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F1 tem última temporada antes do próximo salto tecnológico – 13/03/2025 – Esporte
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1 ano atrásem
Luciano Trindade
A F1 inicia neste fim de semana sua última temporada sob o atual regulamento de desenvolvimento dos carros. A partir de 2026, a categoria passará por uma transformação que levará às pistas modelos mais leves, menores e mais rápidos —o GP de abertura será na Austrália, na madruga deste sábado (15) para domingo (16), à 1h (de Brasília).
Em outra mudança muita esperada, a nova geração deixará de usar o sistema DRS (sistema de redução de arrasto), introduzido em 2011, alvo de críticas constantes por tornar as ultrapassagens muito fáceis, além de ser um elemento artificial de corrida.
O DRS permite que qualquer piloto a um segundo do carro da frente possa abrir o flap da asa traseira para reduzir o atrito do vento e facilitar a ultrapassagem.
Com a adoção da aerodinâmica ativa na asa traseira a partir de 2026, que funcionará de forma semelhante aos flaps existentes, o DRS não fará mais parte da regulamentação.
O manual do próximo ciclo traz, ainda, uma simplificação do sistema híbrido e o aumento da importância da parte elétrica. A ideia é que o motor de combustão interna e a potência elétrica tenham importâncias iguais, com uma divisão de quase 50% para cada unidade de potência.
Essa mudança foi fundamental para atrair a 11ª equipe do grid a partir de 2026, a General Motors, que leva para as pistas a sua marca Cadillac.
As novas regras também levaram à F1 a rival americana da GM, a Ford, e a alemã Audi, além de persuadir a Honda a permanecer envolvida após decidir inicialmente abandonar a categoria.
A Ford está iniciando uma parceria com a Red Bull, que está produzindo seu próprio motor a partir de 2026, enquanto a Audi comprou a equipe Sauber e a renomeará a partir do ano que vem. A Honda está trocando a Red Bull para se tornar parceira de fábrica da Aston Martin na próxima temporada.
Desde que o conjunto de normas foi anunciado, em 2024, engenheiros da categoria passaram dizer que se tratava da maior revolução nos últimos 60 anos.
O experiente projetista britânico Adrian Newey, que tem desenhado carros de F1 desde 1992, esteve à frente de modelos da Red Bull entre 2010 e 2023 e agora se juntou a Aston Martin, evitou o termo “maior”, mas disse não se lembrar de tantas mudanças significativas de uma vez só.
“Não consigo me lembrar de outra ocasião na F1 em que tanto os regulamentos do chassi quanto os regulamentos do motor mudaram simultaneamente”, disse Newey.
Historicamente, a F1 sempre esteve em constante mudança. Mesmo dentro de um ciclo de regulamentos, as equipes buscam diferenciais para ter vantagens.
Algumas mudanças são menos perceptíveis ao público geral, como detalhes aerodinâmicos ou ajustes na parte eletrônica. Outros avanços já chamam mais a atenção, como a posição dos pilotos e características dos volantes.
Nos primeiros anos da categoria, o volante era mais simples, apenas para controlar a direção, e os pilotos adotavam uma postura mais ereta, com as pernas estendidas. Não havia ajuste no volante, e os controles adicionais eram separados, dificultando a adaptação durante as corridas.
Com o tempo, o modo de guiar se tornou mais complexo, incorporando botões e interruptores para ajustar parâmetros do carro, como mistura de combustível e controle de tração.
A posição do piloto também mudou, com um banco mais reclinado para melhorar a aerodinâmica e reduzir o risco de lesões em caso de acidentes. A nova postura proporcionou, ainda, mais conforto e controle para os pilotos.
Nos anos 2000, os volantes ganharam displays digitais, com informações em tempo real, como desempenho e estratégias. A posição dos pilotos foi ajustada para otimizar o centro de gravidade.
Com volantes ajustáveis e tecnologias avançadas, os pilotos têm controle total sobre o carro, refletindo a evolução contínua da F1.
Abertura da temporada – GP da Austrália
Quinta-feira (13)
22h30 Treino livre 1 (Bandsports, Band.com.br e Bandpla)
Sexta-feira (14)
22h30 Treino livre 2 (Bandsports, Band.com.br e Bandplay)
2h Treino livre 3 (Bandsports, Band.com.br e Bandplay)
Sábado (15)
2h Classificação (Band, Bandsports, Band.com.br e Bandplay)
Domingo (16)
1h Corrida (Band, Bandsports, Band.com.br e Bandplay)
*Horários de Brasília
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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12 horas atrásem
26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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19 horas atrásem
26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
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