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Família busca desesperadamente por casal desaparecido em Biguaçu

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O desaparecimento de Araceli e Valter, um casal conhecido pela tranquilidade de sua vida em Biguaçu, Grande Florianópolis, tem mobilizado a comunidade desde a última segunda-feira, 11 de novembro. A angústia da família e a falta de respostas concretas têm gerado comoção, além de intensificar os esforços das autoridades e voluntários.

Vistos pela última vez no centro de Biguaçu, o casal deixou rastros que ainda são objeto de investigação policial. Enquanto a polícia trabalha na análise de imagens e depoimentos, a população local se organiza para oferecer suporte à família e buscar pistas que possam elucidar o caso.

Comunidade unida em uma corrente de solidariedade

Desde o desaparecimento, amigos e vizinhos de Araceli e Valter têm participado ativamente das buscas. A mobilização inclui distribuição de cartazes pelas ruas da cidade, publicações em redes sociais e até mesmo mutirões que percorrem áreas de difícil acesso nas proximidades. Esse esforço conjunto reflete a preocupação geral e o desejo de trazer o casal de volta em segurança.

As redes sociais têm desempenhado um papel fundamental na disseminação de informações. Publicações compartilhadas por milhares de pessoas ampliam a visibilidade do caso, na esperança de que alguém possa reconhecer Araceli e Valter ou fornecer informações que ajudem a localizá-los.

Esforços policiais intensificados

A Polícia Civil de Santa Catarina, responsável pelas investigações, trabalha com diversas frentes para solucionar o desaparecimento. Equipes têm analisado imagens de câmeras de segurança da região onde o casal foi visto pela última vez, buscando identificar quaisquer movimentos suspeitos. Depoimentos de pessoas próximas e moradores também estão sendo colhidos para traçar os últimos passos de Araceli e Valter.

Até o momento, as investigações não apontaram indícios concretos sobre o paradeiro do casal, o que mantém o caso envolto em mistério. A polícia enfatiza a importância de denúncias anônimas para ajudar no avanço das buscas, garantindo total sigilo aos informantes.

Impacto emocional e psicológico na família

A família de Araceli e Valter enfrenta dias de incerteza e angústia. O desaparecimento repentino gerou uma situação de grande sofrimento emocional, agravada pela falta de notícias ou pistas concretas. Para lidar com esse momento delicado, os parentes têm contado com o apoio de psicólogos e amigos, que oferecem suporte para manter a esperança e a força durante a busca.

Esse apoio se estende à comunidade, onde a solidariedade é evidente. Grupos de apoio emocional foram formados, reunindo pessoas que enfrentam situações semelhantes e que compreendem a dimensão da dor causada por um desaparecimento.

Dados que ajudam a contextualizar o caso

  • Último paradeiro conhecido: Centro de Biguaçu, Grande Florianópolis.
  • Data do desaparecimento: 11 de novembro de 2024.
  • Ações realizadas:
    1. Análise de câmeras de segurança.
    2. Mutirões em áreas de mata.
    3. Divulgação nas redes sociais.
    4. Coleta de depoimentos de testemunhas.

Outras ocorrências semelhantes na região

O desaparecimento de Araceli e Valter levanta questões mais amplas sobre a segurança na Grande Florianópolis. Nos últimos meses, casos semelhantes foram registrados, aumentando a preocupação da população. Em muitos desses episódios, as investigações iniciais apontam para possíveis ações criminosas, embora nenhum padrão tenha sido confirmado até o momento.

Esse histórico de ocorrências destaca a necessidade de aprimoramento nas estratégias de segurança pública, incluindo a instalação de mais câmeras de monitoramento e maior presença policial em áreas urbanas e rurais.

Importância das primeiras 24 horas

Especialistas em segurança ressaltam que as primeiras 24 horas após um desaparecimento são cruciais para o sucesso das buscas. Nesse período, as chances de localizar os desaparecidos aumentam significativamente, especialmente quando há colaboração rápida entre familiares, autoridades e a comunidade.

No caso de Araceli e Valter, a denúncia foi registrada prontamente, o que permitiu o início imediato das investigações. A polícia trabalha com todas as informações disponíveis, mas ainda carece de detalhes que possam indicar um desfecho para o caso.

Medidas para lidar com o desaparecimento de pessoas

Embora cada caso apresente suas particularidades, algumas medidas podem ser adotadas para ajudar em situações de desaparecimento:

  1. Registrar o boletim de ocorrência o mais rápido possível.
  2. Fornecer informações detalhadas às autoridades, incluindo características físicas e locais frequentes.
  3. Divulgar amplamente fotos e dados nas redes sociais.
  4. Organizar mutirões com a ajuda de voluntários.
  5. Manter contato constante com as autoridades responsáveis pelo caso.

Reflexos na comunidade local

O desaparecimento de Araceli e Valter deixou a comunidade de Biguaçu abalada. Conhecidos pela participação ativa em eventos locais, o casal era admirado por sua simpatia e simplicidade. O vazio deixado por sua ausência é sentido por todos, reforçando a importância de ações preventivas para evitar novos casos.

Além das buscas, a mobilização local inclui reuniões comunitárias para debater estratégias de segurança. Essas iniciativas demonstram a força da união em momentos de crise, além de promover a conscientização sobre a importância de colaborar com as autoridades.

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Ufac realiza formatura de alunos do CAp pela 1ª vez no campus-sede — Universidade Federal do Acre

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Ufac realiza formatura de alunos do CAp pela 1ª vez no campus-sede — Universidade Federal do Acre

A Ufac realizou a cerimônia de certificação dos estudantes concluintes do ensino médio do Colégio de Aplicação (CAp), referente ao ano letivo de 2025. Pela primeira vez, a solenidade ocorreu no campus-sede, na noite dessa quinta-feira, 29, no Teatro Universitário, e marcou o encerramento de uma etapa da formação educacional de jovens que agora seguem rumo a novos desafios acadêmicos e profissionais.

A entrada da turma Nexus, formada pelos concluintes do 3º ano, foi acompanhada pela reitora Guida Aquino; pelo diretor do CAp, Cleilton França dos Santos; pela vice-diretora e patronesse da turma, Alessandra Lima Peres de Oliveira; pelo paraninfo, Gilberto Francisco Alves de Melo; pelos homenageados: professores Floripes Silva Rebouças e Dionatas Ulises de Oliveira Meneguetti; além da inspetora homenageada Suzana dos Santos Cabral.

Guida destacou a importância do momento para os estudantes, suas famílias e toda a comunidade escolar. Ela parabenizou os formandos pela conquista e reconheceu o papel essencial dos professores, da equipe pedagógica e dos familiares ao longo da caminhada. “Tenho certeza de que esses jovens seguem preparados para os próximos desafios, levando consigo os valores da educação pública, do conhecimento e da cidadania. Que este seja apenas o início de uma trajetória repleta de conquistas. A Ufac continua de portas abertas e aguarda vocês.”

Durante o ato simbólico da colocação do capelo, os concluintes reafirmaram os valores que orientaram sua trajetória escolar. Em nome da turma, a estudante Isabelly Bevilaqua Rodrigues fez o discurso de oradora.

A cerimônia seguiu com a entrega dos diplomas e as homenagens aos professores e profissionais da escola indicados pelos concluintes, encerrando a noite com o registro da foto oficial da turma.

 



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Especialização em Enfermagem Obstétrica tem aula inaugural — Universidade Federal do Acre

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Especialização em Enfermagem Obstétrica tem aula inaugural — Universidade Federal do Acre

O curso de especialização em Enfermagem Obstétrica teve sua aula inaugural nesta terça-feira, 27, na sala Pedro Martinello do Centro de Convenções, campus-sede da Ufac. O curso é promovido pela Universidade Federal de Minas Gerais, com financiamento do Ministério da Saúde, no âmbito da Rede Alyne; a Ufac é um dos 39 polos que sedia essa formação em nível nacional.

A especialização é presencial, com duração de 16 meses e carga horária de 720 horas; tem como objetivo a formação e qualificação de 21 enfermeiros que já atuam no cuidado à saúde da mulher, preparando-os para a atuação como enfermeiros obstetras. A maior parte dos profissionais participantes é oriunda do interior do Estado do Acre, com predominância da regional do Juruá.

“Isso representa um avanço estratégico para o fortalecimento da atenção obstétrica qualificada nas regiões mais afastadas da capital”, disse a coordenadora local do curso, professora Sheley Lima, que também ressaltou a relevância institucional e social da ação, que está alinhada às políticas nacionais de fortalecimento da atenção à saúde da mulher e de redução da morbimortalidade materna.

A aula inaugural foi ministrada pela professora Ruth Silva Lima da Costa, com o tema “Gravidez na Adolescência e Near Miss Neonatal na Região Norte: Dados da Pesquisa Nascer no Brasil 2”. Ela é doutora em Ciências da Saúde pela Fiocruz, enfermeira da Ufac e docente da Uninorte.

 



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Calendário 2026 do Acre: Veja o calendário do Governo e Judiciário que vai ditar o ritmo do ano

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Foto de capa [internet]

Clique aqui para baixar o calendário estadual completo: Decreto 11.809, Calendário 2026 Acre, ed. 14.173-B, de 22.12.2025

Há quem organize a vida por metas, há quem organize por boletos… e existe um grupo que planeja o ano inteiro por uma régua silenciosa, porém poderosa: o calendário oficial. Desde início de janeiro, essa régua ganhou forma no Acre com dois instrumentos que, na prática, definem como o Estado vai pulsar em 2026 — entre atendimentos, plantões, prazos, audiências e aquele respiro estratégico entre uma data e outra.

De um lado, o Governo do Estado publicou o Decreto nº 11.809, de 22 de dezembro de 2025, fixando feriados e pontos facultativos de 2026 para os órgãos do Poder Executivo, do dia 1º de janeiro ao último dia do ano, com a ressalva de que serviços essenciais não podem parar.

Do outro, o Tribunal de Justiça do Acre respondeu com a sua própria cartografia do tempo: a Portaria nº 6569/2025, que institui o calendário do Poder Judiciário acreano para 2026, preservando o funcionamento em regime de plantão sempre que não houver expediente. O texto aparece no DJe (edição nº 7.925) e também em versão integral, como documento administrativo autônomo.

Clique aqui para baixar o calendário forense completo: DJE – Portaria 6.5692025, edição 7.925, 22.12.2025

O “mapa do descanso” tem regras — e tem exceções

No calendário do Executivo, as datas nacionais aparecem como pilares já conhecidos (como Confraternização Universal, Tiradentes, Dia do Trabalho, Independência, Natal), mas o decreto também reforça a identidade local com feriados estaduais e pontos facultativos típicos do Acre.

Chamam atenção duas engrenagens que costumam passar despercebidas fora da rotina pública:

  1. ponto facultativo não é sinônimo de folga garantida — a chefia pode convocar para expediente normal por necessidade do serviço;
  2. quando o servidor é convocado nesses dias, o decreto prevê dispensa de compensação para quem cumprir horário no ponto facultativo.

No Judiciário, a lógica é parecida no objetivo (manter o Estado funcionando), mas diferente na mecânica. A Portaria do TJAC prevê expressamente que, havendo necessidade, pode haver convocação em regime de plantão, respeitando-se o direito à compensação de horas, conforme regramento administrativo interno.

Quando o município faz aniversário, a Justiça muda o passo

O “calendário do fórum” também conversa com o mapa das cidades. A Portaria prevê que, em feriado municipal por aniversário do município, não haverá expediente normal nas comarcas correspondentes — apenas plantão. E, quando o município declara ponto facultativo local, a regra traz até prazo de comunicação no interior: pelo menos 72 horas de antecedência para informar se haverá adesão.

É o tipo de detalhe que não vira manchete — mas vira realidade para quem depende de balcão, distribuição, atendimento e rotina de cartório.

Um ano que já começa “com cara de planejamento”

Logo na largada, o Executivo lista 1º de janeiro como feriado nacional e já prevê, para 2 de janeiro, ponto facultativo (por decreto específico citado no anexo). Também aparecem o Carnaval e a Quarta-feira de Cinzas como pontos facultativos, desenhando, desde cedo, o recorte de semanas que tendem a ser mais curtas e mais estratégicas.

No Judiciário, a Portaria organiza o mesmo período com olhar forense — e, além de datas comuns ao calendário civil, agrega as rotinas próprias do Poder Judiciário, preservando a prestação jurisdicional via plantões e regras de compensação.

Rio Branco também entra no compasso de 2026

Para além do calendário estadual e do Judiciário, a capital também oficializou seu próprio “mapa do tempo”: o Prefeito de Rio Branco editou o Decreto Municipal nº 3.452, de 30/12/2025, estabelecendo os feriados e pontos facultativos de 2026 para os órgãos e entidades do Poder Executivo Municipal, com referência expressa ao calendário do Estado.

Na prática, a cidade reforça o mesmo recado institucional: serviços essenciais não param, funcionando por escala ou plantão, e os gestores ficam autorizados a convocar servidores em dias de ponto facultativo, sem exigência de compensação para quem cumprir expediente. No anexo, aparecem datas que impactam diretamente a rotina da população, como o Carnaval (16 a 18/02, ponto facultativo), o Dia do Servidor Público (28/10, ponto facultativo) e o Aniversário de Rio Branco (28/12, feriado municipal) — fechando o ano com a véspera de Ano Novo (31/12, ponto facultativo).

Clique aqui para baixar o calendário municipal completo: DOE, edição 3.452, de 30.12.2025 – Calendário Prefeitura de Rio Branco-AC

Por que isso importa 

O calendário oficial é mais do que uma lista de “dias marcados”: ele é o roteiro do funcionamento do Estado. Para o cidadão, significa previsibilidade; para advogados e jurisdicionados, significa atenção ao modo como cada órgão funcionará em datas críticas; para gestores, significa logística e escala; e para o próprio Acre, significa um desenho institucional que equilibra tradição, trabalho e continuidade.

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