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Zelenskyy confirma fim da proibição de mísseis dos EUA – DW – 18/11/2024

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Pule a próxima seção Equipes de resgate correm para encontrar sobreviventes após ataque massivo de drones russos

18 de novembro de 2024

Equipes de resgate correm para encontrar sobreviventes após ataque massivo de drones russos

Após um dos ataques mais violentos de toda a guerra em a cidade de Sumy, as equipes de resgate ainda vasculhavam os escombros em busca de vítimas e sobreviventes.

Pelo menos oito pessoas morreram na barragem, incluindo duas crianças.

“Cada vida destruída pela Rússia é uma grande tragédia”, disse o ministro do Interior, Ihor Klymenko.

Cerca de 400 pessoas conseguiram ser evacuadas com segurança de uma área residencial que foi atingida como parte dos ataques russos à infra-estrutura energética da Ucrânia.

Desde o início da guerra, Moscovo concentrou os ataques no fornecimento de energia da Ucrânia antes dos meses frios do Inverno.

https://p.dw.com/p/4n69I

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18 de novembro de 2024

Legislador russo: EUA estão arriscando a Terceira Guerra Mundial

A legisladora russa Maria Butina disse que os EUA estão assumindo um risco significativo com a sua decisão de retirar as restrições ao uso de armas de longo alcance dentro do território russo.

“Esses caras, a administração Biden, estão tentando agravar a situação ao máximo enquanto ainda têm o poder e ainda estão no cargo”, disse Butina à agência de notícias Reuters.

“Tenho uma grande esperança de que (o presidente eleito Donald) Trunfo superarão esta decisão se esta for tomada porque estão arriscando seriamente o início da Terceira Guerra Mundial, o que não é do interesse de ninguém.”

Presidente russo Vladímir Putin já disse anteriormente que consideraria tal movimento de um aliado da OTAN como uma declaração de guerra.

https://p.dw.com/p/4n697

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18 de novembro de 2024

Anistia: Rússia é culpada de crimes de guerra

Anistia Internacional afirmou que a Rússia está a cometer crimes de guerra na Ucrânia, apontando para os seus repetidos ataques que causaram vítimas civis em massa, incluindo crianças.

“As crianças, sendo alguns dos grupos mais vulneráveis ​​em qualquer sociedade, gozam de protecção especial ao abrigo do direito humanitário internacional”, afirmou o especialista da Amnistia na Ucrânia, Patrick Thompson.

“No entanto, continuamos a vê-los mortos e feridos em áreas distantes das linhas de frente, inclusive em áreas sem alvos militares”.

A Amnistia afirmou que a Rússia realizou pelo menos 17 ataques só em 2024 que causaram vítimas infantis.

Num ataque em julho, um míssil atingiu Okhmatdyt, o maior hospital infantil da Ucrânia.

https://p.dw.com/p/4n67p

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18 de novembro de 2024

Zelenskyy confirma fim da proibição de mísseis de longo alcance dos EUA

Presidente ucraniano Volodomyr Zelensky pareceu confirmar relatos da mídia dos EUA em seu briefing de segunda-feira de que a Casa Branca havia silenciosamente encerrado sua proibição sobre o uso de armas de longo alcance de fabricação americana dentro do território russo.

Zelenskyy há muito pressionava pelo fim da proibição, mas o presidente dos EUA, Joe Biden, expressou preocupação de que isso agravaria o conflito, tornando OTAN partido da aliança para a guerra.

O presidente ucraniano falou nas notícias, relatadas pela primeira vez por O jornal New York Times e O Washington Publicar, dizendo que “essas coisas não são anunciadas, os mísseis falam por si”.

Os analistas sugeriram que a medida de Washington poderá desencadear uma reavaliação semelhante por parte de outros aliados ocidentais.

es/lo (AP, AFP, dpa, Reuters)

https://p.dw.com/p/4n67X



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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