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Fabricante chinês de drones DJI processa Pentágono por colocá-lo na lista negra
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O fabricante chinês de drones de consumo e comerciais DJI anunciou no sábado, 19 de outubro, que iria processar o Departamento de Defesa americano, acusando Washington de tê-lo listado “erradamente” em uma lista negra de empresas militares chinesas em 2022, fazendo com que perdesse inúmeras licitações, segundo ele.
Nos últimos anos, a DJI tem estado na mira de Washington, especialmente pelo seu papel na monitorização das minorias étnicas na China e pelas suas supostas ligações com o poder chinês. Num comunicado de imprensa enviado à AFP, DJI afirma não estar “não pertence nem é controlado pelo exército chinês”e tendo tentado “diálogo com o Departamento de Defesa há mais de dezesseis meses” antes de perceber “que ela não teve escolha a não ser buscar alívio no tribunal federal”.
Alguns modelos de drones bloqueados na alfândega
O Departamento de Justiça não é o único ator público a ameaçar as vendas do fabricante chinês de drones nos Estados Unidos. De acordo com a mídia americana A beiraa alfândega já está bloqueando a importação de alguns de seus drones profissionais e, há vários dias, de seu mais recente quadricóptero de consumo de última geração, o Air 3S. Em um boletim informativo enviada aos seus distribuidores, a DJI explica que a alfândega justifica este bloqueio ao abrigo da lei de prevenção do trabalho forçado dos uigures.
A empresa se defende, porém, sustentando que “o trabalho forçado não é utilizado em nenhuma fase da produção” de seus drones. Em uma postagem no blogDJI acrescenta que espera “mal-entendido” dissipa-se quando a empresa fornece à alfândega documentos que atestam a sua boa-fé. Além disso, até 2025, o Congresso americano deve decidir se proibirá os drones DJI nos Estados Unidos – o lei aprovada em 2024baseado em motivações de segurança, ainda está longe de ter passado por todas as etapas do vaivém parlamentar americano, segundo A beira.
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Proint realiza atividade sobre trabalho com jovens aprendizes — Universidade Federal do Acre
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7 de maio de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint), da Ufac, promoveu um encontro com jovens aprendizes para formação e troca de experiências sobre carreira, tecnologia e inovação. O evento ocorreu em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), em 28 de abril, no espaço de inovação da Ufac, campus-sede.
Os professores Francisco Passos e Marta Adelino conduziram a atividade, compartilhando conhecimentos e experiências com os estudantes, estimulando reflexões sobre o futuro profissional e o papel da inovação na construção de novas oportunidades. A instrutora de aprendizagem do CIEE, Mariza da Silva Santos, também acompanhou os participantes na ação, destacando a relação entre formação acadêmica e experiências no mundo do trabalho.
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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre
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5 de maio de 2026A professora do campus Floresta, Maria Cristina de Souza, que também é curadora do Herbário em Cruzeiro do Sul, esteve, de 9 a 15 de abril, no Museu de História Natural de Paris, representando a Ufac. Ela conduziu, em francês, conferência sobre a diversidade e a riqueza da região do Alto Juruá e realizou visita técnica, atualizando amostras das coleções de palmeiras (Arecaceae) do gênero Geonoma. As atividades tiveram apoio dos pesquisadores Marc Jeanson, Florent Martos e Marc Pignal.
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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre
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30 de abril de 2026O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.
O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.
A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.
“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.
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