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Europa quer usar G20 para cobrar financiamento climático – 16/11/2024 – Ambiente

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Patrícia Campos Mello

Países europeus querem usar o G20 para emplacar sua proposta de tornar obrigatórias as contribuições financeiras de países em desenvolvimento para mitigação e adaptação climática. Segundo um negociador, países europeus como França e Alemanha querem emplacar essa exigência na declaração final da cúpula do G20. Hoje, pelo Acordo de Paris, os emergentes podem fazer contribuições voluntárias, e só os países ricos têm essa obrigação.

Mas o Brasil e outros emergentes não admitem negociar este ponto e apontam para o fato de os países ricos nunca terem cumprido, na totalidade, a meta acertada no Acordo de Paris de 2015, de US$ 100 bilhões de financiamento anual.

Além disso, países ricos querem que recursos do Banco Mundial e BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) sejam contabilizados em suas metas de contribuição, segundo relatou um negociador. Também este ponto enfrenta oposição dos emergentes.

O tema da contribuição dos emergentes também está sendo debatido na reunião global do clima da ONU, a COP29, que ocorre até 22 de novembro em Baku (Azerbaijão).

Na visão do governo brasileiro, a atual cúpula do G20 é especialmente importante para as negociações climáticas, levando-se em conta que o presidente eleito americano, Donald Trump, declarou que vai retirar os EUA do Acordo de Paris quando assumir.

Com isso, o G20 será o único foro restante para discutir clima com a presença dos principais países ricos e dos emergentes —mesmo considerando que, em 3 dos 4 anos em que Trump participou da reunião do grupo em seu primeiro mandato, os Estados Unidos foram inflexíveis, e a cúpula terminou sem consenso por causa da questão climática.

Os líderes tiveram de fazer uma declaração no modelo 19 +1. Todos os países se comprometeram a apoiar as metas do Acordo do Clima de Paris, mas os EUA exigiram um parágrafo à parte, de dissenso, que começava dizendo que os EUA reiteravam sua decisão de se retirar do Acordo de Paris porque ele “prejudicava os trabalhadores e contribuintes americanos”.

Desta vez, a saída dos EUA do Acordo de Paris será mais rápida.

Quando foi criado, o Acordo de Paris tinha um prazo de três anos para que um país pudesse deixar o tratado, o que atrasou a saída determinada por Trump. Os EUA acabaram concretizando a saída do acordo em novembro de 2020 —ação que foi, depois, revertida pelo presidente Joe Biden ao assumir.

Agora, não há mais essa limitação, os EUA podem deixar o acordo em um prazo de um ano. Portanto, se Trump anunciar logo após sua posse, em 20 de janeiro de 2025, a saída será concretizada em janeiro de 2026. Depois, portanto, da COP30, em Belém.



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre

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2026.09.24 Visita ao laboratório Charles Mérieux (2).jpg

A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.

O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.

A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Membros da Academia Acreana de Letras visitam a Ufac — Universidade Federal do Acre

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2026.09.25 Visita da Academia Acreana de Letras (2).JPG

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, recebeu membros da Academia Acreana de Letras (AAL), que vieram parabenizá-lo pelo mandato e iniciar as tratativas para fortalecimento da parceria institucional, com incentivo à cultura, à literatura e à extensão acadêmica no Estado. A visita de cortesia ocorreu nesta sexta-feira, 25, na sala de reuniões da Reitoria, campus-sede.

As instituições definiram como encaminhamento a elaboração de um termo de cooperação técnica para aproximar as ações da AAL dos cursos de graduação e das pró-reitorias, com destaque para a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura. A parceria busca integrar a universidade aos projetos culturais da academia, além de apoiar a realização de um grande evento comemorativo ao aniversário da AAL, previsto para este ano, entre 29 de outubro e 17 de novembro.

“Recebo a Academia Acreana de Letras com muita gratidão. Vamos aproximá-la dos nossos processos formativos e das nossas ações de extensão”, disse o reitor Josimar Ferreira. “A universidade já planeja lançar um edital na área de cultura por meio da Agência de Inovação e a academia terá um papel central nesse contexto.”

O presidente da AAL, José Dourado de Souza, ressaltou a relevância da aproximação com a Ufac. “Ficamos muito felizes em prestar essa homenagem ao reitor Josimar, uma pessoa de muita experiência e aberta ao diálogo. A academia busca esse apoio institucional e de materiais para continuar promovendo eventos culturais e ações nas escolas.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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