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Fenômeno nas redes, João Campos será inspiração à…

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Ramiro Brites

Fenômeno político na internet, o prefeito reeleito de Recife, João Campos (PSB), um dos campeões de votos na última eleição, vai servir de referência para a nova estratégia de comunicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A mudança nas redes sociais foi uma das primeiras promovidas pelo novo ministro–chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, que assumiu na terça-feira, 15, no lugar de Paulo Pimenta.

Mesmo antes de assumir o cargo, Sidônio já havia sondado nomes da equipe de João Campos para compor o time do Planalto. Rafael Marroquim, o marqueteiro do prefeito da capital pernambucana, conversou com o novo chefe da Secom, foi pessoalmente à posse de Sidônio, mas preferiu auxiliar o governo apenas como consultor. No entanto, Mariah Queiroz, que trabalhava com Marroquim, irá integrar a equipe de Lula.

Ela será responsável pelas redes sociais do presidente e substituirá Brunna Rosa à frente da Secretaria de Estratégias e Redes  — ela foi indicada para o cargo com a ajuda da primeira-dama Janja da Silva, que a conheceu na eleição de 2022 e sempre teve influência na área de comunicação do governo. Rosa deve continuar no governo, mas como integrante da equipe que cuida da comunicação de Janja.

Batalha contra a direita

Um dos principais desafios de Sidônio será exatamente nas redes sociais, onde o governo perde de goleada para a extrema direita. Nesta semana, por exemplo, um vídeo do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) sobre as mudanças na fiscalização do Pix e pedindo o impeachment de Lula por conta disso, atingiu mais de 100 milhões de visualizações nas redes sociais e aumentou a pressão sobre o governo — veja matéria aqui.

A inspiração em João Campos vem do diagnóstico de que o jovem de 31 anos é um dos políticos que mais sabem utilizar as redes sociais para capitalizar politicamente. Foi principalmente usando essa ferramenta que ele foi reeleito em 2024 com 78,12% dos votos válidos, ainda no primeiro turno. Campos tem 2,8 milhões de seguidores no Instagram e 898.000 no TikTok, plataformas nas quais aposta em uma linguagem descontraída.

O comportamento irreverente nas redes sociais aproxima o prefeito dos eleitores jovens. No início de 2024, ele fez barulho ao descolorir o cabelo para a abertura do Carnaval. Frequentemente, nos vídeos que posta usa o óculos estilo juliet, popularizado por cantores de funk, e mantém a atitude descontraída mesmo depois das eleições. Neste ano, Campos já publicou vídeos sambando e jogando futebol em campeonatos amadores.



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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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Charge do JCaesar: 05 de maio

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Felipe Barbosa

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A articulação para mudar quem define o teto de jur…

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A articulação para mudar quem define o teto de jur...

Nicholas Shores

O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN). 

A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica. 

Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.

A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira. 

Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.

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Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios. 

Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.

A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.

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Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.

Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.

Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.

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Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.

Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.



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