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Família viaja 100km para adotar cão vira-lata rejeitado em 20 feiras de adoção
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1 ano atrásem
Depois de muito sufoco, o Arthur conseguiu um lar cheio e amor! O cão vira-lata que foi rejeitado e passou mais de um ano esperando por uma família, finalmente a encontrou. Depois de 20 feiras de adoção sem sucesso, ele ficou sozinho enquanto os irmãos foram adotados. Mas a sorte virou quando o casal Alice e Bruno se apaixonaram pela história e decidiram viajar 100 km para levá-lo para casa.
Arthur chegou ao abrigo ainda filhotinho, e mesmo sendo super bem tratado, ninguém o escolheu. Até que, um belo dia, Juliana e Antônio, que sempre acreditaram na adoção, se encantaram por ele e souberam na hora que ele era o pet perfeito para a família.
A história de Arthur viralizou em 2024 e emocionou muita gente. Agora, ele vive mimado, cheio de amor e com seu macaquinho de pelúcia favorito. O Só Notícia relembra esse exemplo lindo de adoção e como ele mudou a vida de todos.
Ficou sozinho
O último irmãozinho de Arthur havia sido adotado há mais de um ano. Quando chegaram à Associação Esperança dos Animais, os vira-latas tinham poucos dias de vida.
Ma o abrigo cuidou de todos eles. Depois promoveu feiras de adoção na esperança de achar novas famílias para os cachorrinhos.
Mesmo assim, ninguém apareceu para preencher o formulário de adoção do Arthur.
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Esperança apareceu
E depois de 20 feiras, a esperança apareceu com o nome de Antônio Ortiz e Juliana Brant. O casal tem duas crianças, Alice e Bruno, mas queria adotar um pet.
Uma amiga de Juliana viu a história de Arthur e a encaminhou para a mulher.
“Quando vimos o Arthur, dissemos: é ele. Pronto”, disse Antônio.
E foi mesmo amor à primeira vista. Juntos, eles encaram uma viagem de 100 km, tudo para trazer o bichinho para a casa.
“Causa justa”
Antônio disse que, desde o primeiro momento que a família decidiu ter um pet, eles nunca pensaram em comprar.
“É uma causa justa. Tantos cachorros precisando de um lar… A adoção é o melhor caminho para quem gosta de ajudar”, contou em entrevista ao Metrópoles.
Já em casa. Arthur está sendo super mimado pelos tutores. Ele ganha abraços, carinho e vários brinquedos. O seu preferido é um macaquinho de pelúcia!
O cachorrinho, que passou por tantos momentos de rejeição, daqui para frente vai conhecer o real significado da palavra amor.
Eu não preciso nem dizer que Arthur está amando a casa nova, né? Olha a folga! Foto: Arquivo pessoal.
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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