NOSSAS REDES

Xapuri

Falso dentista é preso em flagrante por exercício ilegal da profissão em Xapuri

O Alto Acre, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Na manhã desta terça-feira (09), por volta das 11 horas, uma equipe da Polícia Civil do município de Xapuri, coordenada pelo Inspetor Eurico Feitosa, prenderam em flagrante por exercício ilegal da profissão, Franeci Correia da Cruz, de 46 anos, natural do município de Cruzeiro do Sul, quando se passava por dentista praticando serviço odontológico em diversos locais da cidade.

De acordo com o Inspetor Eurico Feitosa, o falso dentista cobrava de R$ 50 até R$ 250 reais para realizar o serviço em uma clínica odontológica ambulante. O falso dentista realizava seu serviço odontológico em diversos municípios do Acre e outros Estados do Brasil. Em entrevista com o acusado, o mesmo confessou que não tinha formação acadêmica para exercer a tal profissão.

Momento do flagrante em que o falso dentista atendia uma cliente descalço na área da casa.

A prisão do falso dentista ocorreu no bairro Sibéria em Xapuri, quando o mesmo fazia um atendimento em uma paciente. Com ele, os policiais apreenderam diversos materiais utilizados para atendimento odontológico. No local, foi encontrado vários dentes extraídos de paciente, jogado ao redor onde era realizado o atendimento.

Franeci foi conduzido preso em flagrante pelo crime de exercício ilegal da profissão, onde foi feito todos os procedimentos de praxe pelo delegado Frederico Pires Gostes, que se encontra respondendo pela delegacia do município de Xapuri durante esse mês de julho.

Surpresa do acusado ao ver a chegada dos policiais de Xapuri para dar voz de prisão.

O acusado que realizava o atendimento nas próprias residências dos pacientes, colocando a vida em risco, por usar os equipamentos sem esterilização, descalço, além de não estar em local apropriado.

Xapuri

Lembra das 20 toneladas de milho roubadas em Xapuri? Gestores públicos são condenados

Gecom TJAC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

O Juízo da Vara Criminal da Comarca de Plácido de Castro condenou os servidores públicos Marcus Aurélio Peres de Freitas e Bruna Karem Andrade de Melo por deixarem terceiros se apropriarem da safra de milho dos produtores rurais do município. A decisão foi publicada na edição n° 6.430 do Diário da Justiça Eletrônico (fls. 131 e 132), da última segunda-feira (09). De acordo com a denúncia, os réus foram responsabilizados pelo desaparecimento da produção de milho estocada no silo graneleiro de Plácido de Castro, localizado na Rodovia AC-40. O desvio caracterizou o crime de peculato, que ocorreu de forma continuada, durante os meses de setembro a dezembro de 2012. Estranhamente, ninguém sabe dizer onde foi parar o produto.

O silo servia para o armazenamento, secagem e devolução dos grãos ao produtor. Sendo a estrutura, uma ferramenta de incentivo ao desenvolvimento da agricultura no estado. Os fatos foram descobertos quando os produtores foram até o depósito e viram que as sacas haviam sumido. Desta forma, além da reclamação administrativa, o sumiço tornou-se inquérito policial e ação penal.
Segundo os autos, os réus trabalhavam para a Secretaria de Estado de Agropecuária (Seap). De modo voluntário e consciente, mediante omissão, permitiram que fossem retirados mais de quatro mil sacos de grãos de milho. Cada saco pesa 50 quilos, ou seja, cerca de 200 toneladas no total.

Bruna Karem era responsável pelo remaneio, ou seja, a entrada e saída de grãos do silo. Era sua função o controle individual da produção depositada por cada agricultor.

Marcus Aurélio Peres de Freitas era o gerente do escritório da referida secretaria no município, exercendo a função de administrador do silo. Ambos já possuem outra condenação pelo mesmo delito, previsto no artigo 312, § 2, combinado do com artigo 71, do Código Penal. Desta forma, foi estabelecida pena de 10 meses de detenção ao administrador e, seis meses e 20 dias de detenção para a servidora. As penas devem ser cumpridas em regime inicial aberto e os réus poderão aguardar o trânsito em julgado em liberdade.

Continue lendo

CONDENAÇÃO

Dupla é condenada a 27 anos de reclusão por tráfico em Xapuri

Gecom TJAC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Os sentenciados não trabalhavam e mantinham envolvimento com o tráfico de entorpecentes.

O Juízo da Vara Única de Xapuri condenou dois homens por tráfico de drogas. Um deles teve pena estabelecida em 12 anos de reclusão e 1050 dias-multa, o outro foi condenado a 15 anos de reclusão, mais 1050 dias-multa. Como ambos são reincidentes, o regime inicial é fechado, sem direito de recorrer em liberdade.

Os réus foram presos em flagrante, em fevereiro deste ano, pelo tráfico de drogas. A sentença estabelecida foi publicada na edição n° 6.424 do Diário da Justiça Eletrônico, (fl. 103).

Entenda o caso

Os agentes estavam sendo investigados pela Polícia Civil e já haviam relatos que os dois atuavam juntos. Para a concretização do flagrante foi montada uma campana, ocasião que a equipe de segurança teve êxito na apreensão de drogas que estavam na quadra. Havia 246 gramas de cocaína.

Segundo os depoimentos dos policiais, um dos homens deixou o entorpecente em um pneu, depois o outro chegou de mototaxi e pegou o material, colocando em sua roupa íntima.  Esse segundo réu testemunhou que “no dia chegou um rapaz perguntando se ele queria ganhar R$ 200 para buscar droga no mutirão”.

O homem negou que estava repassando droga,  afirmou que não mora nas proximidades de onde o material ilícito foi apreendido e que não estava no local. Por fim, negou também estar na companhia do réu que confessou, bem como estar ligado com o tráfico.

Decisão

O Juízo constatou que ambos os réus são responsáveis pelo crime. O titular da unidade judiciária, juiz de Direito Luís Pinto, destacou que os depoimentos policiais merecem credibilidade, porque são seguros e coerentes, além de corroborados por outros elementos de prova.

Ainda segundo seu entendimento, apesar de um dos réus negar a autoria dos fatos, suas alegações não se sustentaram perante as descrições da empreitada criminosa. Ressaltando-se também que um dos réus fez uma confissão parcial, o que lhe valeu como atenuante de pena.

Na dosimetria, foi considerado que a ação criminosa foi realizada próxima a uma quadra esportiva, local frequentado por crianças e adolescentes, que poderiam ser influenciados facilmente ao consumo de drogas ou até mesmo a prática da traficância. Essa razão foi considerada suficiente para o aumento de pena.

Continue lendo

Super Promoções

ACRE.COM.BR ©2017-2019 - Todos os direitos reservados. Diretora Geral: Fernanda da Silva Alfaia

WhatsApp WhatsApp Notícias