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Fabien Galthié estabelece uma nova “estrutura viva” para os Blues, depois dos “fatos inaceitáveis” da turnê deste verão

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Como sempre, ele se isolou em silêncio. Não sou fã de falar em público, Fabien Galthié é geralmente limitado a conferências de imprensa supervisionar as partidas da seleção masculina francesa de rugby. Mas, sexta-feira, 25 de outubro, o treinador dos Blues desviou-se um pouco do seu regulamento pessoal para dar uma entrevista a A equipe. Nesta ocasião, voltou aos acontecimentos do verão, anunciando os pontos-chave de um “carta” com o objetivo de definir um novo “ambiente de vida” para o XV da França.

Em meio a uma turnê pela América do Sul, que prometia ser anedótica, a seleção nacional foi alvo de comentários tristes nas notícias: o lateral Melvyn Jaminet foi condenado a suspensão de trinta e quatro semanas por fazer comentários racistas, e Hugo Auradou, da segunda fila, e Oscar Jégou, da terceira fila, ambos de 21 anos, foram acusados ​​de estupro agravado na Argentina – eles ainda estão esperando o resultado do seu pedido de demissão.

Para prevenir « acidentes ces » não aconteça novamente, o ex-meio scrum explica que detalhou “três destaques” dirigida aos 42 jogadores selecionados para se prepararem para a primeira das três partidas do tour de verão, no dia 9 de novembro, contra o Japão, no Stade de France, em Saint-Denis (Seine-Saint-Denis): “Primeiro a relação com o álcool. Sem autorização é proibido. O ponto 2 diz respeito à automedicação. Tudo deve ser declarado. Por fim, o terceiro ponto proíbe a presença de estrangeiros no nosso espaço habitacional, salvo autorização. »

De acordo com Fabien Glathier, ” todos (os jogadores) disse que sim ». O técnico da seleção francesa, Raphaël Ibanez, será o responsável pela implementação deste novo quadro.

“Houve abuso”

Temas recorrentes do campanha presidencial da Federação Francesa de Rugby (FFR) – vencida por Florian Grill –, o álcool, o terceiro tempo (nome dado às festas do mundo do Oval) e a supervisão dos jogadores foram longamente discutidos pelo treinador dos Blues. Se ele admitir “que houve abusos no âmbito dos costumes existentes”Fabien Galthié garante que “durante cinco anos (ele assumiu o cargo em 2019), ainda estava muito bem controlado pelos jogadores”.

O nativo de Cahors defende o fato de não “ficar trancado em um hotel” durante os passeios, e que “sair é respirar, é sair para conhecer pessoas”. “A questão é como administrar a presença de álcool. Acredito que devemos apelar à consciência individual, aquela que por vezes se evapora, sob a influência do grupo”acrescenta. ” Tocar ” pelos acontecimentos do verão, garante, por outro lado, que nunca pensou em renunciar. Mesmo que, ele admite, “os factos estão aí, não há nada a dizer, são inaceitáveis”.

Por último, Fabien Galthié disse estar totalmente alinhado com as decisões da FFR relativas a Melvyn Jaminet, Hugo Auradou e Oscar Jegou. ” Na minha opinião, (Os propósitos de Melvyn Jaminet) não são compatíveis com jogar pela seleção francesa”, explicou Florian Grill ao Mundo em setembro. “Os comentários de Melvyn foram chocantes e inaceitáveis”, concorda o treinador, que aguarda uma possível demissão antes de pensar em voltar a contratar Hugo Auradou e Oscar Jegou.

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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