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Fã da polícia, menino de 8 anos ganha festa temática de aniversário e faz alunos pagarem flexão no AC

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Fã de carteirinha da polícia e envolvido nas aulas práticas tanto da academia de Polícia Militar (PM-AC) como da Polícia Civil, que ocorrem no Centro Integrado de Ensino e Pesquisa de Segurança e Justiça Francisco Mangabeira (Cieps), em Rio Branco, o pequeno Felipe Menezes Freitas ganhou duas festas de aniversário, nessa sexta-feira (19), em comemoração aos seus 8 anos.

O aniversário de Felipe, que já tem até nome de guerra – F Freitas – foi nesse sábado (20), mas como não havia atividades no local as comemorações ocorreram na sexta.

“Eu gosto de todas, da PM, Polícia Civil, da PF, do Exército. No primeiro dia que fui pra lá, minha mãe deixou eu ficar andando e ver e fiquei com vontade de continuar indo e pedi pra ficar, ela deixou. Fiquei feliz com as festas, o que mais gostei foi do bolo e dos presentes. Quero ser policial quando crescer, vou ser da Polícia Militar, mas vou ter instrução da Polícia Civil”, disse ele.

O autônomo Jonas Freitas, 47 anos, pai do garoto, conta que ele e a esposa trabalham no local com a venda de lanches e que o menino, quando não está no horário escolar ou nas aulas de capoeira, vai com eles e acompanha as aulas práticas.

“O meu filho participa de muitas instruções. Ele fez 8 anos ontem [sábado, 20] e é muito querido pela tropa tanto da PM quanto da Polícia Civil, pelos instrutores. Então, a gente só tem a agradecer todo mundo sobre isso”, disse o pai.

Acolhido

Para participar das aulas, ele já tem uma blusa personalizada da PM com o nome de guerra e também da Civil. A família trabalha no local há cerca de quatro meses e, há pelo menos três, o garoto participa das atividades e virou mascote. Em um vídeo do aniversário, é possível ver que é passado o comando pra ele, que faz os pelotões pagarem flexões de braços além de entoar gritos de guerra.

“Quando a gente chega pode esquecer dele porque só aparece à noite. Gosta de estar nas aulas práticas, fazendo flexão, correndo, participando das instruções no pátio. Foi muito emocionante pra gente [as festas]. Ele ficou muito feliz, quando chegou na quadra e viu. Ele já tinha passado por uma surpresa que foi a da Polícia Civil e depois veio a da PM e ele ganhou presentes, uma farda. Foi top demais”, descreveu o pai.

 

Menino virou pequeno soldado na academia de polícia — Foto: Arquivo pessoal

Menino virou pequeno soldado na academia de polícia — Foto: Arquivo pessoal

Futuro policial

Usando uniforme, colete, chapéu, o menino posou em frente a mesa de bolo também com o tema da PM e com painel e brasão da Polícia Civil, em uma tarde repleta de comemorações. Muitos presentes e uma memória que será eternizada.

O diretor de ensino da academia da PM, major Airton Leitão, disse ao g1 que a dedicação do menino em acompanhar as aulas foi o que motivou os alunos a fazerem a festa e que ele foi adotado como um pequeno soldado.

“Ele conduziu a tropa até a quadra, apresentou pra mim e pediu permissão para que os alunos participassem do aniversário dele. A gente conseguiu alegrar o coração de uma criança no dia do aniversário, e com certeza vai ser um dia marcante para ele. Coronel Luciano sempre fala que a nossa polícia é comunitária, ela não é só de combate ao crime, mas também de aproximação e isso está nos pequenos gestos, na aproximação mínima que a gente tem em cada fato, como aconteceu com o F Freitas”, disse.

O major acrescentou que foi uma festinha de oito anos, mas é uma coisa que se lembra o resto da vida e vai ficar gravado na vida dele para sempre.

“Outra coisa que a gente aproveitou para conversar com ele no dia é que é o sonho dele ser policial, então ele tem que começar a se dedicar aos estudos porque para ingressar na PM, nas polícias é através de concurso. Então, a gente aproveita para estimular o caminho da escola, a se dedicar, ser bom aluno, respeitar os pais. E ele está bem empenhado, acho que ele vai ser policial, leva muito jeito”, concluiu.

Alunos da academia de Polícia Civil também fizeram festa — Foto: Arquivo pessoal

Alunos da academia de Polícia Civil também fizeram festa — Foto: Arquivo pessoal

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna-2.jpg

A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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