultura no Acre: Uma Análise da Produção e dos Mercados (1994-2024)”, o qual analisa a evolução da bananicultura no Acre durante três décadas, contribuindo para o entendimento das transformações produtivas e comerciais desse setor, além de fornecer subsídios para o fomento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural, territorial e regional.
“O congresso proporciona um ambiente de aprendizado e troca de experiências com outros pesquisadores e profissionais da área”, contou Maria Eduarda. “Isso enriquece minha formação e contribui para consolidação da Ufac como um polo de produção científica de excelência.”
Mulheres na gestão
A aluna de Ciências Econômicas, Riely Nilce de Melo Avilar, apresentou, na terça-feira, 21, o trabalho “Mulheres na Gestão de Propriedades Rurais na Amazônia Legal”. A pesquisa trata da atuação feminina no desenvolvimento regional e contribui para o debate sobre agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural, oferecendo perspectivas para promoção da equidade e do desenvolvimento sustentável na região. Esse estudo teve, ainda, coautoria de Raiza Gabriele Lima dos Santos.
“Apresentar um trabalho num congresso de relevância nacional, como o da Sober, e para uma audiência especializada é fundamental para minha formação profissional e promoção de intercâmbios”, pontuou Riely.
Milho e inflação
O aluno de Ciências Econômicas, Rogério Gonçalves Bezerra Junior, apresentou, na segunda-feira, 20, o trabalho “Análise da Inflação na Cadeia Produtiva do Milho: Evidências a Partir de Dados de Produção”, com o qual investigou como fatores econômicos afetam a produção do milho e o custo de vida, servindo como base para formuladores de políticas públicas e agentes do mercado.
“Além de projetar a pesquisa desenvolvida na Ufac para um público qualificado, tive a oportunidade de uma experiência inestimável de intercâmbio científico”, comentou Rogério. “Também destaco a discussão de ideias, o recebimento de feedback e a mobilização de contatos.”
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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.
A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.
O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.
“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.
O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.
A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”
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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.
A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.
Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.
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