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Ex-pastor da Universal dispara: “a nossa comida era o resto que caia sobre a mesa”
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7 anos atrásem
Inacreditável como o povo é ingênuo, infantil, iletrados, cegos e estúpidos pela ganância. somente esses pastores falsários é que ficam ricos com suor dos seus membros! É do ex-pastor Francisco Eugênio Mondlane a frase que divide a Iurd em vários pedaços. Também é dele o texto que segue abaixo, um ataque frontal à “seita” de Edir Macedo. Leia:
Dizem que nós ex pastores cuspimos no prato que comemos quando denunciamos a Universal: E quem disse que a éramos servidos em um prato?
A nossa comida era o resto que caía sobre a mesa.
Quando eu era solteiro morava em porões sujos, dormia no meio de cadeiras, quartos que não mediam 1 metro quadrado, ratos roíam minhas malas, o mês das igrejas onde auxiliei eram de 45 mil e não podiam comprar um colchão.
Na catedral os pastores dormem em alojamentos no chão, na minha época eram 40 pra dormir em um espaço para 20, enquanto a catedral arrecadava 5 milhões por mês livre de impostos os pastores solteiros viviam igual marginais na Febem. Macedo vinha com a falácia que a profissão de pastor era a mais importante do mundo mas na prática tratava seus pastores pior que o Carandiru, ele só não nos matava porque precisava do nosso serviço.
Quem dera ter comido no prato da Universal, neste prato somente os bispos e os regionais que mais crescem podem degustar. O prato de ouro, do salário acima dos 15 mil reais, do direito ao poder comprar apartamento, carro próprio, de poder viajar para outros países, de poder ter empresas no nome, de poder ter 10 pastores pra trabalhar duro enquanto se faz apenas quarta a noite e domingo de manhã, de poder ficar o dia todo assistindo a Netflix como o Adilson Silva que toda reunião de pastor comentava sobre os filmes que via, de poder cuidar da vida, de poder pagar faculdade pros filhos igual o bispo Junior Reis, de ter imunidade perante o judiciário da Universal, de sair somente quando bem entender como o bispo Romualdo que não foi tirado mesmo com tantos adultérios, e sair com milhões acumulados, de ter o cartão ilimitado, de poder assinar a C.I para comprar iPhone, Vinho de 12 mil a garrafa, de não ter um teto de gastos, de poder dar a sua esposa uma vida de luxo, carros blindados, cirurgias plásticas, produtos da HStern, safira, rubi, colares chiques, de poder dar um Toyota para o filho, de ser sócio majoritário de hipermercados, Habib,s, e muitas outras coisas que não dá para descrever.
Esses sim é que não podem cuspir no prato da universal, como o Gérson Cardoso, que não denuncia a universal, entre outros, que nem mesmo se vivesse 10 vidas na terra não gastaria tudo que acumulou.
Agora, nós, a grande maioria, a grande massa que no máximo foi regional de sede pequena, que sofreu anos para casar, que teve que desfazer noivados a mando dos capatazes, que dormia em rodoviária porque a igreja não pagava um hotel quando íamos para interiores, que perdíamos os dentes porque não podíamos pagar o plano VIP superfaturado da LIFE, que não podia ter um notebook que o bispo já nos chamava de ladrão, porque ajuda de solteiro não dá nem pra comprar um miojo por dia, nós sim podemos falar do trato desumano que sofremos dentro da Universal servindo como pastor. E olha que nos 11 anos que fui pastor trouxe de lucro para a igreja mais de 2 milhões de reais, e nem INSS pagavam para nós. Nem FGTS. Nada.
Verdades sejam ditas, pastor na universal só é valorizado quando arranca muito dinheiro, por isso chega uma hora na vida de todo pastor que ele deve tomar uma decisão:
Ou vende a alma pro Ediabo Macedo, faz o jogo dele, vira um batedor de metas, senão vai viver igual um lixo na universal, ou então ele decide romper o cordão e sai como homem que prefere a verdade a todo custo.
Eu e dezenas de companheiros decidimos sair do que viver de mentiras e de esmola do Macedo.
Então antes de me criticar tente saber 1% da minha vida e depois pode me zombar a vontade”.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.