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Exército israelense ameaça atacar ambulâncias no sul do Líbano | Israel ataca o Líbano Notícias

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Depois de atingir as forças de manutenção da paz da ONU, os militares afirmam que o Hezbollah está a usar ambulâncias para os combatentes, sem oferecer provas.

O exército israelense tem ameaçou atingir ambulâncias no sul do Líbano, alegando que estão a ser mal utilizados pelo grupo armado libanês Hezbollah, e também ordenou a evacuação de mais aldeias.

O aviso veio depois que as forças israelenses posições de acerto da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL), ferindo forças de manutenção da paz.

O porta-voz do exército israelense, Avichay Adraee, alegou no sábado que “elementos do Hezbollah estão usando ambulâncias para transportar combatentes e armas”. Ele não forneceu nenhuma prova de sua acusação.

“Apelamos às equipas médicas para que evitem contacto com membros do Hezbollah e não cooperem com eles”, disse ele. Os militares israelitas “afirmam que serão tomadas as medidas necessárias contra qualquer veículo que transporte indivíduos armados, independentemente do seu tipo”.

Adraee também alertou os residentes do sul do Líbano para não voltarem para suas casas, pois as tropas israelenses continuou lutando Combatentes do Hezbollah na área.

“Para sua própria proteção, não retornem para suas casas até novo aviso. Não vá para o sul, quem for para o sul pode colocar a vida em risco”, afirmou.

Os militares israelenses também ordenaram que os residentes de 22 aldeias do sul do Líbano evacuassem para áreas ao norte do rio Awali, de acordo com um comunicado divulgado no sábado.

Luta contínua

Os ataques aéreos israelitas continuam a intensificar-se em todo o Líbano, enquanto o Hezbollah respondeu lançando foguetes contra Israel.

Desde 23 de Setembro, quando Israel expandiu o seu conflito contra o Hezbollah, bombardeando o sul de Beirute e outros redutos do grupo com ataques aéreos mortais, mais de 1.200 pessoas foram mortas no Líbano.

Um ataque aéreo israelense a Baysarieh, um vilarejo na província de Sidon, matou três pessoas, incluindo uma criança de 2 anos e uma de 16 anos, e feriu outras três, disse o Ministério da Saúde do Líbano.

Na província de Baalbeck-Hermel, localizada no Vale do Bekaa, mais cinco pessoas foram mortas e cinco feridas em ataques aéreos adicionais.

“Foi uma noite intensa de bombardeamentos em muitos locais do Vale do Bekaa, no Líbano, como foi o caso ontem”, disse Assed Baig da Al Jazeera, reportando de Chtoura. “O que temos testemunhado são ataques israelenses a edifícios residenciais.”

O Hezbollah disse que usou “mísseis qualitativos” para atingir uma base militar israelense que fabricava armas ao sul de Haifa, em seu sétimo ataque a posições israelenses no sábado.

O grupo disse que o ataque ocorreu às 6h (03h GMT) e incluiu fogo de artilharia contra soldados israelenses perto da fronteira com o Líbano, o lançamento de um “míssil guiado” no local de Ramyah e várias barragens de foguetes direcionadas a posições israelenses.

Tropas libanesas patrulham o local de um ataque aéreo israelense em Beirute, Líbano, em 11 de outubro de 2024 (Louisa Gouliamaki/Reuters)

Presidente do parlamento iraniano em Beirute

O presidente do parlamento iraniano e ex-comandante da Força Aérea do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), Mohammad Bagher Ghalibaf, estava visitando a capital libanesa para se encontrar com seu homólogo e líder do Movimento Amal, Nabih Berri.

“O Irão está pronto para ajudar as pessoas atingidas pela guerra, deslocadas e feridas sob a supervisão do governo libanês e enviar assistência se um corredor aéreo puder ser aberto pelo governo para Beirute”, disse ele numa conferência de imprensa conjunta ao lado de Berri.

Ghalibaf visitou o local de um ataque israelita à área densamente povoada de Basta, que matou pelo menos 22 pessoasacompanhado por dois legisladores do Hezbollah, segundo a agência de notícias AFP.

Em seguida, ele irá a Genebra para participar numa assembleia da União Interparlamentar, onde disse que discutirá com os seus homólogos um “dever” partilhado de ajudar os palestinianos e o povo libanês sitiados.



Leia Mais: Aljazeera

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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