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Fans Fear for Ben Simmons’ Career as Nets Star Adds Another Stain to Resume in Final Contract Year

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“His reluctance to go to the rim, it’s staggering”. It was 3 weeks ago when an in-game broadcaster in a Nets–Bucks matchup took a shot at Ben Simmons. In fact, the broadcaster took more shots than the player himself, it seems! After all, the latter ended the game, scoring only 2 points. This was certainly not what fans expected from the same Ben Simmons, who signed a 5-year, $177.2M contract almost half a decade ago… If they hoped that progressing through the season would improve the Aussie’s performance, then they would’ve certainly been left disappointed by today’s events.

Previously holding a 5-8 record, the Nets were occupying the 10th seed on the points chart. Therefore, they may have looked upon the recent Knicks matchup as a way to improve their record. However, the team ended up losing this game too, 114-104.

Ben Simmons was given 22 minutes. This was ample time for him to establish an individual points tally at least in the double digits. But he ended his game with a 0-point stat line! That’s right, 0!

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It would have been one thing if the player faltered in getting his shots through the hoop because of a tough defense. However, Ben Simmons only shot 3 field goals. He didn’t even get any free throws. Meanwhile, Noah Clowney, the secondary power forward and tertiary center for the Nets, proved more effective on the scoring front. He made 13 points, 2 rebounds, and 1 assist in 17 minutes.

The Nets’ loss, combined with Simmons’ lack of efficient contributions, resulted in the community rushing to social media soon after the game to highlight their displeasure.

Fans are between being confused, sad, and angry at Ben Simmons’ 0-point game: “At what point do you call it quits”

One social media user felt that after a string of disappointing seasons, Ben Simmons would finally step up. After all, “You’d think the final year of his contract, he’d show out. Now it might be the final year of his career.”

Signed back in July 2019, the five-year extension highlighted the level of commitment that the Philadelphia 76ers wanted to place on him. According to reports, this extension was the first big move towards the franchise’s goal to compete for the championship title.

Unfortunately, reports soon started to emerge about a rift between the player and the franchise. Simmons asked for a trade and reportedly refused to come to training camp. After he missed media day and training camp, the Sixers withheld $8.25 million of the due pay. Eventually, he was traded to the Brooklyn Nets back in February 2022. The Nets have not got any proper returns out of the Aussie’s expensive deal too. Therefore, any discussion about a potential extension deal would certainly be more than awkward.

Another netizen did not choose to use too many words to express his reaction. He just went ahead and wrote, “This guy is on his way out of the league.”

Since his arrival in Brooklyn, he participated in a combined 57 games in the 2023 and 2024 seasons. Last year, he played 15 games after missing out majorly because of a lower back injury. In his 57 appearances, Simmons averaged 6.7 points, 6.7 rebounds, and 6 assists. While he held a field goal clip of 57%, his 3-point accuracy literally stood at 0%. On top of that, his FTs were also low, at 43.1%. These stats are certainly not something that even an average NBA player can use to justify his effectiveness on the court.

One social media user wrote, “Feel bad for bro at this point. Want him to ball out there” The individual isn’t the only one to feel bad. By late October, even Nets head coach Jordi Fernandez had asked the player to take more initiative with his shooting. According to reports, he kept telling Ben Simmons “to drive to the rim and be aggressive”.

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After all, as Fernandez revealed, “That’s what the team needs from him, and that’s what his teammates want him to do”. Weeks later, the aggressiveness that the head coach has asked for is yet to be seen.

via Imago

The frustration is getting to all the hoops enthusiasts. One wrote, “At what point do you call it quits”. The comment was followed by a crying and a laughing face emoji. The last time Simmons attempted 10 or more field goals was in January 2023. On top of that, the 3x NBA All-Star has only done that thrice with the Nets. So, several people may feel that if this isn’t a sign to call it a day, then what is?

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“Every summer we see videos of his jump shot and it never translates to the regular season,” another fan posted. This was a reference to the workout videos that the Nets player is known for posting. Before the ongoing season, he had posted one of himself shooting 3Ps with skills coach Chris Brickley. The coach highlighted the moment on social media, writing, “@bensimmons is back to playing All Star talent level basketball. Big season loading.” Weeks later, we still wait for even a ‘glimpse’ of a season, let alone a ‘big’ season.

Overall, the majority of reactions took a negative stance towards Ben Simmons. With the Nets now possessing a 5-9 record, time is running out for them to be on the same level as their East rivals. So, if there was ever a moment for Ben to step up, it is now. Or never. Do you agree?

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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