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EUA: Trump indica investidor Scott Bessent para o Tesouro – 22/11/2024 – Mundo

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Donald Trump anunciou nesta sexta-feira (22) que indicou o investidor Scott Bessent, 62, para o cargo de secretário do Tesouro dos Estados Unidos. Bessent ficará à frente de uma função do gabinete com grande influência sobre assuntos econômicos, regulatórios e internacionais.

“Scott tem sido há muito tempo um grande defensor da agenda America Primeiro. Às vésperas do 250º aniversário do nosso grande país, ele vai me ajudar a inaugurar uma nova era dourada para os EUA”, escreveu Trump em publicação na sua rede social, a Truth Social.

O investidor foi escolhido entre uma série de candidatos para o cobiçado cargo. A lista incluía o CEO da Apollo Global Management, Marc Rowan, e o ex-integrante do Fed, o banco central americano, Kevin Warsh. O investidor John Paulson também foi um candidato de destaque, mas desistiu; o veterano de Wall Street, Howard Lutnick, outro concorrente, foi nomeado chefe da Secretaria de Comércio.

Bessent defendeu a reforma tributária e a desregulamentação, particularmente para estimular mais empréstimos bancários e a produção de energia, conforme observado em um recente artigo de opinião que escreveu para o jornal americano The Wall Street Journal.

A melhora do mercado após a vitória eleitoral de Trump, escreveu ele, sinalizou “expectativas de crescimento mais alto, menor volatilidade e inflação, e uma economia revitalizada para todos os americanos.”

Bessent segue outros nomes importantes do setor financeiros que ocuparam o cargo, incluindo os ex-executivos da Goldman Sachs, Robert Rubin, Hank Paulson e Steven Mnuchin, o primeiro chefe do Tesouro de Trump. Janet Yellen, a atual secretária e primeira mulher no cargo, anteriormente presidiu o Fed e o Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca.

Bessent será o 79º secretário do Tesouro. O cargo é responsável por manter a estrutura da maior economia do mundo, desde a arrecadação de impostos e pagamento das contas do país, até a gestão do mercado de dívida do Tesouro, de US$ 28,6 trilhões, e a supervisão da regulamentação financeira, incluindo o manejo e prevenção de crises de mercado.


O chefe do Tesouro também administra a política de sanções financeiras dos EUA, supervisiona o Fundo Monetário Internacional, liderado pelos EUA, o Banco Mundial e outras instituições financeiras internacionais, e gerencia as triagens de segurança nacional de investimentos estrangeiros no país.

Bessent trabalhou para o famoso investidor Jim Chanos no final dos anos 1980 e depois se juntou à Soros Fund Management, a firma de investimentos macroeconômicos do bilionário George Soros. Ele logo ajudou Soros e o principal vice da empresa Stanley Druckenmiller em sua transação mais famosa: a venda a descoberto da libra esterlina em 1992, que rendeu mais de US$ 1 bilhão para a firma.

Em 2015, Bessent arrecadou US$ 4,5 bilhões, incluindo US$ 2 bilhões de Soros, para lançar a Key Square Group, uma firma de capital de risco que aposta em tendências macroeconômicas. O principal fundo da Key Square registrou ganhos de cerca de 31% em 2022, segundo relatos na imprensa, mas os ativos da firma diminuíram para aproximadamente US$ 577 milhões em dezembro de 2023, de acordo com um registro regulatório.

Bessent vive principalmente em Charleston, no estado da Carolina do Sul, com o marido e dois filhos. Ele cresceu em uma vila de pescadores em Little River, no mesmo estado, onde Bessent disse que seu pai, um investidor imobiliário, experimentou altos e baixos.



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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