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Exercite o cérebro, é só fazer algumas atividades básicas no dia a dia; veja quais

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Exercite o cérebro, é só fazer algumas atividades básicas no dia a dia; veja quais

A tecnologia desafia a memória porque facilita tanto o acesso às informações que, por vezes, nem é preciso tentar lembrar de algo. Daí a importância de exercitar o cérebro com atividades básicas do cotidiano, como ouvir uma música acompanhando a letra e fazer compras, buscando recordar os detalhes.

O aumento da perda precoce de memória é preocupação entre especialistas, daí o estímulo para esses exercícios e atividades diárias. Um caminho é o incentivo às atividades de estimulação cognitiva, atos simples que podem ser feitos em casa.

Os pesquisadores em psicologia e neurologia afirmam que a degeneração do tecido cerebral não está relacionada apenas ao envelhecimento natural. Há uma também influências de fatores sociais e ambientais, sobretudo com o grau de estimulação da memória nessas áreas.

O que é a estimulação cognitiva

É uma série de atividades e técnicas que ajudam a melhorar as habilidades mentais, como a memória, a atenção, a linguagem e o raciocínio.

Vale para crianças, idosos e pessoas com deficiência. Esses exercícios podem ir da montagem de quebra-cabeças, a jogos de tabuleiro, como damas e xadrez, desenho e pintura, crochê, tricô e organização de coleções, entre outras.

Esses “exercícios” colaboraram com a concentração, o raciocínio e a comunicação.

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Atividades básicas

  •  Prestar atenção nas tarefas diárias: por exemplo, fazer as compras semanais no supermercado. Especialistas recomendam tentar lembrar de tudo o que você comprou naquele dia e até mesmo do preço de cada item.
  • Memorizar a ordem dos objetos em casa: para este exercício é importante prestar atenção às cores e aos pequenos detalhes. Por exemplo, se você vir um porta-retrato em uma prateleira, os neurologistas dizem que é muito útil para evitar danos cerebrais se você passar alguns minutos olhando para ela para tentar lembrar onde e quando a foto foi tirada e tudo relacionado àquele momento no passado.
  • Relógios analógicos: costume abandonado por causa da tecnologia, embora ajude muito na memória, é a interpretação de relógios analógicos. Desde que o tempo se tornou digital nos acessórios e celulares, ninguém para pensar no que os ponteiros indicam.

Opções lúdicas

  • Brincar: sim, jogos de tabuleiro, quebra-cabeças simples, videogames ou cartas, segundo os especialistas, todos eles são recomendados e úteis na hora de estimular a memória. É que exigem lembrar as regras e prestar atenção especial a cada movimento dos jogadores na mesa.
  • Ouvir música:  e memorizar as letras das músicas. Segundo especialistas, uma das melhores maneiras de prevenir o declínio cognitivo precoce, de acordo com o jornal La Nación.

A montagem de quebra-cabeças e os jogos também são exercícios para a memória e que ajudam o cérebro a se manter ativo. Foto: Freepik A montagem de quebra-cabeças e os jogos também são exercícios para a memória e que ajudam o cérebro a se manter ativo. Foto: Freepik



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Proint realiza atividade sobre trabalho com jovens aprendizes — Universidade Federal do Acre

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Proint realiza atividade sobre trabalho com jovens aprendizes — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint), da Ufac, promoveu um encontro com jovens aprendizes para formação e troca de experiências sobre carreira, tecnologia e inovação. O evento ocorreu em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), em 28 de abril, no espaço de inovação da Ufac, campus-sede.

Os professores Francisco Passos e Marta Adelino conduziram a atividade, compartilhando conhecimentos e experiências com os estudantes, estimulando reflexões sobre o futuro profissional e o papel da inovação na construção de novas oportunidades. A instrutora de aprendizagem do CIEE, Mariza da Silva Santos, também acompanhou os participantes na ação, destacando a relação entre formação acadêmica e experiências no mundo do trabalho.

 



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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre

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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre

A professora do campus Floresta, Maria Cristina de Souza, que também é curadora do Herbário em Cruzeiro do Sul, esteve, de 9 a 15 de abril, no Museu de História Natural de Paris, representando a Ufac. Ela conduziu, em francês, conferência sobre a diversidade e a riqueza da região do Alto Juruá e realizou visita técnica, atualizando amostras das coleções de palmeiras (Arecaceae) do gênero Geonoma. As atividades tiveram apoio dos pesquisadores Marc Jeanson, Florent Martos e Marc Pignal.

 



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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.

O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.

A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.

“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.

 



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