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onde assistir ao vivo, escalações e Copa SC 2024

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O Estádio Domingos Machado de Lima será palco da grande final da Copa Santa Catarina 2024, neste sábado, 16 de novembro. Concórdia e Marcílio Dias se enfrentam às 16h (horário de Brasília) para decidir quem ficará com o título e a vaga na Copa do Brasil 2025. O confronto promete muita emoção, com ambas as equipes chegando à decisão após campanhas sólidas e jogos disputados.

O Concórdia busca seu primeiro título na história da competição, enquanto o Marcílio Dias, atual bicampeão, tenta manter sua hegemonia e conquistar o terceiro troféu consecutivo. A partida será transmitida ao vivo pelo canal MBTV no YouTube, garantindo que torcedores de todo o Brasil possam acompanhar o desfecho desta emocionante competição estadual.

O CAMINHO DAS EQUIPES ATÉ A DECISÃO

O Concórdia demonstrou consistência ao longo da competição, destacando-se por uma defesa sólida e vitórias estratégicas. A classificação para a final veio em grande estilo: após perder o jogo de ida contra a Chapecoense nas semifinais, o Galo do Oeste reverteu a desvantagem com uma goleada por 4 a 1 no jogo de volta, assegurando sua vaga na decisão.

Do outro lado, o Marcílio Dias precisou de nervos de aço para garantir sua classificação. Depois de dois empates contra o Hercílio Luz nas semifinais, o Marinheiro conquistou a vaga nos pênaltis, mostrando a força do elenco e a determinação de buscar mais um título.

DESEMPENHO NA PRIMEIRA FASE

Ambas as equipes tiveram desempenhos marcantes na fase de grupos da Copa Santa Catarina 2024:

  1. Concórdia: Com cinco vitórias, um empate e três derrotas, a equipe somou 16 pontos e garantiu a segunda melhor campanha da fase de grupos. Marcou 11 gols e sofreu sete, destacando-se pela eficiência defensiva.
  2. Marcílio Dias: O Marinheiro terminou a primeira fase com 13 pontos, registrando quatro vitórias, um empate e quatro derrotas. Embora tenha sofrido 16 gols, o ataque compensou com 18 gols marcados, evidenciando um setor ofensivo perigoso.

HISTÓRICO DOS CONFRONTOS

Os dois times já se enfrentaram nesta edição da competição, durante a fase de grupos. Na ocasião, o Concórdia venceu o Marcílio Dias por 2 a 0 em casa, resultado que pode ser um fator psicológico importante para o Galo do Oeste nesta final.

Além disso, o retrospecto recente mostra equilíbrio entre as equipes, o que aumenta ainda mais a expectativa para um duelo disputado e emocionante neste sábado.

DESTAQUES DAS EQUIPES

Os destaques individuais também desempenham papel crucial no sucesso das equipes:

ONDE ASSISTIR AO VIVO, HORÁRIO, TRANSMISSÃO E LOCAL

A grande final entre Concórdia e Marcílio Dias será transmitida ao vivo pelo canal MBTV no YouTube, a partir das 16h (horário de Brasília). O jogo será realizado no Estádio Domingos Machado de Lima, em Concórdia, que deve receber um grande público para empurrar a equipe da casa em busca do título inédito.

ESCALAÇÕES PROVÁVEIS

As escalações prováveis para o duelo decisivo são as seguintes:

Concórdia:

Marcílio Dias:

IMPORTÂNCIA DA PARTIDA

A vitória na final da Copa Santa Catarina não apenas garante o troféu, mas também assegura uma vaga na Copa do Brasil 2025. Esta é uma oportunidade crucial para as equipes ampliarem sua visibilidade no cenário nacional e conquistarem prêmios financeiros significativos.

TORCIDA E EXPECTATIVA DE PÚBLICO

A diretoria do Concórdia espera casa cheia no Estádio Domingos Machado de Lima, com ingressos sendo vendidos antecipadamente e a torcida empolgada para apoiar o Galo do Oeste. Por outro lado, o Marcílio Dias também contará com um grupo de torcedores que viajará até Concórdia para apoiar o Marinheiro em busca de mais um título.

PREPARAÇÃO E CLIMA

As equipes realizaram treinamentos intensos ao longo da semana, ajustando táticas e trabalhando a parte física dos atletas. O clima ameno previsto para o horário do jogo e as boas condições do gramado prometem favorecer um espetáculo de alto nível.

PALAVRAS DOS LÍDERES

William, capitão do Concórdia, destacou a união e a determinação do grupo em buscar o título diante da torcida. Já Silvio, capitão do Marcílio Dias, enfatizou a experiência do elenco em finais e a confiança na conquista de mais um troféu.



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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