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Ex-policial dos EUA culpado de abuso dos direitos civis na morte de Breonna Taylor | Notícias sobre vidas negras são importantes

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O júri concluiu que Brett Hankison usou força excessiva em uma operação policial fracassada em 2020, na qual uma mulher negra foi morta a tiros.

Um ex-policial do estado de Kentucky foi condenado por violar os direitos civis de Breona Tayloruma mulher negra cuja morte numa operação policial provocou protestos por justiça racial nos Estados Unidos em 2020.

Brett Hankison, um ex-policial de Louisville, foi condenado por abuso dos direitos civis na sexta-feira, com um júri federal de 12 membros determinando que ele usou força excessiva contra Taylor durante a operação.

Hankison disparou 10 tiros nas portas e janelas de vidro de Taylor durante a operação, mas não atingiu ninguém. Alguns tiros atingiram o apartamento vizinho de um vizinho.

Taylor, uma técnica de emergência médica, estava dormindo com o namorado em 13 de março de 2020, quando a polícia conduziu um ataque sem batidas e invadiu seu apartamento. Taylor’s namorado disparou uma vez contra o que ele disse acreditar serem intrusos. Três policiais responderam com 32 tiros, seis dos quais atingiram Taylor, matando-a.

A mãe de Taylor, Tamika Palmer, comemorou o veredicto com amigos fora do tribunal, dizendo: “Demorou muito. Foi preciso muita paciência. Foi difícil. Os jurados demoraram para realmente entender que Breonna merecia justiça.”

Hankison foi um dos quatro oficiais acusados ​​pelo Departamento de Justiça dos EUA em 2022 de violar os direitos civis de Taylor. Ele é o primeiro a ser condenado e pode pegar prisão perpétua. Ele deve ser sentenciado em março próximo.

Os promotores disseram que Hankison agiu de forma imprudente e “violou uma das regras mais fundamentais da força letal: se eles não conseguem ver a pessoa contra quem estão atirando, não podem puxar o gatilho”.

Dois outros policiais continuam acusados ​​de falsificar uma declaração de mandado de busca. Em agosto passado, Kelly Goodlett, ex-policial de Louisville, implorou culpado de uma acusação federal de conspiração em relação ao assassinato de Taylor. Goodlett se tornou o primeiro oficial a ser responsabilizado criminalmente pela operação.

A morte de Taylor pelas mãos da polícia, juntamente com a de George Floyd em Minesota, Ahmaud Arbery na Geórgia e outrosgerou protestos em massa exigindo o fim da violência policial mortal contra os negros em todos os EUA.

A procuradora-geral adjunta Kristen Clarke disse na sexta-feira: “O Departamento de Justiça continuará a defender vigorosamente os direitos civis de todas as pessoas neste país de estarem livres da violência policial ilegal”.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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